Si Próprio
O homem que busca em si próprio o desejo de vencer, encontra a vitória facilmente em qualquer batalha.
Sobre o narcisismo: no texto há pelo menos 2 pleonasmos: "obsessão por si próprio" e "falta de empatia com o outro". "Por si" já refere-se à terceira pessoa do singular, assim como a palavra "empatia" só pode ser pelo outro.
Os problemas da vida devem ser superados. Acreditar em si próprio é um dos caminhos para vencer. Lute sempre pelo que você deseja.
Não perca tempo medindo as pessoas ao seu redor. Use sua régua para medir-se a si próprio. E veja o quanto ainda precisa evoluir .
O empreendedor se revelará corajoso se puder enfrentar a si próprio diante do espelho e admitir que um projeto se tornou inviável sob determinadas condições. É o conceito de stop loss.
"Sempre que você pensar que tem um grande problema... fale pra si próprio que tem um pequeno problema"
Viver é dar a si próprio a maior e melhor oportunidade de descobrir, de aprender. Viva, então, intensamente! Permita-se!
Ninguém consegue dominar-se se não compreende a si próprio. Existem espelhos para o rosto, mas não para o espírito, tome lugar do espelho a ponderada auto-reflexão. E, ao se esquecer de sua imagem exterior, tente corrigir e aprimorar a interior. Conheça a força da sua prudência e perspicácia. Verifique se tem condições de se empenhar. Explore seu íntimo e verifique seus recursos para tudo.
O ser humano está na autossuficiência da ignorância de si próprio, quando não entende a crítica construtiva.
A um poema elaborar, sem almejar ou querer saber, todo poeta salva-se a si próprio, pelo ato de escrever, e a muitos outros sem pretender.
Somos seres não libertos
“A esfera da consciência reduz-se na ação; por isso ninguém que aja pode aspirar ao universal, porque agir é agarrar-se às propriedades do ser em detrimento do ser, a uma forma de realidade em prejuízo da realidade. O grau da nossa emancipação mede-se pela quantidade das iniciativas de que nos libertamos, bem como pela nossa capacidade de converter em não-objeto todo o objeto. Mas nada significa falar de emancipação a propósito de uma humanidade apressada que se esqueceu de que não é possível reconquistar a vida nem gozá-la sem primeiro a ter abolido.
Respiramos demasiado depressa para sermos capazes de captar as coisas em si próprias ou de denunciar a sua fragilidade. O nosso ofegar postula-as e deforma-as, cria-as e desfigura-as, e amarra-nos a elas. Agito-me e portanto emito um mundo tão suspeito como a minha especulação, que o justifica, adoto o movimento que me transforma em gerador de ser, em artesão de ficções, ao mesmo tempo que a minha veia cosmogônica me faz esquecer que, arrastado pelo turbilhão dos atos, não passo de um acólito do tempo, de um agente de universos caducos.
Empanturrados de sensações e do seu corolário, o devir, somos seres não libertos, por inclinação e por princípio, condenados de eleição, presas da febre do visível, pesquisadores desses enigmas de superfície que estão à altura do nosso desânimo e da nossa trepidação.
Se queremos recuperar a nossa liberdade, devemos pousar o fardo da sensação, deixar de reagir ao mundo através dos sentidos, romper os nossos laços. Ora, toda a sensação é um laço, tanto o prazer como a dor, tanto a alegria como a tristeza. Só se liberta o espírito que, puro de toda a convivência com seres ou com objetos, se aplica à sua vacuidade.
Resistir à sua felicidade é coisa que a maioria consegue; a infelicidade, no entanto, é muito mais insidiosa. Já a provastes? Jamais vos sentires saciados, procurá-la-eis com avidez e de preferência nos lugares onde ela não se encontra, mas projetá-la-eis neles, porque, sem ela, tudo vos pareceria inútil e baço. Onde quer que a infelicidade se encontre, expulsa o mistério e torna-o luminoso. Sabor e chave das coisas, acidente e obsessão, capricho e necessidade, far-vos-á amar a aparência no que ela tem de mais poderoso, de mais duradouro e de mais verdadeiro, e amarrar-vos-á para sempre porque, ‘intensa’ por natureza, é, como toda a ‘intensidade’, servidão, sujeição. A alma indiferente e nula, a alma desentravada - como chegar a ela? E como conquistar a ausência, a liberdade da ausência? Tal liberdade jamais figurará entre os nossos costumes, tal como neles não figurará o ‘sonho do espírito infinito’”.
Aquele que se amou a si próprio foi grande pela sua pessoa; quem amou a outrem foi grande dando-se. Mas o que amou a Deus foi o maior de todos.
Para que e/ou quem escrevemos?
Dizem que...
É escrita reprimida, intrínseca e seca.
É catarse restrita e amoral.
"Parei de pensar naqueles que passam pela minha vida...
Valorizo apenas aqueles que ficam!"
(Hélia Michelin)
