Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Uma nova semana de muitas alegrias e oportunidades se inicia. Que Deus esteja sempre presente nos amparando, protegendo, dando orientação e abençoando com paz, amor e perseverança. Gratidão e muita fé em nossos corações!
A razão clama e ordena que eu fique, do outro lado, minha voz secreta pede que eu vá ao encontro dele... O que fazer?
Quando partirmos daqui, tudo deixaremos, viemos sem nada, partiremos sem nada, PORÉM, podemos deixar para trás um grande jardim, plantado de sementes de amor, regados pelo sorriso e dedicação, pela dificuldade diária da abnegação. Porque no fim de tudo, o que realmente ficará, serão os relacionamentos, o tempo que doamos aos outros, o momento que fizemos alguém sorrir e respirar mais leve.
Ao perdoarmos deixamos a luz brilhar. A escuridão da mágoa e do ressentimento tem que ceder lugar para o brilho da glória, da vida que irradia o verdadeiro amor. Em suma, o amor é que dá propósito ao que somos e fazemos, dá direção à caminhada e que compõe o sentido da própria vida.
O "modus operandi" do meu coração é rugir feito um leão quando quer conquistar algo, mas miar como um gatinho quando quer pedir desculpas por algo. Quem irá resistir à beleza de uma fera selvagem, ou à fofura de uma bola de pelos?
Pessoa certa? Não existe essa de pessoa certa! O que existe é o momento certo, que você conhecerá uma pessoa comum que te amará verdadeiramente e que irá valorizar cada qualidade sua e da mesma forma, entenderá cada defeito seu.
Fazendo história na sua vida, virando parágrafos extensos e dinâmicos, me revelando em cada frase, sobrevivendo em cada virgula e extraindo a cada sorriso do teu rosto trêmulo, o sabor da exclamação que só eu, consigo ter!
Você não é criança mais adora brincar com meus sentimentos, você enquanto coloca sua língua na minha boca tbm coloca uma faca nas minhas costa.
Mergulhei no seu mar de olhos fechados, sem temer que poderia haver uma pedra, nos seus olhos encontrei segurança, carinho, verdade e amor.
A gente segue por algum motivo, mesmo que haja tantos que nos queira parar. Mas eu sigo na fé, sigo no amor, sigo em tantas vidas seguidas e vividas dentro de mim.
Não há noite em que eu não feche os olhos sem me lembrar dos seus braços envolvendo o meu corpo, dois tornando-se um só, um sonho que se realizou tão depressa, na lentidão e certeza do toque envolvente. Seus lábios sedentos pelos meus, seu corpo necessitando sentir o calor da minha tímida alma. O silêncio se fundamentou no medo, no medo de te dizer que eu gostaria de não precisar dizer adeus, na vontade de te amar sem receio da perda, porém a vida tinha outros planos para nós e desde então eu me configuro nesse cenário de indefinição, de uma espera que parece maior do que todos aqueles anos que eu passei completamente sozinha mentindo para mim mesma que não me importava de morrer sem nunca ter consumado um amor. Você aos poucos foi derrubando todas as minhas convicções falaciosas construídas em cima do orgulho, desnudando antes do corpo, a alma, a parte mais importante de mim. Com as suas asas de anjo eu não vi necessidade de recuar, disso não me arrependo.
