Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Eu tive tantos nomes. Nomes antigos que só o vento e as árvores podem pronunciar. Eu sou a montanha, a floresta e a terra. Eu sou... Eu sou um fauno.
Ela deixou para trás pequenos traços de sua passagem na Terra, visíveis apenas para aqueles que sabem onde olhar.
Sou tão livre, leve e solto, que a inveja, a falsidade, a injúria, a calúnia e a difamação passam por mim que nem o vento...
Bom dia/Boa tarde/Boa noite pra você que gasta mais do que ganha e acabou de perceber que está pagando pra trabalhar.
Não sou de copas, nem de ouros, nem de paus, nem de espadas. Também não sou rei ou valete, nem oito, nem ás. Aqui estou eu, um simples curinga. E tive de descobrir sozinho o que é ser um curinga. Toda vez que mexo a cabeça, e meus guizos tilintam e me lembram de que não tenho família, de que sou sozinho. Não tenho um número nem um ofício. [...] Assim, tudo o que eu sempre fiz foi andar por aí observando tudo o que os outros faziam. Em contrapartida, pude ver um monte de coisas para quais os outros sempre foram cegos.
Eu nao concordo nem discordo, muito pelo contrário, eu acho que o importante é o que interessa, porque uma coisa é uma coisa outra coisa é outra coisa.
Vivi em um mundo de morte. Vi pessoas que amava morrerem. Algunsr rápido com uma bala, outros que não sobraram o suficiente para enterrar. Todos esses anos guardei os meus segredos, mas chegou a hora de enfrentar meu passado. E se vierem me procurar, eles receberão a morte.
Eu quero vingança. Quero que eles saibam que a morte está chegando e não há nada que eles possam fazer para detê-la.
