Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Eita que hoje me bateu uma saudade do meu amor, do meu bem, daquele que tanto me fez feliz e me fez chorar também.
Eu aprendi a amar ainda muito jovem, os anos se passam, o amor ainda mora em mim e a dor... ah a dor enfim permanece, de um amor que é amado por dois pouco durou, do acaso murchou e cicatrizes deixou. Amor que hoje é só meu, quem sofre sou eu, por covardia verteu.
Se eu sofri? Sou um ser humano! Se eu amei? Apenas para quem merece meu amor! Se chutei pedras? Construí o muro que protege minhas emoções contra mediocridade.
Um dia conseguiremos subir na árvore frondosa do amor, e da sua copa perceber a linda vista que nos aguarda, pois estaremos presos pelas profundas raízes fixadas em nossos corações
Um verdadeiro amor jamais passará pelo dissabor de um divórcio, ele jamais se sujeitaria a meras cláusulas contratuais
Um ninho sempre se fará presente na frondosa árvore do amor, apesar das diferenças entre as estações
Quem se atreve a duvidar de um amor genuíno é sempre surpreendido por uma profunda tristeza, ao se dar conta de que esse amor já não se encontra mais a disposição atrás da porta chamada felicidade
A mais linda carta escrita um para o outro foi aquela na qual o amor foi o remetente, e cujo para sempre, o destinatário
A conquista do amor é uma espécie de guerra, os ânimos somente se acalmam quando um dos dois se rende
Só conseguiremos estampar a verdadeira felicidade em nossa alma, quando o amor genuíno do irmão nos envolve por inteiro
A vaidade sempre nutriu um amor platônico pela realidade, mas esta foi arrebatada pela humildade, enquanto aquela preferiu ser ludibriada pela soberba
