Serei tudo o que Voce Quiser
A minha poesia é assim:
ela nunca vai atrás.
É você que sente quanta
a falta que só ela faz.
É grande a nossa alegria,
- doce e particular
Nela não cabe nostalgia,
É lira de amor a tocar...
Eu não preciso sair por
aí para te procurar;
- o teu amor sempre te traz.
Fonte que não seca jamais.
Porque tudo em nós é
escrito à quatro mãos,
Nossos suspiros vertidos
do nosso céu são bênçãos...
Tenho flores na fronte
Carrego você comigo,
De mim não te tiro;
O teu beijo é fonte
De toda a inspiração.
Só de te olhar,
Não resisto,
Quero te amar,
Insisto,
Não canso de esperar,
Suplico - e repito,
Como uma oração...
Tenho sabores na boca,
Todos em minha saliva,
Especiais para dois,
Esperando por ti,
Não me farei de esquiva,
Te olhei como quem solicita,
Aguardo você aqui,
Para experimentar,
Para apalpar,
Para acarinhar,
Para beijar,
Para o teu colo me dar.
A tua imagem é evocação
Do que é mais puro,
Do que é mais belo,
Do que há de mais fecundo,
Nunca vi nada igual
Nesse mundo és paraíso,
Um inacreditável feitiço;
Que rendido aos meus versos,
Tornou-se um menino levado,
Em meu peito abrigado,
Farei-te meu bem amado,
Completamente entregue à paixão.
Eu sou a morena de Jarapatinga,
Você me olha, e eu faço graça,
Cheiro de mar e lábios de pinga,
A minha sempre cor convida,
Para a secreta e boa insídia,
Porque és caçador, e eu a caça,
Em si a regra a gente cria,
Quando o assunto é amor,
Não há caça e nem caçador.
Eu sou a tua Musa alagoana,
O teu coração bate por mim,
O amor jamais engana,
O meu vestido tem decote,
O vento o acaricia,
Ele é de chita,
E nem por isso é menos nobre.
Eu sou a tua morena cigana,
Que jamais reclama,
Só pede, e reza...,
Para um dia ser por ti amada,
E que só sabe dizer sim,
Quero você todo para mim;
Tenho cheiro de alfazema fresca,
Balanço como as ondas do mar,
Você nunca irá deixar de me amar...
Não existe cortesia maior
Do que o sol
Cumprimentando o mar,
Assim é você perto ou longe,
Mas nunca deixando de me amar,
Não há o que explicar.
O amor é assim: ele surge como o
Amanhecer abrindo carinhosamente
O céu do coração - e a percepção.
A Paraíba e Santa Catarina formam
Rima para fazer letra de música para
Animar um forró de uma maneira que
Até o Bom Deus duvida... é a vida!...
A poesia é assim, ela capaz de chamar
Para brincar de roda o Rio Grande do
Sul, Santa Catarina e o Paraná com
A pequena joia que se chama Paraíba.
Joia rara e pequenina capaz de seduzir
Arrebatadoramente o coração e fazer
O Brasil inteiro cantar a sua canção.
Por isso saúdo Luiz Gonzaga que a
Eternizou em versos e ritmo de paixão.
A Paraíba é uma joia que é para guardar,
Apreciar e poemizar para fazê-la notada
Porque ela tem mística - é terra encantada,
Quem sabe levarei o meu amor
Para a Praia de Tambaú?
Para todos apreciarem o mar
E uma das mais belas nuances da alvorada?
Não há como esquecer da vez
que eu tirei você para dançar.
Não era impossível prever
que a gente iria se [cruzar.
O amor ainda vive no olhar
como composição essencial.
Nome ainda vivo no peito
como bailarina a [sapatear.
Não há como resistir a você
que chegou de vez para ficar.
Não sei como será adiante,
e o quê fazer para te [agradar.
O amor quando chega de vez
é como o vento a refrescar
que acaricia a face
em plena noite de [luar].
Os teus olhos não podem me ver,
Eu te busco nos versos faceiros,
Só para você não me esquecer.
O teu coração vive a denunciar:
Eu, dona de um corpo - altar
A tua devoção vive a estampar
- o desejo atrevido -
De um caso pensado a florescer.
Os teus lábios não vão revelar,
Eu te anseio nos versos cúmplices,
Só para nos bem resguardar:
De todo o despeito e de todo o Mal
A minha imagem de ti não vai apagar,
Eu sou a melhor a parte de você:
Redescobriste o amor
Por várias vezes tentei duvidar...
