Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Eu já fui menos pensativo, menos realista, menos ansioso. Já tive menos amor, menos ódio, menos rancor, menos saudade, mais humor, mais criatividade, mais positividade, mais alegria. Eu mudei, e não duvide de eu continuar mudando.
Amor e paixão é baseado na irracionalidade uma atitude logica não condiz com o que se espera de uma paixão
Todo santo dia a mesma agonia, a mesma angústia, e o mesmo desamor. Toda solidão. De um amor frustrado, de amor não vivido, de uma vida não vivida. Em certo ponto eu estava só. E com tanta gente. E ninguém me entendia. E o meu conforto que eu dia era meu, um deles me tirou de mim. E o outro foi retirado. Sem nada. Nenhuma coisa. Nada! Estava só. E é amargo. Nessas idas e vindas encontrei alguém tanto quanto parecido comigo. Pois outro novato, outro chato, outro amante, outro diferente, outro jovem velho, outro amigo. Com quem eu podia me deslumbrar com aquela fotografia da Marilyn Monroe. E rir disso.
Por que que o amor dói tanto, todos falam que e o sentimento mais poderoso do mundo ate agora não achei esse poder todo.
Fim. A intolerância alcançou o amor. As brigas eram mais constantes que os abraços. A obrigação ultrapassou a vontade. Não existia mais saudade. A repetição se instalou. As mãos se entrelaçavam nas ruas. Os beijos do amanhecer faziam cosquinha. Ter companhia era um prazer. Felicidade incorporada em dois corpos. Os carinhos eram sinceros e delicados. Olhos diziam tudo. Havia sentimento. Era uma vez um casal feliz..
