Sinto a tua Dor

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A dor não me afundou — me ensinou a respirar.
Até o naufrágio me mostrou que é possível viver debaixo da dor sem morrer nela.
Não perdi paz, ganhei forma.
Porque a alma só se entende depois de se despedaçar.
E a dor… não me apagou.
Ela me acendeu — e fez da ferida, luz.
Fez das sombras, o lugar onde aprendi a brilhar.


—Purificação

Tudo o que me afundou, me ensinou a respirar.
A dor não veio pra me quebrar, veio pra me moldar.
Não perdi partes — encontrei formas.
Às vezes, é só quando a alma se despedaça que entende quem é.
Porque o que apaga o fraco, acende o forte.
E há feridas que não doem mais — iluminam.
—Purificação

O PESO DE EXISTIR


Quero mergulhar no âmago do que chamamos de vida.


Na dor da perda, na dor do fracasso, na dor do tempo que tudo consome. Qual é o sentido de continuar quando sabemos que cedo ou tarde tudo acabará? Por que esperar? Por que sofrer? Se o fim é certo, por que insistir em caminhar?


Por que abrir os olhos quando tudo dentro de nós grita para continuar dormindo?


Por que caminhar diante do inevitável, quando a estrada termina sempre no mesmo ponto?


Talvez viver seja apenas a coragem de abrir os olhos, mesmo quando não queremos.


Dizem que somos livres, mas que liberdade é essa, se apenas aceitamos o destino sem escolha?


Somos mortais e sabemos disso. Mas de que adianta lembrar da morte se esquecemos como viver?


Viver... Talvez seja apenas colecionar fragmentos de felicidade, instantes breves que logo se desfazem.


“Viver” é buscar incessantemente esses momentos, mesmo sabendo que acabam num sopro.


Onde estamos? De onde viemos? Para onde iremos? São tantas perguntas para poucas respostas.


Diante da imensidão do universo somos nada mais do que um grão de areia perdido ao vento.


Se ao final nada restará, por que damos tanta importância ao que é pequeno? Eu sou só mais um, assim como você, e um dia, não estaremos mais aqui.


Existe uma linha tênue entre a solidão e a solitude.


Até onde suportamos estar sós? No silêncio há o prazer e a liberdade de ser completo em si, mas também a dor e o vazio de quem falta.


O mesmo sentimento que nos liberta é aquele que, às vezes, nos rasga a alma.


Memórias, lembranças, histórias, passado... Como viver o presente, como planejar o futuro, se tudo parece ter ficado lá atrás? Como seguir? Recomeçar?


Mas como recomeçar, se a dor do que foi vivido ainda atormenta o que será escrito?


Talvez o tempo seja apenas um consolo, uma promessa de que a dor diminuirá.


Ilusão.


O tempo não cura.


Ele apenas continua.


Indiferente ao seu destino.


Ele gira, e gira, até que nós sejamos o que ficou para trás.

NADA!




Andas tão longe de mim. Desvairada da dor...

Sentes o meu abraço, sentes o meu beijo;

De sorrisos se transborda, sentes o meu desejo,

Vês-me, mas não enxergas o meu amor!




Pareces o quê? A lua? O sol? Não tens fulgor!

– Transbordo a alma ao seu almejo...

Não tens corpo em mim, apenas lampejos

Aos teus olhos de infinito, sem esplendor...




Parecia-me dos céus a mais bela estrela...

Não és nada! Apenas eu estou de vê-la...

És tu, de minha cobiça-louca, a imaculada!




Serás por um instante de meu tremor o arder?

Já não acredito em vida, ao meu querer;

Que tão longe de mim, amor, tu não és nada!




© Dolandmay Walter

Do que se trata viver?


Viver trata-se de entender a própria dor, para que assim não se atinge os males e socos que o mundo nos dá.


Se trata de viver sabendo que valerá cada segundo o dedicado no que estamos fazendo.


Saber que, de uma hora ou outra não veremos os rostos que estamos assimilarizados


Morrer, sabendo o que foi viver.

Eu não sei o que fazer com tanta dor.

