Shakespeare sobre o Amor Soneto 7

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Sobre a oração
As palavras de nada valem se o coração não estiver presente e desperto em cada sílaba. E quando o coração não está presente e desperto, melhor é que a língua durma ou que se esconda atrás dos lábios fechados.
Nem precisais de templos para orardes.
Quem não pode encontrar um templo em seu coração, jamais encontrará seu coração num templo.

Inserida por FabioSilvaDN

Se refletirmos sobre
a tristeza,
valorizamos o sorriso,
Assim encontraremos
a felicidade...

Sérgio o Cancioneiro

Inserida por sergiocancioneiro

12/10/2014 - 17:25 hs.
Ninguém sabe nada sobre mim, pois eu até me surpreendi, também não sei nada.

Inserida por sergiocancioneiro

Quando a gente ama de verdade, muitas vezes é preciso calar, ignorar e refletir sobre qualquer discussão.
Porque é triste demais magoar, fazer sofrer, chorar, alguém a quem amamos muito.

Inserida por sergiocancioneiro

16-04-2015
Inteligente é o homem que escuta pacientemente o que sua mulher lhe conta sobre os acontecimentos do seu cotidiano diário. Idiota é aquele que sua mulher tem que lhe esconder muitas coisas por sua burrice e ignorância.

Inserida por sergiocancioneiro

16-04-2015
Muitas vezes é preciso ignorar, calar e refletir sobre qualquer discussão. Como dói! sofrer, chorar e ser magoado(a) por quem amamos.

Inserida por sergiocancioneiro

Eu vivo a música e a poesia...
Como filosofia sobre a vida...
Que aos acordes de um violão..
Mandaria a saudade embora...
Trilha sonora da vida...
Sem que ninguém estivesse olhando.

Inserida por sergiocancioneiro

Quantas e quantas vezes
você para para refletir
como amar alguém
com tanto amor assim?

Em meio aos problemas
em meio a tantas ilusões
é difícil prender dentro de mim
todas essas emoções.

Não está sendo tão fácil
mas tenho que prosseguir
não pensei que a vida
fosse tão difícil assim...

Mas com todas essas coisas
tenho muita convicção
que a minha fé nunca irá
deixar-me de mãos postas ao chão.

E tenho a esperança
que um dia irei dizer
como eu quero passar
o resto da minha vida com você!

Inserida por darllan_kawe

Há de saber
Sobre nós
Sobre você
É a poesia, amor
Que aviva todo o nosso ser.

Inserida por gislainnes

Não há nada a lamentar sobre a morte, assim como não há nada a lamentar sobre o crescimento de uma flor. O que é terrível não é a morte, mas as vidas que as pessoas levam ou não levam até a sua morte. Não reverenciam suas próprias vidas, mijam em suas vidas. As pessoas as cagam. Idiotas fodidos. Concentram-se demais em foder, cinema, dinheiro, família, foder. Suas mentes estão cheias de algodão. Engolem Deus sem pensar, engolem o país sem pensar. Esquecem logo como pensar, deixam que os outros pensem por elas. Seus cérebros estão entupidos de algodão. São feios, falam feio, caminham feio. Toque para elas a maior música de todos os tempos e elas não conseguem ouví-la. A maioria das mortes das pessoas é uma empulhação. Não sobra nada para morrer.

Marx escrevendo sobre dinheiro é como padre falando sobre sexo.

Soneto dos meus dois amores

Meus dois amores nem mais estranho existe
um posicionamento em oposição
um sentimento em que em mim persiste
uma dor que alivia o coração.

Um é pensamento e exaltidão,
o outro é frieza e agonia,
um é suspiro e paixão,
o outro vive a se queixar de falta de alegria.

Dois amores que já vive outros amores
e eu aqui em martírio e ternura
vivendo uma loucura inquieta.

Amados meus, meus terrores!
meus pesadelos de alma pura
residentes apenas na memória de uma poeta.

Soneto à T.R.

De um sentimento fraterno fez-se uma paixão
a amizade de um homem e uma mulher
fogo que aqueceu o coração
uma confusão que não se sabe o que quer

A distância em ligação
quilômetros de saudade
um gostar moldado a mão
prazer e felicidade.

A volta tão esperada
em contagem regressiva
e o coração ficou apertando

Um mar de alegria em esplanada
férias de uma vida
realidade ficou chorando.