Eu conto a história que eu quiser,
A cor dos teus olhos não vou revelar.
Eles podem ter a cor das flores roxas
- iluminadas -
Pelo Sol da tarde,
Ou a cor do nosso segredo,
Ou do nosso grande enredo
Que vive como uma harpa a tocar....
Deixa eu te dizer:
- Que o amor existe;
E que sem você
A minha vida é triste.
Deixa eu te dizer:
- Que eu te amo;
E que eu sem você
Não tenho nenhum plano.
Deixa eu te dizer:
- Que te namoro,
E que não fico sem você
Nem no outono,
Eu não te abandono
Nem no inverno,
Porque entre nós há um verão,
- e uma primavera
E o nosso amor que é eterno.
Não sei o quê fazer com você,
E nem com a lembrança doce;
Que me fez gostar sem querer
Do olhar que me fez endoidecer.
Tua serei sempre que quiser,
E do jeito que ordenar...,
Não há nem como negar
Sob o domínio do teu olhar,
Não há como não esquecer
Do manso bem-me-quer
Vindo de um beijo estelar
- Primeiro e derradeiro -
Que fez o meu corpo te querer
- inteiro -
Sendo eu poesia última,
Juro-te como o meu amor
- verdadeiro -
Guardado estás no meu peito.
Não sei o quê fazer com amor,
E nem com todo este encanto...
Quando não é verso, ele é pranto
É melhor eu fixar no meu canto.
Jura que irá voltar para mim!
Não encontro melhor fim,
Por isso resolvi me recolher
Para eternizar em versos
- tudo -
O que o coração não consegue
- apagar -
E o que o meu corpo espera
- se alimentar -
Do universo feito de você
E deste amor que não consigo
- esquecer -
Porque nascermos para nos repletar.
Não sei o quê fazer com o tempo,
E nem com a distância...
Que os meus versos sejam o breviário,
E a saudade de mim se torne estância.
A chuva de prata anuncia:
o amor que você confidencia.
O sabor da vida desafia...,
é amor que também escandaliza.
A artista desenhando a estrada,
a alma de um homem estradeiro,
A vitória de um amor perfeito,
a vida celebrando cada passada.
A janela do tempo aberta,
- o amor que você acredita
É flor desabrochando no canteiro,
- a poesia antes desconhecida.
O rouxinol na mão saudando
o dono do viveiro,
O fado manso na tua mão,
o mel em forma de canção.
O vento batendo na janela,
a Lua iluminando o chão,
O Sol projetando o amanhã,
a vida é sempre uma promessa.
Você previu a minha solidão,
Sou flor solar perdida na duna,
Em busca do teu lindo coração.
Não te acho porque livre não estás,
Estás confinado numa prisão,
Decepcionado com a minha decisão.
Você previu a minha infelicidade,
Pela minha falta de coragem,
De não ter mergulhado de cabeça
Nos braços do amor, nossa eternidade.
Você no fundo me conhecia
Melhor do que eu mesma;
Que na verdade, sempre fui poesia.
Não te encontro, porque me perdi,
Estou confinada nas letras,
E aprisionada na minha ideologia
- demagogia -
Eu deveria ter feito tantas coisas,
Mas não fiz, descumpri e me prendi.
Eu sou o caso mais complicado,
Que vi nesta vida,
Sou a 'tal mosca na sopa',
O 'dedo na ferida',
Sou ferida que não sara,
Dor que não para,
Ferida que não cicatriza,
Poesia que anarquiza,
Chave que liberta,
Loucura sem cura,
Amor que não passa,
Fera que reage mesmo ferida,
Um dia farei-me libertada,
Para de vez libertá-lo;
E resguardados do mundo,
Recuperarmos o nosso projeto
De viver de amor a cada segundo.
Abraça toda a poesia do mundo,
Longe de você vivo em vero luto.
Palmilha a estrada florida,
Para que voltes a fazer parte da vida.
Entende os caminhos que fiz,
Perdoa-me... Eu te fiz infeliz.
Agarra a felicidade, ela voltou,
Para ti que tanto me amou...
Esqueça o que passou, esqueça;
Opte pela estrada cor de violeta.
Escute tudo o que tenho para falar,
Perdoa-me... Aprendi o quê é amar.
No jardim do amor, doce humildade,
As estrelas preparam a estrada,
Para que a eternidade de amar encontre
O lugar que pertence e não seja abandonada.
