Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Amor-próprio é apaixonar-se por si mesma, é reencontrar em você, dia após dia, a única pessoa capaz de te fazer feliz a vida inteira.
O amor não fica simplesmente parado, como uma pedra. Ele precisa ser feito, como um pão, refeito o tempo todo e reinventado.
Se Deus é amor e um dia teve que nos dar o livre-arbítrio e, deixar que o mundo nos ensinasse o quanto valor tem seu próprio amor e proteção, não há dúvida, Deus é mãe!
Às vezes o amor é como se entende o infinito. Quando seu amor não tem limites, quando ele dura para sempre. Talvez isso seja sentir o infinito.
O amor é atitude, fidelidade, honestidade, comprometimento, lealdade, é deixar de satisfazer a si mesmo para satisfazer a necessidade do próximo (1 cor 13), como Cristo Jesus.
Sinto-me um fantoche nas garras desse amor leviano que me come e me cospe, que me quer, mas, não quer muito, que me solta e me prende, me provoca e se arrepende... Um amor feito de lua, feito de fases, tão longo feito os textos de jornal policial, tão curto como uma frase de efeito moral, tão insano e maluco quanto lindo e benigno, meu mistério, meu inferno em pleno paraíso...
❝ ... que os nossos olhos possam enxergam o amor e a harmonia de cada detalhe do nossos cotidiano ... estes que florescem alegrias nas miudezas que estão sempre presentes ... irradiando paz aos nossos dias ! ❞
Um amor verdadeiro vence o tempo, supera as diferenças e sobrevive as desilusões. O amor vai muito além do físico, amor verdadeiro é um encontro de almas.
"O amor é a centelha inspiradora de tudo aquilo que vocês são, de tudo aquilo que vocês fazem no mundo."
