Ser você
Da leveza
A leveza do ser... = você!
Quando penso nas palavras que acima estão... o que vem à minha imaginação?
As palavras sozinhas lá não estão...
Ligadas à sua imagem vêm e vão.
Palavras que se materializam em uma persona com o mais doce coração.
Então paro pra analisar... por que minha mente à leveza você me faz associar?
Seu toque é suave... é leve.
O seu olhar é delicado... é leve.
A sua presença é afetuosa... é leve
Suas palavras são afáveis... são leves...
Tudo é leve pra onde quer que você me leve.
Tudo é leve na análise racional de um ser tão leve.
Cuidado com o querer ser você mesmo, e por não ser notado, acaba exagerando pra chamar a atenção.
Por que tudo que é demais, sobra. E se sobra vai pro lixo!!!
Seja simples, mas original, pois tudo que é natural e verdadeiro sobressai a alma!!!
Não a beleza fútil que nem a maquiagem, nem a máscara consegue camuflar!!!
“Eu quero saber de você: o que te faz ser você?” abre uma pergunta enorme
talvez uma das mais difíceis que podemos fazer a alguém. Fiz a crônica como um diálogo com a própria existência, filosófico e poético.
O Que Te Faz Ser Você?
Eu quero saber de você.
Mas não quero saber apenas o seu nome, onde nasceu, o que faz da vida ou quantos anos carrega nos ombros.
Isso tudo são informações.
Eu quero saber de você.
Quero saber o que existe quando todas essas respostas acabam.
O que te faz ser você?
Talvez ninguém saiba responder imediatamente.
Passamos boa parte da vida aprendendo a explicar o mundo e quase nenhuma aprendendo a explicar a nós mesmos.
Sabemos dizer onde moramos, mas nem sempre sabemos onde nossa alma se sente em casa.
Sabemos contar os anos que vivemos, mas dificilmente conseguimos contar quantas vezes tivemos de nascer novamente dentro da mesma vida.
Por isso, quando pergunto quem é você, não me mostre apenas suas conquistas.
Mostre-me também aquilo que você perdeu.
Porque há pedaços de nós que foram construídos justamente pelas coisas que não puderam ficar.
Conte-me sobre os caminhos que deram errado.
Sobre as portas que se fecharam.
Sobre as pessoas que partiram.
Sobre os sonhos que você precisou enterrar em silêncio enquanto continuava sorrindo para que ninguém percebesse o funeral acontecendo dentro de você.
Talvez você seja um pouco de tudo isso.
Somos feitos de presenças, mas também de ausências.
De encontros e despedidas.
De palavras que ouvimos e de outras que passamos a vida esperando alguém dizer.
Há pessoas vivendo dentro de nós que talvez nunca mais veremos.
Um gesto do nosso pai.
Uma frase da nossa mãe.
O sorriso de alguém que amamos.
Um conselho que na juventude parecia inútil e que, muitos anos depois, tornou-se uma espécie de bússola.
Somos uma casa construída por muitas mãos.
Algumas permaneceram.
Outras passaram apenas por alguns minutos.
Mas deixaram alguma coisa sobre a mesa da nossa existência.
Talvez seja isso que torna tão difícil responder à pergunta:
Quem sou eu?
Porque não somos uma coisa terminada.
Somos verbo.
Estamos acontecendo.
O homem que acordou esta manhã já não é exatamente aquele que adormeceu ontem.
Alguma lembrança atravessou a noite.
Alguma preocupação amadureceu.
Alguma esperança nasceu discretamente.
Talvez alguma ferida tenha cicatrizado um milímetro enquanto dormíamos.
A vida trabalha em nós mesmo quando não percebemos.
E existe ainda outra coisa.
Você também é aquilo que ninguém vê.
Existe uma versão sua que aparece nas fotografias, nas conversas, nas festas, no trabalho, nas redes sociais.
E existe aquela que fica sozinha quando a porta se fecha.
Essa me interessa profundamente.
Quem é você quando não existe plateia?
Quem é você quando ninguém está olhando?
O que você pensa antes de dormir?
Que conversa mantém consigo mesmo diante do espelho?
Quais são os medos que jamais confessou?
Quais sonhos ainda protege do mundo porque tem medo de que alguém ria deles?
Quais lágrimas você engoliu para parecer forte?
Talvez o verdadeiro rosto de uma pessoa comece justamente onde termina a necessidade de parecer alguma coisa.
Porque passamos anos construindo personagens.
Queremos parecer fortes.
Inteligentes.
Felizes.
Resolvidos.
Mas chega um momento em que a vida começa a retirar nossas máscaras uma por uma.
E isso dói.
Até descobrirmos que perder uma máscara não significa perder a identidade.
Às vezes significa finalmente encontrá-la.
Por isso eu quero saber de você.
Não da versão perfeita.
Essa não me interessa.
Quero conhecer suas contradições.
A coragem que mora ao lado do medo.
A esperança que algumas noites dorme abraçada ao desespero.
A fé que às vezes pergunta.
O amor que às vezes se cansa.
A força que também precisa sentar no chão e chorar.
Porque talvez ser humano seja exatamente isso:
carregar dentro do mesmo peito coisas que parecem impossíveis de conviver.
