Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
A maioria das pessoas passa de oito a doze horas por dia
fazendo coisas que não fazem sentido na vida delas
PERMITA-SE! PERMITA-SE!
Você sabe por que as pessoas gostam da violência? Porque ela dá prazer. Os seres humanos acham a violência profundamente satisfatória. Mas remova a satisfação, e o ato fica… oco.
(Alan Turing)
“Quando o poeta italiano Dante escreveu A divina comédia, ele disse: No
dia em que o homem permitir que o verdadeiro amor apareça, as coisas que estão
bem estruturadas se transformarão em confusão, e irão balançar tudo aquilo que
achamos que é certo, que é verdade. O mundo será verdadeiro quando o homem
souber amar - até lá, viveremos achando que conhecemos o amor, mas sem
coragem de enfrentá-lo tal como é.
Amo como ama o amor. Não conheço nenhuma outra razão para amar senão amar. Que queres que te diga, além de que te amo, se o que quero dizer-te é que te amo?
Amor não é se envolver com a pessoa perfeita, aquela dos nossos sonhos. Não existem príncipes nem princesas. Encare a outra pessoa de forma sincera e real, exaltando suas qualidades, mas sabendo também de seus defeitos. O amor só é lindo, quando encontramos alguém que nos transforme no melhor que podemos ser.
Purifica o teu coração antes de permitires que o amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda num recipiente sujo.
Deus, para a felicidade do homem, inventou a fé e o amor. O Diabo, invejoso, fez o homem confundir fé com religião e amor com casamento.
Tão bom morrer de amor! E continuar vivendo...
Aquilo que se faz por amor está sempre além do bem e do mal.
Nota: Adaptação de trecho do livro "Além do bem e do mal".
...MaisA distância faz ao amor aquilo que o vento faz ao fogo: apaga o pequeno, inflama o grande.
Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura.
Amai, porque nada melhor para a saúde que um amor correspondido.
Não há ninguém, mesmo sem cultura, que não se torne poeta quando o amor toma conta dele.
A medida do amor é amar sem medida.
Nota: Pensamento adaptado e atribuído a Santo Agostinho, citado por Severo, bispo de Milevi, em carta a Agostinho, Epistola 109, e por São Bernardo de Claraval, em De Diligendo Deo. A autoria do texto tem vindo a ser erroneamente atribuída a Victor Hugo.
...MaisO amor calcula as horas por meses, e os dias por anos; e cada pequena ausência é uma eternidade.
