Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Lana: Eu queria que não me olhasse como se eu fosse uma estranha.
Clark: Acho que estou tentando achar uma parte sua que eu reconheça.
"Estudei sobre o AMOR... e sim existe de verdade.
Segundo Shakespeare "as viagens terminam com o encontro dos apaixonados". Shakespeare, supôs que penso no amor mais do que deveria.
Será que isso vai definir nossas vidas? Também foi Shakespeare que disse:" O amor é cego". Isso também é verdade.
Para algumas pessoas, o amor é aquilo que se apaga, assim como também o amor singelamente se vai. Mas é claro, o amor também pode existir, mesmo que só por uma noite. Existe!
O amor é um sentimento cruel, que nos ataca que uma forma racional e radical, não sabemos o dia nem muito a hora que ele está por vir, então é uma coisa inexplicável tenho que admitir.
Somos vítimas de uma verdadeira aventura unilateral. Somos os amaldiçoados".
SHAKESPEARE E FRANCISCO
- Shakespeare, não vou mais escrever
Sobre o amor nos meus poemas
- Então amigo Francisco, o mundo logo acabará
Se o verdadeiro amor das pessoas não voltar
"Se eu tivesse somente uma hora de amor
Se fosse a única coisa que eu teria
Uma hora de amor
Nesta terra
Meu amor então
Eu te daria."
O amor deve respeitar o outro em sua infinita magnitude, porque nos faz perceber a nossa própria pequenez… Como somos mesquinhos diante do mundo, como somos diminutos.
(Marocas)
Só quando você se olhar no espelho e disser “Amo você”, de todo o coração, é que estará pronto para amar alguém.
EU SOU POESIA (soneto)
Se de sentimento eu sou a poesia
De doces versos eu traço o coração
Em cada reverso tem uma emoção
E nas palavras amor sem covardia
O medo já me fez ocultar paixão
Nas juras eternas, versei hipocrisia
Rimei amor com a dor que sentia
E imaginei estrofes com sedução
Palavras, versos, rimas e eufonia
A voz do poeta na sua inspiração
Que com su'alma faz em parceria
Sente o que escreve, redige versão
Mente sem mentira, vive a fantasia
Poeta e a poesia é pura fascinação
Luciano Spagnol
Outubro, 2016
Cerrado goiano
Não é sobre quem te chama de princesa.
Mas sobre quem te trata como uma.
Não é sobre o bom dia que te dão.
É sobre quem acorda querendo ser o seu bom dia de corpo, alma e coração.
Não é sobre a fome antes de comer.
É sobre alimentar minha alma com o brilho do seu viver.
Não é sobre cansar depois de correr.
É sobre quanto cansa ficar longe, sozinho e sem você.
Não é sobre o quanto já te disseram eu te amo.
É sobre ter certeza de que tudo o que eu quero contigo é viver até o fim, até meu último ano.
E por fim é sobre o quanto meu coração acelera, minha mente devaneia, e meu corpo estremece.
Ter conhecido você é o mesmo que a dádiva de Deus atendendo minhas preces.
Um coração para duas alma
sentimento compartilhado.
Falo que a amo, sinto que sou amado.
Já não tenho ideias para escrever.
Mas esse poema é pra você.
Posso escrever mil rimas sobre seu sorriso.
Nenhum irá dizer o quanto vale seu brilho.
Posso escrever mil letras falando sobre nossa paixão.
Nenhuma irá conseguir dizer o que realmente tenho no coração.
Imagino nós dois, em beira de mar.
Somos livres para viver, livres a amar.
Sinto seu amor no teu abraço.
Vamos fortalecer nosso laço.
Quero novamente sentir seu calor.
No seu beijo quero sentir o amor.
Nossa relação não tem falhas.
Realmente é como se fosse… Um coração para duas almas.
Oh, onde esta Romeu?...Quieto, perdi eu mesmo, não estou aqui e não sou Romeu. (Ato I, Scena I)" “Romeu, Romeu? Por que és Romeu? Renega teu pai e abdica de teu nome; ou se não o quiseres, jura me amar e não serei mais um Capuleto (...) Teu nome apenas é meu inimigo. Tu não és um Montecchio, és tu mesmo (...) Ó! Sê algum outro nome! O que há num nome? O que chamamos uma rosa teria o mesmo perfume sob outro nome (...). Romeu, renuncia a teu nome; e em lugar deste nome, que não faz parte de ti, toma-me toda!
Quem é aquela dama, que dá a mão ao cavalheiro agora? Ah, ela ensina as luzes a brilhar! Parece pender da face da noite como um brinco precioso da orelha de um etíope! Ela é bela demais pra ser amada e pura demais pra esse mundo! Como uma pomba branca entre corvos, ela surge em meio às amigas. Ao final da dança, tentarei tocar sua mão, pra assim purificar a minha. Meu coração amou até agora? Não, juram meus olhos. Até esta noite eu não conhecia a verdadeira beleza.
