Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
" Quando Deus te mostra de novo o que o tempo te fez esquecer, não é mera coincidência. Isso se chama destino"
Me falaram que quando se deixa de amar algo, na verdade é porque nunca se amou. Talvez o que eu tenha sentindo por ti, tivesse sido um engano, numa tentativa desesperada para me libertar dessas amarras. Um novo dia surgiu e eu deixei de ser aquela menina. Aquela menina que fazia brilhar os seus olhos, aquela menina que tinha uma voz fofa. Aquela menina se tornou uma estranha, que nem ela mesma reconhecia. E então da forma mais dura e triste, o que era um amor eterno, acabou. É talvez eu não soubesse amar, ou não quisesse ter aprendido, talvez se eu tivesse ido com calma, talvez se eu tivesse esperado o tempo agir. Talvez tivesse dado certo. Mas a vida é feita disso, de novos recomeços.
E era isso mesmo que eu queria. Se eu acreditasse que iria vencer, a vitória também acreditaria em mim. Nenhuma vida está completa sem um toque de loucura.
Deve ter sido a tarde, deve ter sido a luz, mas naquele momento o Universo parecia finalmente entrar em harmonia.
Elas merecem ser castigadas por tudo o que grande parte das pessoas ali deixou para trás na juventude, ou nunca conseguiu alcançar. Vinguemo-nos então da beleza. Vinguemo-nos da alegria, dos risos e da esperança. Em mundo como esse, não há lugar para sentimentos que comprovam que todos nós somos miseráveis, frustrados, impotentes.
(...) Brinquedos quebrados, diplomas de faculdade rasgados, buquês murchos: todos os sonhos que as pessoas descartavam ao passar da vida para a morte.
O VEVER BEM NAO PODE ESTAR JUSTIFICADO PELOS BENS MATERIAIS,PORQUE SERIA-MOS DESGRACADOS PRA SEMPRE.