Soneto da Ilusão Quebrada

Quem sabe, talvez, eu me aprimore
Talvez eu devesse ler um pouco mais...
Aprender mais sobre esse folclore,
Um pouco mais sobre meus ancestrais

Talvez estes poemas amadores que faço
não tenham o que é realmente preciso
para fortelecer este estranho laço...
São rimas que faço de improviso...

Rimas, estas, pobres e sem sonoridade
Sem nenhum tipo de ambição profissional
Que apenas expressam a minha vontade

Vontade que a cada dia parece ser mais banal
parece ser mais carnal, com mais sexualidade
com textura, e com sabor de que está no final

Soneto de uma lembrança

Que todo sentimento meu foi real,
E que também todas as lembranças causam dor
E que Todo amor foi real e que os momentos foram eternos
não foi nada em vão e minhas juras não foram mentiras

Para sempre fará a lembrança vossa viva em minha memoria
E dessa memoria cada momento inesquecível
E nesses momentos também aqueles difíceis
Pois estes e que justifica todo o meu amor

Jugue tais expressões faça delas uma balança
Analise minha dor, a força de uma saudade eterna.
Mais não vos subestime o meu amor

Que esta madrugada de amargura sejas meu veredito
De um dos mais puros sentimentos
E da mais cruel madrugada de dor.

SER (soneto)

Sou o devaneio que crasta, que crasta
Sem governança, sem fim, sem medida
Vou empurrando a ventura que arrasta
As vaidades, isolando o mérito da vida

Sou o tempo no tempo que vergasta
Os segundos, e os pondo de partida
E em cada minuto o minuto se vasta
Formando o destino na direção parida

Nada pode cessar os meus danos
Tão pouco modificar esta corrida
Passo adiante, assim vão os anos!

E nesta tal avenida, tudo é ousadia
Pois a temporada é muito reduzida
E ser, a única importância de valia...

© Luciano Spagnol
poeta do cerrado
Outubro de 2018
Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Soneto de sentimentos

A vida é como as ondas
do mar que vão e vem
como as batidas do meu coração
com a solidão que derrama
da minha insurreição.

Meu coração é feito de cimento
Que vai voando com os meus sentimentos Que vai morrendo em meus pensamentos
Que vai voando com os meus batimentos.

Lua branca que cai do céu que vai navegando no mar de mel.
Morrer ou viver
não sei o que escolher
até a lua se escurecer.

Alma negra que derrama sangue do meu coração que vai morrendo na escuridão da minha ilusão.

NOITE AFORA (soneto)

Como a secura no cerrado, sombria
A saudade, arde no peito desolado
Que dói, corrói, num olhar maculado
De agonia, e sentimento em romaria

Tão horrenda é a ausência de alegria
A luz do dia, neste silêncio privado
Ecoa em brado, no coração fechado
Causando ilusão enganosa e fantasia

Assim, entre as tristuras, essa poesia
De canção queixosa, chora e tão cheia
De espera, na insônia pela noite afora

Palpita melancolia, repleta de ousadia
Na lembrança que devasta, incendeia
Equivocando o sono, perdido na hora

© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
20/02/2020, 04’52” - Cerrado goiano
Olavobilaquiando

Soneto

Trabalho nas minas do rei Salomão
Meu corpo é fortaleza da solidão
Incansável busco minha paixão
Potente é o som do meu coração

Meu amor há de florescer
De manhã até o alvorecer
No silêncio da mente irá crescer
Na simplicidade do ser

Vou me renovando
Sem pressa vou transformando
Como um diamante vou lapidando
Meu ser todo está brilhando

Transcendendo todo estado
Rumo a versão de mim acreditado.

SONETO 01

Hoje como ontem é só um dia
E o dia que ontem foi hoje não corta.
O traz para bater a minha porta
Como a tristeza e a alegria

Se minha tristeza parece morta
Vive eternamente minha alegria
Como pode um dia morrer um dia
Posso ver minha alegria torta

Um dia seus tracejos mostrados
Pareciam dores e sonhos terminados
Eram como o final de uma jornada

Na verdade era o fim dos pesadelos
Que nos perseguiam nas noites e pelos
Dias, que não se dava uma passada.

03/02/1994