Silêncio de Deus

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O silêncio de Deus pode ser a melhor maneira de ouví-lo.

O silêncio de Deus é terrível;
Fere na alma, arde no espírito e sangra o coração.

⁠" E quando a minha alma sentiu o silêncio de Deus, eu ouvi a Sua resposta gritar dentro de mim, e dizia: EU AINDA ESTOU NO CONTROLE, NÃO TEMAS, CONFIA, ESPERA!” (08/12/20)

⁠Há momentos em que o coração só precisa se recolher no silêncio de Deus.
Falar com Ele é como respirar fundo depois de um dia difícil.
A alma se acalma…
E quando a gente escuta,
vem uma força mansa, mas imensa,
que nos coloca de pé outra vez.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Bom dia!
Há sonhos que a gente guarda no silêncio…
mas Deus conhece cada um deles.

Confia.
O que hoje é esperança quietinha,
amanhã pode florescer como milagre.

Fale com Deus logo cedo.
Ele ouve até o que o coração ainda não sabe dizer.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

⁠Tem coisa que a gente vive plantando em silêncio.
E Deus… ah, Deus tem visto cada semente lançada com fé,
mesmo quando tudo parecia tão árido por dentro.

Não se espante se, de repente, as coisas começarem a florescer.
Isso não é sorte — é colheita.
É resposta suave ao esforço bonito
de quem não desistiu, mesmo cansando.

A vida começa a dar certo devagarinho,
quando o coração entende que Deus nunca deixou de ver.

— Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

Quem não entende o silêncio de Deus jamais ouviu a voz da verdadeira fé.

O silêncio de Deus sempre antecipa um rugido!

Devemos lembrar, mesmo quando tudo parece escuro, que o silêncio de Deus não é ausência, é trabalho invisível. Nos piores dias, quando as forças faltam e as perguntas sobram, o propósito não deixa de existir — ele só não é imediato, nem confortável.


Deus não desperdiça dor. O que hoje parece castigo, amanhã pode se revelar como direção. Muitas vezes, o propósito não está no que acontece, mas no que nasce dentro de nós a partir disso: fé mais madura, coração mais sensível, coragem onde antes havia medo.


Confiar nos piores dias é um ato de entrega. É escolher acreditar que, mesmo sem entender o caminho, Ele já enxerga o destino. E que cada lágrima, cada espera e cada queda fazem parte de uma história maior, escrita com cuidado, mesmo quando não conseguimos ler as linhas.

​“O silêncio de Deus é um vazio que não é ausência, mas presença escondida.”

— Douglas Santos, em O Deus Silencioso

"O silêncio de Deus é, paradoxalmente, misericórdia ativa."


Douglas Santos - O Deus Silencioso e a Obsessão do Homem por Atenção

“O silêncio de Deus não é abandono; é preparação silenciosa.”

O silêncio com Deus é a conversa mais sincera que a gente pode ter.

Carta V — O Silêncio de Deus:
Confronto com o divino e o mal


Na moldura do vazio pintei o nome de Deus.


Chamei por Ele, e não me respondeu. Gritei desesperadamente, como quem está num avião em queda: clamei, clamei, clamei… mas a resposta foi silêncio total.


Deus é cúmplice ou redentor? Foi esta a questão que me fiz.


Pois quem assiste à maldade e a tolera pratica-a indiretamente da mesma maneira.


Cada palavra que eu exprimia transformava-se em julgamento, como se tudo o que suplicasse fosse motivo de pura rejeição. Onde estás, Senhor? Dez anos já se passaram, mas a tua presença continua indetectável e imperceptível. Por que permites que os reis desta terra prevaleçam sobre os justos? Que provas de amor precisas para que o mal se torne defunto?


Somos apenas carne; a qualquer momento iremos apodrecer. E, como uma flor murcha, também haveremos de perecer.


Os que te confrontam perecem; mas por que os reis da terra até hoje permanecem?
Houve silêncio total no céu, como se nele já não habitasse ninguém. E eu, na angústia do meu pavor, caí em tristeza. A escuridão daquele lugar parecia um eclipse.

Enterrei-me nas tumbas do meu desespero. Aflito e com medo, destruí os pedaços de esperança que ainda preservava comigo. Se ainda restassem lágrimas nos meus olhos, nada me consolaria mais do que derramá-las por desgosto. Em situações em que Deus é necessário, há ausência, há silêncio. Nos momentos menos tristes da vida, confirma-se a sua presença.


"Afinal, quem é o carrasco: aquele que provoca o sofrimento ou aquele que o observa e nada faz?"


"Pois onde não há luz, não há sombra."


Não é o crime que existe por causa da lei; caso contrário, já teria desaparecido depois da criação dela.


Ao contrário: "só existe lei porque existe crime, sendo este anterior à lei."


De igual modo, parece que só existe o mal porque existe Deus — porque Deus é anterior ao mal. Eles não coexistem da mesma maneira. O conflito espiritual sempre pressupôs antagonismos:


"O bem (a luz) e o mal (as trevas). E nós herdámo-los de quem nos criou."


Todavia, por que temos de pagar por tudo o que nos foi entregue de mal? Por que os justos sofrem nas mãos dos iníquos? Quem sustenta a maldade dentro de nós: aquele que nos criou ou aquele que nos tenta dominar?


E mesmo assim não houve respostas.


O céu assombrou-se com as minhas perguntas e retirou-se da minha face. Deus abandonou-me no vale da morte, enquanto anjos entoavam salmos de glória. Chorei, chorei, chorei… mas não caíram lágrimas, tampouco sangue. Já se haviam esgotado.


"E, enquanto rogava a Deus por uma saída, traçava-se o meu destino para a morte."

