Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Não tem como fugir da vida, não tem comi fugir do amor, assim como também não tem como fugir da segunda- feira.
Não é amor e nem paixão é vicio. Não sei mais ficar sem, digo que nunca mais e uma semana depois ta eu lá de novo na canalhice, é complicado! Me faz um bem danado e um mal sem igual. Viciei!E o pior é que não quero tratamento.
Aprendi que mesmo morrendo de amor, sou capaz de sobreviver. Aprendi a dar adeus, pra quem não merece ficar.
Acredito no amor-próprio, não é egoísmo. É necessidade. É sabedoria. Como posso depositar ou até responsabilizar outro por todos os meus sentimentos? É complicado. Ou melhor, é muito fácil. Isso não deve existir. É fato que expectativas existem, mas se tivermos amor-próprio, qualquer decepção deixará de ser o fim do mundo e passará a ter o peso de simplesmente um aprendizado. De caos passará para lição.
Talvez só agora eu tenha entendido que o amor é isso, uma forma abstrata que as pessoas enchergam como querem, e naturalmente defendem o seu ponto de vista se for amor verdadeiro, que amor seria ameaçado por opiniões diversas afinal?
