Si Mesmo
você se humilha tentando se demonstrar para pessoa que você gosta dela,mas acaba ferindo a si mesmo..
Abolir a oposição entre o bem e o mal, conhecer-se a si mesmo e tornar-se criança (...). Devemos considerar tudo com um olhar humano, sem saber se é realmente assim ou se parece unicamente assim. Esta afirmação abala a respeito pela autoridade, mas a reverência pelas coisas profundas ela nao abala
a depressão existe quando você se perde de si mesmo, não queira ser igual todo mundo entenda seu valor e se não for suficiente agregue mais somente o suficiente a si mesmo o próprio universo te recepcionará com todo valor merecido.
@pensamentobrunoo
Acredite em si mesmo e na sua capacidade de realizar seus sonhos e objetivos. A busca pela autorealização é uma jornada desafiadora, mas a sensação de ter alcançado algo que era importante para você é indescritível. Não desista, persista e lute pelo que você acredita, pois a realização pessoal é uma das maiores fontes de motivação e felicidade que você pode experimentar na vida
A leitura é uma maneira de investir em si mesmo e de se preparar para os desafios que a vida pode trazer.
Se você não acredita em si mesmo, ninguém mais acreditará em você e será sempre motivo de críticas.
Quebrantar-se diante dEle é esvaziar-se de si mesmo.
É abdicar dos próprios desejos para dar vez ao querer do Pai.
É viver nesse mundo com o coração conectado aos céus.
É resplandecer O Cristo na identidade de quem somos.
O autoperdão é o ato de tomar consciência do mal que se tem praticado aos outros e a si mesmo e, a partir da virtude da autoconsciência, virtude fundamental para transmutar a culpa, começar a agir para reparar o mal por meio do bem, a começar por si mesmo, fazendo a escolha consciencial de cumprir a lei de amor praticando as virtudes.
Livro: Inteligência Consciencial - a conquista da autonomia da consciência
É impossível você acalmar uma tempestade,
mas você pode acalmar a si mesmo
até a tempestade passar.
Amar a si mesmo não é narcisismo nem autoidolatria. Amor-próprio é descobrir que o “si mesmo” e o “outro” são igualmente relevantes. Até, quiçá, perceber que, no fundo, não há nem si nem outro.