A flor é linda, mas a dor é irmã,
é a vida que nunca tem pressa
de nos curar do ciclo que não cessa.
É amar, sofrer, e ter a alma marcada,
no ritmo triste dessa nossa jornada.

É na dor
Que aprendemos a dar valor
nos pequenos detalhes que a vida é tão simples e passageira

A saudade só aumenta e intensifica a dor da perda⁠

Bem-vindo ao canal do Pensador Marcos.
Um garoto que venceu uma paralisia cerebral, transformou dor em poesia e escreveu sua vida na força das palavras.
Poeta que lê as estrelas, entende o sentimento humano e escreve com a alma.
Herda o legado de uma avó que amava o café e o amor — e agora ele segue, criando poesia, rap e emoção com um talento raro e brilhante.
Bem-vindo ao universo desse menino especial, feito de coragem e arte.

A dor do crescimento faz parte de um exercício contínuo: cada degrau vencido nos conduz a um novo desafio.

Deus pode trabalhar através de nossa dor

Quando minha dor quer me prender, eu abro mão de senti-la como fim.
Escolho elevar o peso em resiliência, e sigo mesmo quebrado.
Fé me sustenta quando minhas forças se esgotam.
Propósito me empurra para além do que é visível.
Extraordinário não é não cair, é levantar pela missão.
Cada passo que dói se torna semente de futuro.
Sou só instrumento, mas instrumento forjado no fogo.


Purificação.

🌟 Transformar em Resiliência
Quando minha dor quer me prender, eu escolho sentir e também transformar.
Cada peso se torna impulso, e a queda se converte em resiliência.
Fé me eleva quando a força parece faltar.
Propósito me guia além do medo e da dúvida.
Transformar o ordinário em extraordinário é minha missão.
Cada passo que dói se torna ponte para o outro.
Sou só instrumento, mas instrumento que brilha na luta.


Purificação.

No abismo mais profundo da sua dor, você encontrará uma profundidade ainda maior do amor de Deus. Você não está sozinho!!! Tenha Fé!!!

⁠Hoje, vi a crueldade, a falsidade fútil do ser humano.
E mais uma vez a abracei. É uma dor cuja cicatriz já desistiu de fechar.

E se no abismo a vida se desfazer,
e a própria morte em trevas me alcançar,
levarei no peito a dor que não se amansa:
carregarei a obscura cicatriz da tua rejeitância.

É melhor você sofrer na vontade do que sofrer na dor.

Silêncio, grito preso, choro preso, silêncio.
Tranca, cadeado, cofre. Onde está a dor? Em qual lugar desse corpo vazio se esconde?
Onde está o sangue, o calor? Por que as veias estão vazias?
A pressão enlouquece ao mesmo tempo que anestesia. A mente engana, sai em desvaneio e de repente foca no ponto, e aí, aí vagueia de novo em um ciclo sem fim...
Só um buraco, oco, vazio.
As cores se foram, o cinza chegou.
Me tornei um dia comum, nublado, sem sol, mas também sem chuva, sem calor ou vento.
Só nublado, cinza, eterno.
O ponto de virada dramático
O eco do vazio preenche cada espaço. Não há nada. Não há sequer a dor, apenas a ausência. O sangue e o calor se foram, e a memória de quando estavam lá é o único fardo que o vazio não consegue apagar. A lembrança de um tempo colorido, de uma pulsação, é a tortura final, o sussurro de uma mentira que a mente insiste em reviver antes de se calar.
A tranca se dissolve, não por quebra, mas por corrosão. O cadeado enferruja até virar pó, porque não há mais nada a ser protegido. O cofre se abre, revelando nada além do ar rarefeito.
O cinza não é uma espera, é a resposta final. A mente já não vagueia, ela flutua, um grão de poeira insignificante em um espaço infinito e desprovido de qualquer coisa. E o drama maior é a constatação de que não há drama. Não há tragédia, não há reviravolta. Apenas o nada, perfeito, completo e eterno, que se instalou e a memória do que existiuecoa para sempre no que restou de minha vida.
a.c.g.c

Que no dia trinta e um
O ruim fique pra trás
A tristeza dê adeus
E a dor não volte mais
Que no ano que virá
Nosso Deus possa nos dar
Mais amor, saúde e paz