Entenda, ao menos me ouça:
Fiz o quê ninguém fez ou ousa...
Ninguém ama sozinho,
Esteja bem certo disso.
Procuro a tua libertação,
Que é mais minha do que tua;
Nas letras e nas brumas da Lua.
Estenda além do conceito,
O amor nada tem de estreito...
Quando se ama espera,
Perdoa até o quê magoa.
A distância supera,
A alma se entrega
E alimenta-se de toda a poesia.
Os símbolos estão na tua mente,
Só você para identificá-los...
Os caminhos que tu podes fazer,
Só você para trilhá-los.
As fantasias latentes - quentes
Tocam os nossos acordes plangentes,
Os ritmos e nossas vibrações
Fazem mil constelações de tentações.
Os desejos ainda estão engolidos,
Basta olhar nos teus olhos abandonados.
Os balbucios indizíveis intermitentes
Do meu nome nos teus lábios apaixonados.
Não é invenção, não é convenção,
É curiosidade e envolvimento;
Existem o elã e a admiração
Nasceu em nós a ambição - o sentimento.
Os desfrutes que estão porvir,
Todos só a poesia que há em mim pode reger;
E a minha carícia amorosa pode garantir.
Os amantes ainda estão a embalar,
Não há mais como esconder,
E nem por muito tempo enganar.
Os poetas nunca irão parar de escrever,
O quanto haveremos de nos amar,
Além de nos compreender - constelar.
Ninguém me avisou
Eu mesma escutei
A onda quebrando
No meio da noite
Era você chegando
Na beira da praia
O mar cantando
Em tom de felicidade
O teu barco atracando
Em terra bem firme
De amor sem limite.
O vento cantante
Em volta de nós
A Lua brilhava
Passou um cometa
Em toccata e fuga
O amor é maior
Que ele nos contagie
Nos proteja do Mal
Trazendo mais amor
E nos aqueça com o Bem
Invada o planeta, e ensine:
Que fazer amor só faz bem.
Eu te escrevo
como quem beija,
Só para ver se
você me (nota).
Eu vi o Sol desmaiar
de êxtase,
Para acordar nos
braços da aurora.
Nada me saciará mais
Do que você
como alimento,
Dono de um corpo
que me tira a paz;
E de uma fragância
cheia de sentimento.
Eu vi você amanhecendo
no meu peito
Como um lindo Sol
cor-de-coral,
Eu vi você
me levando...,
Para o teu abrigo
(espiritual).
Nada me aquietará
mais,
Do que ser calada
com o seu (beijo)
Pedindo de mim o segredo
que te satisfaz;
Sabemos quando
e como fazer do nosso jeito.
Tudo acontece
quando te vejo,
E até quando te ouço,
Talvez eu nunca te fale,
Embora, sei que
você percebe,
Que o meu corpo
pelo teu sempre ferve.
Neste círculo de condenação,
(íntima)
Cada momento seu sempre vira poesia,
(feminina)
Certamente encantada de vivê-la
Ao menos na (escrita).
Você sabe o quê ela
é capaz de fazer
quando alcancar
os lábios da mulher
amada ao abrir
a adega de beijos
A escolha depende
da sensibilidade
do sommelier,...
Não posso fazer nada:
a poesia por aqui
nos surpreende,
e sempre que vem
já chega engarrafada.
De nobres castas
e envolventes
com tantos aromas,...
Não se deve esgotar
todos de uma só vez,
porque cada uma
delas experimentada,
é uma aventura
para ser contada.
Destes beijos de Barone
em nós se reserva
os enleios e os segredos
de uma história
que não se encerra
por aqui nestes versos.
Você não sabe: o boi é cheio de arte
O Boi tem raça, é o dono da festa
O Boi é forte, é o boi da promessa;
O Boi é ameríndio, porta estandarte.
Você não sabe: o boi é educado,
Até o coração do apresentador:
Vive sempre por ele apaixonado.
Ele tem cor da paixão e do pecado,
Da sinhazinha, ele é o enamorado.
Você não sabe: o boi é cheio de paixão
O Boi tem graça, é o dono da ginga.
Quem não sabe que ele é do coração?
O Boi é o Senhor, dono do seu coração.
A festa não tem hora, não tem lugar,
A festa é assim: ela nunca vai acabar.
Chegou o Boi Garantido, sim senhor!
Para o povo do Amazonas levantar...
