Shakespeare sobre o Amor Soneto 7

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⁠Sobre o desejo:
“Desejo não é falta. É excesso. É o que transborda de tudo que você tenta controlar e falha.”

De desculpa em desculpa
descubro que estou certa.

Culpado! Não sei muito sobre ser culpado...
desconheço o significado.
Não conheço sequer sinônimos distanciados.

Em desculpar, ao contrário, conheço os milhares de sentimentos que envolvem cada momento.
Meu vocabulário é imenso.
Não preciso sequer pensar um momento.
Desculpo no momento em que os olhos do culpado pousam em mim.
Desculpo... sempre desculpo, sim!

A mentira tem prazo... a verdade não tem fim,
Quem constrói sobre a justiça deixa um legado, enfim.
Não entrega tua consciência por um brilho passageiro,
Quem protege o próprio nome vale mais que o mundo inteiro.

Nas discussões sobre preconceito.
Quem não respeita a opinião do outro,
também é preconceituoso,
pois também sofre do mesmo mal,
a intolerância!!!

Se saudade não começasse com S, sinceramente não seria saudade.




Não é sobre saudade.

PERDÃO

⁠As pessoas falam tanto sobre essa palavra, mas não falam que é um processo lento.
As vezes pode durar uma noite, as vezes dias.
E nesse processo, você precisa tirar o curativo que está ali tapando a ferida e buscar um remédio para de fato curá-la.
Isso dói, e dói muito
Contudo, notou que você primeiro precisa se perdoar para então perdoar o outro?

A gente aprende com o tempo que amar não é sobre estar fisicamente perto a cada segundo, mas sobre nunca se sentir longe por dentro.
_Enzo Ruchell_

O acaso




Caneta, papel, café e uma vela acesa sobre a mesa,


depois da explosão sobraram alguns estilhaços, pedaços de você estão espalhados entre as linhas,


a uma voz que já não ouso ouvir, não por medo mas por saber os efeitos colaterais da colisão causada,


os desejos não podem sufocar as esperanças, não podem ser mais fortes do que a sabedoria encontrada no silêncio,


atravessar um iceberg com a tocha acesa não foi um feito, foi uma versão do meu futuro encarando a realidade sem desistir,


e caso aconteça o acaso de eu encontrar um novo amor por um acaso, estarei vibrante na mesma órbita de enfrentamento dos olhares e sentimentos.

Destino implacável


Na busca de um norte, passos foram dados sobre o gelo e sem piedade o destino foi implacável,


Laços que se rompem, olhares perdidos na neblina, dias esquecidos nos juramentos em vão,


O uivo do lobo solitário é ouvido e a distancia a presa sente na alma o frio da sua derrota,


Vencer as quedas, a ausência e a crueldade das palavras deixadas sangrou os gritos do desespero, no entanto foi o suficiente para aquecer o abrigo forjado no silêncio,


No retorno, a jornada pela sobrevivência matou versões antigas, superou marcas e limites e apresentou na ponta da lança o reembolso do tempo.

Perdido por você...


Naveguei entre as nuvens e não vi você,


Caminhei sobre o mar e não vi você,


Continuei a vagar dentro de um labirinto abrindo portas e mais portas e não te encontrei,


Foi quando a lua sorriu e através das estrelas me indicou o caminho até você.

Ocultos


O nosso ecossistema está corrompido,


ele esconde segredos ocultos sobre nós,


a pessoas entre nós que são inesquecíveis e este estado de espírito não tem cura.

O escritor e escultor molda a matéria bruta sobre a palavra vazia, transformando a ausência e a forma humana em monumentos perenes que desafiam o esquecimento.
Reno Fioraso

O Nosso Verão


O sol caía como ouro derretido sobre nossas peles,
E a brisa trazia cheiro de mar e de mangueira,
Risos escorriam pelos becos da cidade antiga,
Enquanto a música do verão tocava em cada esquina.


O vento embalava histórias que ninguém contava,
Veleiros de papel flutuavam nos rios da lembrança,
E nossas mãos, cúmplices, desenhavam no ar
Mapas secretos de cidades, de amores, de esperanças.


As cores do entardecer tingiam nossas sombras,
Laranjas, violetas e vermelhos de promessa,
Enquanto o cheiro de café e pão quente da rua
Misturava-se ao perfume dos nossos sonhos.


Mesmo quando o inverno tentou apagar a memória,
O calor voltou em lembranças de ruas e risos,
Guardando o nosso verão em versos e saudade,
Como quem transforma o tempo em poesia viva.

Às vezes eu quase te conto
sobre os abismos que carrego no peito, mas tenho medo que o peso das minhas marés
afogue a leveza do teu sorriso.


Não é tristeza,
é intensidade demais
para um mundo que ama raso.
Eu sinto fundo, eu amo largo,
eu me entrego sem margem
de segurança.


Sorrio para todos,
mas é você
quem percebe quando
meu olhar se perde.
Você não entende cada
silêncio meu
— e mesmo assim, fica.


E é por isso que eu te amo:
porque não tenta me consertar,
apenas me abraça como quem diz
“eu não entendo tudo, mas escolho você.”

Porque amar nunca foi sobre equilíbrio, foi sobre entrega —
e eu sempre te amei
com tudo que o mundo nunca viu.

Você é um enigma deixado sobre a mesa do meu peito, uma caixa antiga sem manual, cheia de símbolos que não se repetem.
Cada gesto seu muda a ordem das peças, e eu quebro a cabeça, não por falta de entender, mas porque decifrar você exige mais sentir do que pensar.

⁠Não é sobre ser herói
-é sobre nunca ir embora, mesmo quando tudo acaba

Que hoje a vida te trate com carinho. E, quando o dia terminar, que ainda sobre um pouquinho de saudade de mim… porque por aqui já tem saudade de você.


Um beijo bem gostoso e um cheiro!

Não pode falar a verdade sobre o
meu time na derrota,não que isso
me incomoda,mas me poupe da tua
análise chata,e idiota.

Pare. Leia. Respire. Releia

Sobre viver é,
muitas vezes,
sobreviver.

E quando só se sobrevive,
ainda se vive
ou se vive sem viver.