Somos luz e sombra.
Certeza e dúvida.
Saudade e esperança.
Ontem e amanhã tentando aprender a dividir o mesmo coração.
E talvez aquilo que realmente nos define não sejam nossas respostas, mas as perguntas que tivemos coragem de continuar fazendo.
Quem sou?
Por que estou aqui?
O que fiz com o amor que recebi?
Quem se tornou melhor porque passou pela minha vida?
O que permanecerá de mim quando meu nome deixar de ser pronunciado?
No final, talvez descubramos que aquilo que nos faz ser quem somos não está nos títulos,
nos bens ou nas histórias que contamos sobre nós mesmos.
Está nas marcas invisíveis.
Nas pessoas que amamos.
Nas vezes em que fomos feridos e decidimos não transformar nossa dor em crueldade.
Nas vezes em que poderíamos ter desistido e permanecemos.
Nas vezes em que pedimos perdão.
Nas vezes em que perdoamos.
Nas vezes em que ninguém estava olhando e, ainda assim, escolhemos fazer o que era certo.
Talvez sejamos, sobretudo, aquilo que escolhemos fazer com tudo aquilo que a vida fez conosco.
Por isso, quando eu disser:
“Eu quero saber de você”,
não me entregue apenas sua história.
Entregue-me seus silêncios.
Suas cicatrizes.
Seus sonhos.
Suas perguntas.
Conte-me quem você era.
Quem precisou deixar de ser.
E quem ainda está tentando se tornar.
Porque conhecer verdadeiramente alguém não é descobrir todas as suas respostas.
É chegar suficientemente perto para compreender algumas de suas perguntas.
E talvez, depois de uma vida inteira procurando a resposta para “o que me faz ser eu?”, descubramos algo ainda mais bonito:
não somos apenas aquilo que encontramos dentro de nós.
Somos também aquilo que deixamos dentro daqueles que encontramos pelo caminho.
Seja vocē memo. !!
Isso que é lindo, isso que é vida, vocē ser vocē mesmo , sem a preocupação de ser ou não ser aceito.
Não se preocupe com o que vão pensar, supor sobre vocē, o importante é a sua consciência sobre o que vocē é , e o que carrega nas mãos, tudo o que vocē tem a oferecer.
Somos reflexo de tudo que somos, e emitimos exatamente essa verdade, disso não fugimos !!
Seja autêntico nas suas atitudes. Reconheça seus valores
Caminhe exatamente rumo ao que vocē acredita.
Com certeza , o seu sorrisos será mais leve, farto , feliz destilando autoridade nas palavras e gestos.
O respeito por vocē e pelo outro tambem passam a ser reconhecidos, pela inicialização da sua lealdade interna
Seu amor cresce, e vocē se torna empoderado de encanto, satisfação, alegria e vida
É sempre mais fácil conviver com as pessoas que estão satisfeitas , que apreciam a vida, porque elas são mais flexíveis, disciplinadas, e quando se aproximam , destilam as melhores energias, e as nossas ações são imediatas rumo a alegria, e ao prazer de tê - las encontrado.
Todo cultivo rumo a paz, a alegria, a autênticidade , leva a uma vivência mais harmoniosa e com mais qualidade, porque o fio condutor é a verdade e o bem, a paz.
Ser a gente mesmo, é chique, elegante, nobre, e nos aproxima da gente todo segundo e da excelência!!.
Simone Vercosa
Ousadia é você ser você mesmo, sem medo, preocupação e ainda continuar acreditando em coisas que o mundo não oferece mais. É você ser firme, convicta, isso sim é ousadia, desafiar os protocolos modernos com força, fé e coragem.
Você não é o que os outros veem.
Você é o que você precisa ser.
Você é suficiente.
Você é necessário para si mesmo.
Você poderia ser.
Você poderia ser a minha música preferida.
Você poderia ser a nota do meu (violão) feita por minhas mãos.
Você poderia ser o meu refrão o qual eu canto incansável sem medo de errar.
Você poderia ser o nascer do sol de uma manhã de verão.
Você poderia ser o vento que sopra na beira da praia no entardecer.
Você poderia ser o céu todo estrelado igual aquele que juntos admiramos tentando saber o nome de todas as estrelas.
Você pode ser um pouco de tudo isso para mim.
A completude do ser
Você que ri sem motivo
você que chora sem dor
você que sabe o segredo
das asas do beija-flor
você que nunca desiste
você que tem esperança
você que não fica triste
você que é feito criança
você que busca um destino
você que sedo madruga
você que não sofre a ruga
você que é feito menino.
você que nunca tem medo
você que não desatina
você que canta e afina
as cordas do coração
você que anda sem pressa
você que perdoa a mágoa
você que enxuga a lágrima
você que planta uma flor!
você que é brisa e calma
você que é um mar sereno
você que é corpo e alma
você, antídoto e veneno
"Não fique feliz com a derrota do seu irmão, amanhã pode ser você, porém em vez de tripudiar sobre a sua dificuldade, dele bons conselhos"
Se não fosse importante ser Eu, não me importaria ser Você.
Se Eu fosse desimportante para Mim, seria importante ser Você.
