Sinal
O vazio é sinal de juventude e deve ser preenchido com novas ideias. O medo do vazio é o fracasso da juventude.
Não comemore se o seu calçado nunca estiver sujo, pois provavelmente é um sinal de que você está sempre parado.
QUEM VIVE COM ARREPENDIMENTO É SINAL QUE NÃO SOUBE ASSUMIR O ERRO.
Antonio R Fedossi- escritor -editora interação.com.br
O verdadeiro amor é aquele que te aproxima de Deus, se estás distante do Criador, é sinal que tu precisas novamente ser amado.
Se você ja procurou sua batida perfeita e não achou, sinal que algum ingrediente ta em falta, caipirinha não se faz só com limão e 51.
A mão de Deus está em cada sinal de benignidade irrefutável; e qualquer outra obra, por mais significante que seja, não pertence a Deus!
Amanhece e anoitece e os meus pensamentos não saem de você
Nenhum sinal
O tempo passa devagar para quem espera
Se antes o sorriso era de fácil acesso, hoje ele se tornou cheio de barreiras, de curvas, um caminho extenso difícil de chegar. Sem sal, sem açúcar, sem graça.
Ficaram apenas os pensamentos e as lembranças
Ficou a vontade imensa de entender tudo o que aconteceu...
Entender como?
Antes não tivesse vivido...
Antes não tivesse experimentado...
Mas como saber? Como prever?
Nenhum sinal
O que me resta é esperar e ver o tempo passar
Quando conseguimos levantar a autoestima é sinal de que encontramos dentro de nós mesmos, algumas coisas que nos puxam para cima. E quando não encaramos de frente algumas coisas que fizemos no passado e que nos incomodam, isso fica nos derrubando, mesmo quando tudo anda bem.
Quando nos perdoamos é porque fizemos as pazes com aquelas coisinhas dentro de nós que nos puxam para baixo.
DO REAL PARA O VIRTUAL, UM BOM OU MAU SINAL?
Desde o início da civilização, os homens vêm sofrendo profundas modificações em suas vidas, seus valores, suas crenças e seus modos de assimilação do conhecimento.
Efetivamente, desde seus primórdios (quando desceram das árvores na África) até os cibernéticos dias em que vivemos, muitas coisas foram surgindo e transformando o nosso modo de ser, de viver, e principalmente, de apreender as coisas.
Chegamos até aqui através de uma fantástica viagem iniciada pelos nômades, transformada pelo surgimento das religiões, abalada pelas trágicas guerras, geograficamente modificada pelas ascensões e quedas dos grandes impérios, guiada intelectualmente pelas correntes filosóficas desde os Pré-Socráticos até os pós-modernos, e radicalmente sacudida pelas grandes invenções da humanidade, da roda ao computador.
Indubitavelmente que a chegada do novo modo de adquirir conhecimento provocado com a chegada da internet foi uma das mais drásticas transformações sofridas pelo homem no menor espaço de tempo. Afinal, ela (a internet) ainda é uma jovem mocinha de, no máximo, uns 20 anos, ou seria uma adolescente de uns 15 aninhos? A transformação é tão rápida que a gente se perde no tempo.
Mas o que me mete medo, confesso que ando apavorado com isto, são os “novos cultos”. Há informações demais, sobre qualquer coisa, as quais, acessadas de forma desorganizada e desprovidas de qualquer critério lógico, está fazendo surgir uma nova espécie humana, o “homo pseudo sapiens”.
Desta nova espécie, derivam-se duas subespécies: a primeira são aqueles que buscam o conhecimento no maior gênio absoluto do universo na atualidade, o Dr. Google, o qual, para cada pergunta que lhe é feita (nem precisa fazer a pergunta inteira, pois ele se auto completa) espargem-se centenas de indicações de “sites” que possuem as respostas (nem sempre) mais precisas e verdadeiras, e exatamente aí que mora o perigo (na escolha certa, da página certa, da resposta certa); e a segunda subespécie, esta temerária, abjeta e abundante por toda a parte, pois toda a sua cultura deriva de uma única fonte, o “facebook”. Sobre estes, peço licença para parodiar uma frase que era proferida pela atriz Arlete Soares, na já extinta série de TV chamada Sai de Baixo: “PREFIRO NÃO COMENTAR”. E aproveitando uma recente postagem da minha idolatrada amiga Regina de Oliveira:“Dai-me paciência, nossa senhora da falta de inteligência.”
A ventania vem durante um dia para anunciar as chuvas que estão próximas, mas não existe sinal melhor do que as próprias chuvas para a certeza de uma boa colheita.
