Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Quem acha que morrer é a pior coisa do mundo não sabe nada sobre a vida.
Não reflita sobre isso, mas a mais pura das reflexões é, na verdade, o espelho da perfeição, capturando a essência imaculada do ser em sua luz mais verdadeira.
Vamos conversar sobre o que importa, sobre as mudanças de rota, ou quando a porta se fecha na cara. Colhi o fruto amargo da falta de amor. Reclamei do calor, agora sinto o frio congelante, retirei um livro da estante, tentei resgatar meu semblante. Se dói, então cante. Se levante, ao menos tente. Se não pode sozinho, então peça ajuda. Se sente sozinho? Então se una. Já cansei de tirar a sorte em uma urna, de fazer escolhas, e no fim fazer nenhuma. Percebo o voo leve da pluma. Enquanto alguns lutam, outros contam os dias. Ainda tenho tempo de curar minhas manias. Só não sei qual o critério que discerne minha vida.
Sobre ela: a segunda-feira. No país da reverência frenética às sextas, consigno minha sincera gratidão pelo dia da semana que renova constantemente nossa oportunidade de correr atrás de um futuro melhor, em todos os aspectos. E semanalmente ela segue acreditando que finalmente seremos capazes de começar, continuar ou terminar todas as coisas que insistimos em adiar, na ilusão de que o tempo é generoso e paciente, quando, na verdade, ele é um cobrador implacável, eficiente e intransigente. Por tudo isso, e muito mais, obrigado segundona. E, por favor, não desista de mim, prometo que ainda serei completamente digno da benção que você tão generosamente nos proporciona.
Quando o poder da caneta do gestor público prevalece sobre as melhores práticas das políticas públicas, a vírgula se transforma no capítulo mais valioso, e um ótimo livro se reduz a apenas uma pausa.
Queremos exercer o controle sobre tudo que não podemos controlar, e no fim das contas, tudo que podemos controlar acaba exercendo o controle sobre nós. Esse é o preço pago pela obstinação de nossa espécie, que nunca é instigada pelo óbvio, mas sempre é seduzida pelo absurdo.
“Do mesmo modo que as cores se juntam em arco-íris, formando um arco sobre o campo quando a tempestade passa, também as nações devem conviver em harmonia e conscientizarem-se da única essência, que é a divina.”
Acharam que iriam ver José morrer no cárcere, mas a unção de governo que estava sobre a tua cabeça fez da prisão a ponte para escrever o seu nome na história do mundo e honrar o nome de Deus! Nunca aposte contra quem tem unção!
Quando há concórdia entre os homens pode haver paz e prosperidade sobre a terra. Um grande reino dividido é mais fraco que um pequeno reino unido!
Uma mulher bem resolvida e livre tá cagando para opinião alheia sobre a sua vestimenta, se acham elegante ou não, principalmente para opinião de alguns homens que insistem em acreditar que essa mulher vive em função deles, o nosso mundo, os nossos objetivos vão muito além de querer impressionar o universo masculino.
eu queria tirar onda e decidir sobre minha vida e "superar" à Deus, não é isso que tentou fazer o "portador da luz"?
É crucial refletir sobre a importância de demonstrar carinho e afeto às pessoas que nos são queridas, pois nunca sabemos o que o futuro reserva. Hoje, mais do que nunca, devemos expressar nosso amor e apreço, pois amanhã pode ser tarde demais. Não devemos guardar dentro de nós o quanto as pessoas são significativas em nossas vidas. Cada gesto de carinho pode fazer a diferença e fortalecer os laços que temos uns com os outros.
”O Brasil, enquanto sociedade, precisam discutir mais sobre a ideia de ser gente, de ter seus direitos garantidos e não permitir que lhes imponham o complexo de vira-lata. Moradia, vestimentas, planos de saúde, alimentação básica, transporte, segurança e emprego não devem ser encarados como luxo ou privilégios, mas sim como o básico para a sobrevivência com dignidade. Quem inventou essa associação entre luxo e necessidades básicas quis perpetuar o vergonhoso histórico escravocrata como modelo para dominar os miseráveis, que há séculos vivem à margem da sociedade. Esse sistema alimenta-se do dilaceramento dos marginalizados, onde estes sobrevivem à caridade daqueles que os exploram e conspiram pelo seu triste fim.”
