Shakespeare sobre o Amor Soneto 7
Maturidade é está convencido de que o amor sem segundas intenções permanece apesar de tudo e de todos.
Maturidade e saber que o amor só pode ser endireitado em duas pernas, a perna da atenção e a perna do respeito, então, se uma delas se perder, é amor coxo.
Isso é amor, eu te amo quando morro e quando te amo sinto que estou morrendo, mas eu morro de amor, em você, e por você.
E no coração dessa tapeçaria vibrante, jaz uma verdade suave, porém poderosa: o amor é uma arte. Uma arte sublime, que infelizmente, nem todos praticam. Amar o nosso planeta, nosso lar, é uma expressão máxima dessa arte - mas poucos são os verdadeiros artistas. Que os loucos, então, despontem! Que sejam eles os pintores, os poetas, os músicos deste mundo; que com suas mãos cheias de sonhos e corações repletos de paixão, ensinem a todos a arte de amar. Que sua loucura seja a chama que acende a consciência, que sua coragem seja o vento que espalha a semente da mudança. Pois em um mundo que muitas vezes caminha adormecido, são os loucos, os artistas de alma, que têm o poder de despertar a humanidade."
Vou tirar do bolso meu sermão, em tom de prece e ilusão, declarar o meu amor e te entregar meu coração.
aos gritos clamo por você enquanto baixinho em seu ouvido conquistam seu amor ou ao menos tem o seu prazer...
infelizmente só damos valor quando perdermos mas um dia seremos o desvalor do amor que mereceremos...
amor tortura e contamina todo o ser e generaliza uma espécie de infecção de paixões frustadas e sentimentos inacabados
onde o amor nasce, há luz, onde o amor vive há trevas, há trevas e luz quando se ama, há nós de uma paixão introvertida dessas que não se expressam, apenas se sente e sentindo somente no silêncio das despedidas que nos induz pois quando se ama há trevas, há luz!