A batucada como sempre dá o tom,
Com a benção do pajé será tudo de bom.
Você não sabe: o boi é do povão.
O Boi é o Soberano do seu coração,
Das alegorias, ele é a inspiração.
O Boi é o senhor da tua emoção!
O Boi é o Rei da Festa, que bom!
Agora que você já sabe:
Festejar em Parintins, é tudo de bom!
Veja a figura típica, que é o resultado
Da gostosa miscigenação do amor.
O Boi Garantido é filho desse calor,
E assim anunciou o levantador...
Quem não sabe a cor?
A cor do boi é vermelho,
E a outra cor e branca,
Que é a cor de Nosso Senhor.
Despontando a vaqueirada não é lenda,
Riscando bem a estrada da fazenda,
Brilhando o Boi Garantido, meu amor,
O amo do boi é o dono da fazenda,
Do boi ele pensa que é o senhor,
O amo canta os versos mais belos
As estrelas iluminando a noite,
O boi obedece sem nenhum coice.
O Boi com o pajé vai fazendo o ritual,
Seduzindo a sinhazinha de jeito especial,
O vai e vem do boi no passo da evolução,
O Boi mais bonito é o Garantido, ele é sem igual;
Só ele levanta de verdade a nossa emoção,
Não adianta só um bom toador cantar,
Se não tiver o boi, nada vai adiantar...
As tribos indígenas e o tuxauas,
Aqui estão para a galera vibrar,
Chegou a Rainha do Folclore,
Para o Brasil inteiro se encantar..,
A galera se agita, o boi se sacode,
A noite é uma menina que tudo pode.
Nenhuma das mulheres se compara à ela,
Está para nascer alguém que de mim discorde:
A Cunhaporanga sempre será a mais bela!
Escrevo porque sinto,
Ouço você vivendo,
Bem aqui (dentro).
Assim ainda te vejo,
Indo rumo (adentro),
Com todo o sentimento.
Escrevo porque sei,
Que não estou só,
Tenho você que me (tem),
Eu sou o teu maior bem.
Porque tudo requer:
carinho e (manha)
Um dia tudo se ajeita,
E virás com amável sanha...
Escrevo pétala por (pétala),
Em sílabas com bons tons,
Melodias próprias das cítaras,
Harmonias das mil canções,
Do solstício do inverno,
Revelando para as emoções.
Ainda nos desejo,
Assim nos (creio),
Nada em mim é passageiro:
tudo é repleto, concreto e inteiro.
Assim procuro escrever
Curvo-me ao teu mistério,
Jamais desistirei de nós
Eu te encontrarei no alto hemisfério.
É fato mais do que consumado:
eu sou um pedaço de você.
A tua estrela de todas horas:
matutina, vespertina e anoitecida
No afã de viver a vida de carícia
Só me alimentando de você...
É assim que comecei a surgir:
nascendo do amor que vive.
O mais lindo pedaço brotado
- dentro do teu coração.
Fiz-me de irresistível paixão,
Só para viver dentro do teu coração.
É sempre assim, e sempre será:
eu gostando de você, e você de mim.
O brilho mais lindo nos meus olhos
- espelhando o brilho desses olhos
Dessa tua doçura que ninguém resiste,
E que o meu coração jamais desiste.
O teu pedido para te guardar,
É você que está me guardando,
De todo mal que no mundo há;
E também de todo o desamor.
Guardo, guardo sim...,
Guardo a cor da rosa
- magnífica
Que um dia mandaste para mim.
O teu pedido para guardar,
Transformou-se num desejo,
De colocar-me em letras,
Reunida com as estrelas,
Escrevendo versos a luzir.
Guardo, guardo sim...,
Guardo cada pétala,
Cada intenção atenta,
Longe da cantilena,
Que não me deixa em paz
Para te trazer para mim.
Você ainda
não percebeu,
Não tem problema!
Eu dou
conta de nós...,
Tenho uma doce
certeza,
- e nenhuma dúvida
De que o nosso
sentimento,
- nos leva para cima
Bem perto do nosso
recanto íntimo.
Certa do nosso
caminho:
Que é uma obra
de arte do destino.
Talvez ainda
desprevenido,
Mandaste-me
um beijo,
- com calor -
Eu não resisti,
e estou aqui
A sonhar
em versos,
Tentando um
soneto de amor,
Para chamar
a tua atenção,
Por pura
contemplação de alma
- afim -
Da tua adoração...!
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