Sinto a tua Dor

Cerca de 53919 frases e pensamentos: Sinto a tua Dor

Se Deus nos permitisse passar por esta vida sem qualquer dor, estaria deixando-nos aleijados, por que nunca perceberíamos como poderíamos ser fortes ao enfrentarmos os nossos medos, nem desenvolveríamos o dom de contornar com coragem os eventuais obstáculos do dia a dia.Por isso, se algum dia persegui a ausência de dor, hoje, sigo apenas buscando equilíbrio para este dia..

Fecho os olhos


Muitas vezes olhava pro espelho e nada via;
Minha alma angustiava de tanta dor;
Mergulhava numa profunda solidão...
Mas hoje; alegre novamente estou;
A resposta dos céus Deus me mandou;
Um grande amor do nada começou;
Encontrei novamente em seus olhos;
A alegria que o mundo me tomou...
Você hoje é meu tudo, Minha razão de viver
Meu primeiro e único, Verdadeiro amor...
Apesar da grande distancia;
De olhos fechados permaneço
Para ver-lhe mais um instante
Saciando meu coração
Com o meu:
VERDADEIRO AMOR

Ninguém é insensível, mas as vezes a dor vai embora.

"Carta de interferência de transmissão"

Que essa dor, que por vezes me liberta, seja o motivo da minha ascensão. Espero que essa dor prossiga abafada pelo universo que eu crio. E que a magia, que me ronda, seja como as dos contos de fada, mas que não acabe a meia-noite. Que essa paz que me acolhe em seu seio, esteja eternamente me aconchegando em seu âmago, para que esse universo, aceito e refeito, se torne o único e verdadeiro diante de mim. E que a máscara, a que uso, esteja constantemente sob a minha pele, para que a minha verdadeira face seja engolida pelo bem a que me proponho, pois com ele sou melhor, com ele cresço. E pra finalizar: que todos os meus dias sejam iluminados e sempre que inevitavelmente vier a tempestade, que eu seja dono do arco-íris que a sucederá. E que o vazio, deste que escreve, seja preenchido por mim.

(D'AUMON, Blog Espaço Zero - 2012)

A verdadeira liberdade
não está em fugir da dor,
mas em aprender
a dançar com ela,
encontrando luz mesmo
nas sombras.

O aprendizado é intransferível, seja pelo amor ou pela dor. A dor é o último recurso para quem não conseguiu aprender com amor.

UMA DOR AGRIDOCE

Uma dor doce
Como pimenta e agridoce
Algum tipo de tortura
Capaz de me deixar segura


Um amor incerto
Me abandona do deserto
E quando procuro
Me encontro no escuro


Não aguento mais chorar
Toda noite sem parar
Eu te quis
E por instantes fui feliz


Mas o amor nos afogou
E com fortes ondas nos puxou
Há tanto para pensar
Mas isso tem que acabar


Sem mágoas
Vamos enxugar as lágrimas
Aproveitamos enquanto deu
Só que agora preciso achar o meu "EU"

A Luz da Esperança ilumina o caminho para a paz interior.


"Com vontade, eu enfrento a dor e encontro a verdade⁠ que me liberta".


"A paz é o refúgio onde a luz da verdade me acolhe."


"Eu busco a coragem para enfrentar a dor e encontrar a paz que vem da verdade."


"A Luz da verdade me guia para a paz e a coragem de seguir em frente."


Karina Cardoso./(frases)/

A dor do amor é passageira, o amor-próprio é para sempre.

" Saudade...palavra doida...sentida...dor...alegria...partida ou chegada...aguardada...despedida...saudade é sofrimento...saudade é reencontro...saudade é tudo...um pranto...um sorriso...saudade é vida...morte...saudade...doida...sofrida...doce encanto...saudade...para viver...para morrer...saudade...saudade."💞

"E se, no fundo, cada passo que damos for apenas para poupar de dor aqueles que amamos?"

Continue com a dor, ela lhe faz vivo

O destino não é uma linha reta. É cheio de voltas, curvas, pausas e silêncios. Mas nenhuma dor é em vão.

Ele não caiu para ser marcado pela dor.
Ele caiu... mas se levantará com testemunho de
livramento.


A queda não será 0 fim da história, será começo de
um movimento de cura e proteção, que hoje está
ferido, amanhã será sinal da graça que sustentou.

Eu não sou médico. Mas sou humano.
E é da minha humanidade que nasce essa dor silenciosa, essa indignação cravada no peito e essa tristeza que carrego como um eco de muitas experiências, minhas e de tantos outros.


Porque, na essência mais dura e real, a medicina tem se afastado do amor.


