Sinceridade de um Homem para uma Mulher
A razão pela qual há tanto pecado no mundo hoje é que o homem perdeu o medo de que existe o inferno.
O homem deve estar consciente de que sua missão é viver uma vida plena de sentido e dar respostas transcendentes a cada situação. Pois, cada vez mais, as pessoas têm os meios para viver, mas não têm uma razão para viver.
A evolução do homem costuma ser degradante.
Se tornam modernos, perdem a magia, perdem o interesse nas coisas que realmente tem valor, se tornam péssimos amantes tanto na cama como espiritual, concentram-se apenas em dinheiro, carros e futilidades, seus argumentos e aprendizados são instruídos pela mídia e acabam perdendo seu ''algo a mais''´,
com o modo automático ativado mais parecem robôs que pessoas.
O homem pretende ser imortal e para isso defende princípios efêmeros. Um dia, inexoravelmente, descobrirá que para ser imortal deverá defender princípios absolutos.
Neste dia, morrerá para a carne, efêmera, e viverá para o espírito, eterno. Será imortal
Eu sou um homem muito simples. Não preciso de muito para me sentir satisfeito. Desde que eu tenha um teto sobre minha cabeça, uma TV, alguns discos, dinheiro suficiente para sair e encher a cara e botar umas tetinhas na minha boca, estou plenamente feliz.
''A honestidade purifica o espírito
E traz ao homem a certeza
De que se um dia lhe for requerido
Que preste contas do que foi vivido,
Ele não precisará abaixar a cabeça''.
O homem que pensa poder viver sem outro está equivocado; o homem que pensa que os outros não poderão viver sem ele, está ainda mais equivocado.
Todo homem é de alguma forma político, mesmo que muitos cabeçudos alienados não tenham consciência disso e até afirmem que são apolíticos. Crassa tolice pois, se não são agentes em menor ou maior escala da política, são os instrumentos, objetos ou marionetes dos agentes políticos que os manipulam.
O homem cotidiano não gosta de demorar. Pelo contrário, tudo o apressa. Ao mesmo tempo, porém, nada lhe interessa além de si mesmo, principalmente aquilo que poderia ser.
A globalização mata a noção de solidariedade, devolve o homem à condição primitiva do cada um por si e, como se voltássemos a ser animais da selva, reduz as noções de moralidade pública e particular a um quase nada.
