Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
O amor é frágil. E nem sempre sabemos cuidar dele. Procuramos fazer o melhor possível. E esperamos que uma coisa tão frágil como esta sobreviva.
O único amor consequente, fiel, compreensivo, que tudo perdoa, que nunca nos defrauda e nos acompanha até a morte é o amor-próprio.
Quem poderá fazer, aquele amor morrer, se o amor é como um grão. Morre, nasce trigo, Vive, morre pão.
A paixão está diretamente ligada as combinações de perfume, sedução e entrega. O amor vem como uma ponte, para o apaixonado encostar e fechar o círculo vicioso do amor.
A simplicidade cultivada é senha à prática do desapego e sua expressão maior, ao amor devotado sem cobranças ou expectativas.
O amor é um beijo, dois beijos, três beijos, quatro beijos, cinco beijos... cinco beijos, quatro beijos, três beijos, dois beijos, um beijo... e fim, e pronto. Ninguém morre de amor nos trópicos.
O amor é como uma roda de capoeira, sempre deve estar com um pé atraz para não levar um tombo violento!!
Perdoar é doar amor, é permitir que a pessoa objeto do perdão possa também devolver um amor que, até então, só negara...
Não existe amor proibido, mesmo quando você, e uma pessoa comprometida se amam, se ela provar que te ama, nada impedirá vocês de seguirem, desde que façam da forma correta, sem causar transtorno com a terceira pessoa que saíra magoada.
