Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Eu sou o Sonic. Uma bolinha de super energia, em um pacote extremamente bonito. No meu planeta, as pessoas estavam sempre atrás dos meus poderes. Então eu vim para o seu. Estou um pouco solitário, mas tudo bem. Estou vivendo minha melhor vida na terra.
Tem tanta gente imbecil e arrogante, que não possuem o mérito, inteligência, capacidade, profissionalismo e conduta, daqueles que tem tudo isso e não o são.
A busca máxima do homem é a felicidade. E, para ser feliz, não precisa fazer sempre o que você quer, mas amar sempre o que você faz.
A mudança pode parecer que vai ser sempre para algo ruim,mas faz parte do madurecimeno mudar,não podemos ter medo do novo,porque ainda temos um mundi inteiro para conquistar.
Boa tarde, que esta quinta-feira lhe proporcione êxitos e realizações, pelos quais você busca com dignidade e esforços.
Dizem que há muito, muito tempo no mundo subterrâneo, onde não existem nem a mentira, nem a dor, vivia uma princesa que sonhava com o mundo dos humanos. Ela sonhava com o céu azul, a brisa suave e o sol brilhante. Um dia, enganando toda a vigilância a princesa escapou. Uma vez no exterior a luz do sol a cegou e apagou de sua memória qualquer indício do passado. A princesa esqueceu quem era e de onde vinha e seu corpo sofreu com o frio, a doença e a dor. E com o passar dos anos ela morreu.
Nosso legado não é a quantia na conta bancária. É quem faz parte de nossas vidas e o que vamos deixar para eles.
quando eu sentir sua falta, vou me lembrar dos momentos bons em que estivemos juntos e espero que faça o mesmo.
Tem gente que escreve por ego ou só pra fazer firula. O meu texto é simples, sincero, é tinta que sai da medula.
Ninguém pode renunciar aquilo que realmente é. Você pode renunciar a sua missão, mas nunca deixará de ser uma princesa.
Bom dia/Boa tarde/Boa noite pra você que gasta mais do que ganha e acabou de perceber que está pagando pra trabalhar.
Não sou de copas, nem de ouros, nem de paus, nem de espadas. Também não sou rei ou valete, nem oito, nem ás. Aqui estou eu, um simples curinga. E tive de descobrir sozinho o que é ser um curinga. Toda vez que mexo a cabeça, e meus guizos tilintam e me lembram de que não tenho família, de que sou sozinho. Não tenho um número nem um ofício. [...] Assim, tudo o que eu sempre fiz foi andar por aí observando tudo o que os outros faziam. Em contrapartida, pude ver um monte de coisas para quais os outros sempre foram cegos.