Nos corredores frios onde se deveria escutar a esperança, ecoa a pressa.
Em muitos olhares, vejo o cansaço… mas também a ausência. A ausência de presença.
Vejo decisões tomadas sem escuta, tratamentos aplicados sem preparo, protocolos cumpridos sem alma.


E a pergunta que grita dentro de mim é:
em que momento deixamos de enxergar o outro como ser humano?


Quantas vezes vi pessoas enfraquecidas, sem o mínimo de condições físicas, sendo submetidas a procedimentos agressivos, não por maldade, talvez, mas por automatismo, por insensibilidade, por uma confiança cega nos processos.
Quantas vezes observei diagnósticos mal conduzidos, ausências de investigação, condutas impessoais…
E tudo isso, por vezes, diante da total ausência de quem deveria olhar, ouvir, acolher e, principalmente, cuidar.


Mas essa culpa, não é só de quem executa.
É também minha.
E é também sua.
É de todos nós.


Culpo-me, sim.
Culpo-me pela falta de coragem em certos momentos, por não questionar, por não insistir, por não exigir o que era justo.
E todos nós, de alguma forma, deveríamos nos culpar também.
Pela omissão. Pela passividade. Pela falta de atitude diante do que sabíamos que não estava certo.
Deveríamos nos culpar por não nos aprofundarmos nos temas, por não buscarmos entender, por delegarmos tudo a quem, muitas vezes, sequer nos escutou.
Deveríamos nos culpar por termos nos acostumado a aceitar qualquer coisa sem lutar, sem perguntar, sem pedir ajuda.


Porque enquanto aceitarmos com silêncio, profissionais continuarão tratando a vida como plantão.
E plantões, por mais importantes que sejam, não podem ser apenas relógios a bater ponto.


Sinto, e profundamente, o que tudo isso tem causado:


Sinto a frustração de, muitas vezes, não ter voz num sistema que frequentemente se mostra cego.
Sinto o desconforto de saber que decisões são tomadas como se o fim já estivesse decretado.
Sinto a dor de quem ainda tem fé… e encontra frieza.
Sinto o vazio deixado por ausências, de presença, de escuta, de compaixão.
Sinto a indignação de testemunhar que, por trás de muitos jalecos, o cuidado virou função, e não mais missão.


Não é uma acusação cega.
É um chamado.
É um clamor por consciência.


Falhamos, sim, falhamos como sociedade quando permitimos que a vida seja tratada como um detalhe.
Falhamos quando deixamos que o sistema engula o indivíduo.
Falhamos quando banalizamos o sofrimento alheio, como se não pudesse ser o nosso amanhã.


Mas aqui faço uma pausa necessária:
não quero, de forma alguma, generalizar.
Existem, sim, profissionais incríveis, médicos e equipes que ainda preservam a essência do cuidado, que escutam com atenção, que sentem com o paciente, que tratam com humanidade e zelo.
Esses profissionais existem, e a eles, minha profunda admiração.
Mas o que relato aqui nasce das experiências que tenho vivido e presenciado e, talvez, eu esteja enganado, mas os bons profissionais da área de saúde parecem estar se tornando raros.
Espécies em extinção.
E esse texto não é um ataque, mas um pedido urgente para que essas exceções voltem a ser a regra.


Podemos fazer diferente.
E é isso que peço:
Que cada um de nós volte a exigir.
Que cada um de nós volte a se importar.
Que cada um de nós volte a cuidar, inclusive de quem deveria cuidar de nós.


Só assim forjaremos uma nova geração de profissionais.
Profissionais que amam o que fazem.
Que estudam além do óbvio.
Que escutam o que não está no prontuário.
Que reconhecem, em cada paciente, uma alma e não apenas um caso.


E talvez, só então, a medicina volte a ser o que nasceu para ser:
uma extensão do amor.


E que esse amor nos cure, a todos.

"A dor maior nem sempre está na ausência do prazer, mas na ausência de significado."

Falaram, conspiraram por dor, ganância ou inveja, ou apenas para me ver de cabeça baixa. Mas não há nada melhor que seguir pelas curvas do tempo, enfrentando a injustiça, para que o regresso revele onde habita a verdadeira felicidade.

A lembrança, a dor e a saudade — a distância não acalenta a perda. Na verdade, ela nunca foi parte de você, não lhe pertence. Passou e se foi, como o vento que se perde no oceano, para bem longe.

Quando a dor é muito grande, não conseguimos pensar que existe o amanhã!

Me alimentou na fome, curou minhas cicatrizes na dor, secou minhas lágrimas no pranto, aqueceu meu corpo no inverno, guiou-me pelo caminho deserto, amou-me na tristeza e, na solidão, acolheu-me e apresentou-me à felicidade. Obrigado, Deus, por me amar.