​"O silêncio de Deus não é ausência, é preparo. Muitas vezes achamos que Ele se esqueceu de nós, mas é justamente no silêncio que o Dono do Tempo está ajustando os ponteiros da nossa vitória. Não questione a pausa, confie no propósito."



Lúcia reflexões &Vida

Muitas vezes, o silêncio de Deus não é um não, mas um trabalho de bastidores. É no silêncio que ele nos molda, protege e prepara o terreno para a nossa colheita.
Seja forte e corajosa e principalmente tenha Fé...࣭⭑⚝ִ ࣪𖤐𔓘




Bom dia ㅤᵕ̈
com fé e alegria ⋆☕︎ ˖𓂃 𓈒𓏸

O silêncio de Deus não é ausência...onde o barulho do mundo termina, a voz de Deus começa!!!


DeBrunoParaCarla

Quase desisti em silêncio… mas Deus ouviu até o que eu não consegui dizer.

QUANDO O SORRISO SE TORNA SILÊNCIO.
Capítulo I
Livro: O Silêncio De Deus.
Escritor:Marcelo Caetano Monteiro .
Ela estava condenada pela matéria. Eu, condenado pela antecipação.
Havia nela uma doença que a consumia. Em mim, uma ausência de tempo que me dilacerava.
Ela sorria. Eu também.
Mas o sorriso dela era um véu. O meu, um clamor.
Eu sabia. Sempre soube.
Ainda assim, sustentávamos aquele teatro delicado, onde dois corações fingiam não perceber a ruína iminente.
Ela ainda vivia.
E eu vivia apenas um pouco mais dentro dessa estranha realidade que, paradoxalmente, começava a adquirir sentido.
Já não havia tempo.
Ou talvez nunca tenha havido.
Se ao menos fosse possível trocar destinos.
Se o tempo dela pudesse ser o meu.
Se o meu pudesse tornar-se o dela.
Tudo por um único sorriso verdadeiro.
Adormeci sob o peso dessas reflexões.
E, no limiar entre o sonho e o abismo, ouvi um sussurro.
"Não era o tempo dela."
Despertei abruptamente.
O coração pulsava como um sino em desespero.
Cada segundo tornava-se uma vida inteira comprimida.
Corri.
Corri como quem tenta fugir do inevitável.
Corri como quem deseja alcançar o impossível.
Só ouvia o meu coração.
Batendo em duplicidade.
Como se tentasse viver por dois.
Ao chegar, o silêncio era mais eloquente que qualquer grito.
Soluços preenchiam o ambiente com uma dor que não precisava de tradução.
Olhares me atravessaram.
Olhares que diziam tudo.
Olhares que me concediam passagem sem que eu precisasse pedir.
E ali estava ela.
Serena.
Bela.
Mas já distante do ar que antes lhe pertencia.
Onde estava o sorriso.
Sobre seu corpo repousava uma folha simples.
Um último testemunho.
Li.
E cada palavra era um golpe.
"Eu não suporto mais.
Que todos me perdoem.
Eu sorrio falso.
Sorrio vazio.
Vivo um pesadelo dentro da própria vida.
Quem eu amo não voltará jamais."
Minhas mãos tremiam.
A visão se dissolvia em lágrimas.
Ao lado, um frasco.
Silencioso.
Mas mais eloquente que qualquer sentença.
Ajoelhei-me.
Não por escolha.
Mas porque a alma já não sustentava o corpo.
Continuei.
"Desculpe-me.
O seu sorriso é real.
Você sabe viver.
Eu não sei.
Estou presa a um passado que não compreendo.
Você pode me perdoar por não tentar.
Deixe-me partir com a esperança da sua compreensão.
Não sei o que existe além daqui.
Mas, se existir algo, espero encontrar novamente esse seu modo de sorrir.
Esse modo de fingir que me compreendia.
Olha.
Quão estranha é a vida.
Meu Deus.
Quão estranha."
O papel caiu de minhas mãos.
E naquele instante compreendi algo que nenhum tempo poderia ensinar.
Há dores que não pedem cura.
Pedem presença.
Há almas que não sucumbem pela morte.
Sucumbem pela ausência de sentido.
E há sorrisos.
Ah, os sorrisos.
Alguns são pontes.
Outros, despedidas disfarçadas.
Naquele quarto, o silêncio não era vazio.
Era absoluto.
E nele ecoava uma verdade que nenhum de nós ousou enfrentar enquanto havia tempo.
Que viver não é permanecer.
É compreender.
E compreender, às vezes, chega tarde demais.
Diga-me.

SOB O SILÊNCIO DAS CONSTELAÇÕES.
Do livro: O Silêncio De Deus.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.
Amávamos em desmedida desigual.
Como dois céus que jamais se alinham.
Um ardia em oferenda constante.
Outro apenas refletia a luz alheia.
Dividíamos o universo.
Mas não o peso da eternidade íntima.
Havia em ti o repouso sereno.
E em mim a febre de permanecer.
Quando as estrelas ainda nos reconheciam.
Eram cúmplices do que não ousávamos dizer.
Agora, elas se dispersam.
Como se também recusassem testemunhar o fim.
Olho o firmamento e me perco.
Não pela vastidão.
Mas pela ausência que o torna infinito demais.
Teus olhos foram mar.
E no último instante.
Afoguei-me sem resistência.
As lágrimas não descem mais.
Elas doem.
Como se cada uma soubesse.
Que só há um coração a suporta-las em tudo.
O que fui.
Entreguei-te inteiro.
O que restou.
É apenas o eco do que nunca foi recíproco.
E assim.
Enquanto o céu se despede em silêncio.
Eu permaneço ajoelhado no altar da dor, olhando as estrelas embaçadas.
E guardião de um amor que não morreu.
Apenas foi condenado a existir dentro do abandono da solidão.