Seria
Amigos, se soubesse que seria nosso último jogo de "travinha" na rua, não teria cobrado o pênalti da vitória; Que seria nosso último pique-pega, jamais seria pego; Que seria nosso último pique-esconde, estaria escondido até hoje, mas as brincadeiras acabaram, crescemos.
Tenho muito medo de ficar parado, sem aprender algo, penso que seria uma inutilidade com o precioso TEMPO.
O pecador brasileiro não é aquele que simplesmente peca, seria muito óbvio o deslize entre acordar e dormir, e sonhar com a mulher do vizinho. O pecador é aquele que, com robustez, é capaz de se iludir com o próprio erro, muitas vezes até descobrir os novos e impensados enganos. Há os que copiam dos outros por modismo, por regra de momento, o que significa que a felicidade alheia é cheia de aparências. O pecado é uma forma variável e simples do próprio pecador. Veja bem, nada além que morar num apartamento pequeno, no Rio de Janeiro, sem ar-condicionado, devendo o aluguel, desempregado, com o nome no Serasa e com a esperança de não ser despejado — oras, é um típico brasileiro azarado por políticos, que sonha na íngreme solidão social com a “Minha casa, Minha vida”.
Carlos Alberto Blanc
Que seriam das trevas sem luz
Que seria viver sem ter a morte
Que seria sonhar sem horizonte
Que seria viver sendo incrédulo.
Other side
O mundo seria bem melhor, se antes de uma atitude, gesto ou fala, tentássemos entender o outro lado.
Antes de conclusões precipitadas.
Antes de enxergar atitudes e falas como ataques.
Antes de qualquer revide, faz bem tentar pensar como outro pensa.
Etimologicamente, respeito significa olhar de novo, e de novo e de novo, esses últimos por minha conta.
A profunda revelação, é que respeito, não tem a ver com quem ou com o que interagimos, mas trata-se da retórica interna de nosso senso crítico, que nos leva a valorizar as congruências, ainda que infimas, ao ponto de minimizar quaisquer outras divergências
Pensar como o outro lado, não é simplesmente colocar-se no lugar do outro, é primeiramente, considerar limitações e sentimentos, advindos de uma vida pregressa, não adianta mudar de lugar com a mesma "cabeça", é preciso ter a humildade para reconhecer que há motivos para ser enxergardo errado aos outros olhos.
O populismo é uma ameaça letal para a democracia, por isso, façamos política séria e voltada ao realismo.
Mesmo que quiséssemos saber mais de nós, nunca seria possível percebermos o quanto nos oprimimos, por pensar que a nossa felicidade é completada por alguém.
Um resto de mim, existe pensando no que seria viver sem a minha alma, mas, uma parte do ser que habita dentro do meu ser carnal, coexiste precionado e ambicionando ter um castelo de amor, que compense o meu desejo, emanado do prazer celestial
PENSADOR
Um semba cantado em contos de fadas, seria equiparado a um fado enfadonho em terras de Camões, mas, cá entre nós, o semba e a massemba, sempre serão a nossa tradição e a expressão do nosso patrimônio cultural.
A política séria, nos torna solitários perante a vida, porque aprendemos a viver sobre as suas pressões e, sobre as suas imposições.
"Bem que ele falou que seria diferente. E foi! Tão diferente que não conseguia achar explicação pra algo tão ‘ilícito’. E assim fomos entrando naquele estado inconstante de felicidade. Doía tanto, chegava a ser insuportável, descobri que amar dói. Mas era amor, e aos poucos, sem amarras e demanda foi se tornando real.”
-Aline Lopes
"Sabe o que seria perfeito agora?! Sentir as batidas do seu coração depois de um abraço bem forte."
-Aline Lopes
"As nossas frustrações estão justamente em esperar do outro aquilo que seria essencial para nós, quando o outro só quer para si."
-Aline Lopes
"Não entendo por que algumas pessoas tem o dom de estragar nosso dia... Seria tão mais fácil agir normalmente, ou pelo menos tratar igual, tem gente que perde por não dar valor."
-Aline Lopes
"Com você aqui tudo seria diferente, não existe espaço no coração onde você transbordou."
-Aline Lopes
Sempre imaginei o Futuro com a temática do filme "Mad Max", nunca pensei que seria como "De volta para o Futuro", infelizmente.
Oi tempo
Seria o tempo um benfeitor se me permitisse ao menos uma vez controlá-lo? Ou seria eu, uma falha incorrigível por si mesma, abusando de um mediador (nunca um terminador)?
