Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
"Árvore: Ser frondoso: Oferta frescor e proteção dos raios dourados do sol que queimam a mais fina derme de nossos sentimentos primeiros. 'Assim deve ser!'. Leciona mãe Gaia!"
Sobre se sentir idiota, Todo mundo é um pouco bestinha e se sente assim, Desapegar pode demorar um pouco, porem é necessário aprende a viver sem a pessoa e deixa para lá, Quando se dar conta já está feliz mesmo sem ter alguém por perto, invente tantas coisas por você e se divirta assim mesmo. Saiba que é muito bom ter alguém do nosso lado, mas quando não é possível Tem que ser feliz sozinho mesmo,isso não é um problema!
Não precisa prender as borboletas, basta cultivar um belo jardim, e então, elas ficaram por vontade própria!
A velhice faz parte da vida, tudo envelhece. Só não terá rugas quem da vida bebeu pouco. Se já bebeu da juventude, por que negar beber a velhice? O cálice é o mesmo. Esconder as marcas do tempo, é esconder o que se viveu.
Um poema é como nós; pode ter um corpo bem formado, rígido, mas se não tiver alma, não tiver essência, algo que ultrapasse esse corpo, que capture a beleza passageira num lapso de eternidade efêmera, o tempo, implacável, se encarrega de envelhecê-lo de dentro para fora, matando a alma e deixando as marcas no corpo. Porém, tanto a pessoa quanto o poema que preservam sua essência, envelhecem do lado de fora, mas por dentro continuam plácidos e radiantes como no dia em que vieram ao mundo.
Para ele, ela era um não com riso de sim, para os outros, um talvez e pura seriedade, para ela mesma, apenas indecisão. ✴🔛♾
Assim como a verdade, existem 3 versões sobre você, como o mundo te vê, como você se vê e como realmente você é.
As pessoas procuram os psicólogos quando querem se livrar da loucura, e buscam nos artistas... a cura da sanidade.
As coisas belas suspendem quaisquer porquês. Solicitam tão somente a alma, para que contemple, simplesmente contemple. Já o espirito se ilumina diante de uma ideia simples, embora genial; porque o espanto do gênio que se debruça sobre o parapeito do desconhecido, nasce da simplicidade em enxergar o mundo como se se acabasse de ganhar os olhos. O gênio então — no mais alto de sua simplicidade — clama: abram os olhos!
