Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
No início todo romance é mistério e no fim desilusão, mas no intervalo entre um e outro há encanto e emoção suficientes para fazer a história toda valer a pena.
Ninguém é pra sempre de ninguém. O 'pra sempre' é enquanto durar. Se quer seu direito de ser livre, a liberdade deve ser recíproca. Deixe o outro ir quando não quiser mais ficar.
Saudade é aquela coisa que invade o coração da gente e transforma em lágrimas o que deveriam ser abraços.
Como a dor de uma agulha espetada na garganta, assim é o arrependimento por ter aberto o coração com palavras.
Sejamos diretos sem rodeios, o combinado não sai caro, sem mimimis, porque jogador que beija o campo sempre é escalado.
“Cada célula do meu organismo se alegra com sua súbita chegada. A necessidade premente de olhar para o seu rosto e, ainda que de soslaio, tentar decifrar seus enigmas mais profundos.”
Seio que não posso curá-lo, sei que não tenho como salvá-lo, nem ao menos entregar-te tudo que guardei para ti. Não me deixas nem sequer tentar, não me permites aproximar-me. Amo-te à distância, simplesmente não consigo achar o caminho de volta, e “desamá-lo”. Tenho uma forte necessidade de cuidar-te, em silêncio, sem incomodá-lo, apenas dar-te o meu colo, meus afagos, o meu amor. Vou seguindo os teus sinais, para senti-lo, cometendo severos erros, só para estar por perto. Meu amor, sim, não tenho dúvidas do que sinto, abra seus olhos para mim, venha em minha direção para que eu te abrace. Perdoe-me os destemperos(sei que não foram poucos), para caminhar comigo, como amantes e amigos, para finalmente sermos um… deixe-me entrar…
“Que inveja do beija-flor, consegue com tanto primor, a despeito de todos amantes, demonstra tamanho amor, batendo com tanto fulgor, suas asas tão elegantes.”
“Treino ao corpo; literatura à alma; paciência aos instintos; discernimento ao espirito e, caso haja tempo, repúdio a tudo que não for amor.”
