Ser Humano

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Até uma panela de pressão precisa eliminar o vapor, senão ela explode.
O ser humano tem que entender que assim como a panela de pressão devemos sempre gerenciar nossa mente, eliminando os resíduos de pensamentos traumáticos, causados pelas mazelas psíquicas para que elas não venham afetar nossa saúde, se transformando em doenças psicossomática.

O ser humano é frágil e luta todos os dias diante de situações adversas. Mas enfrenta problemas que somente os mais próximos têm conhecimento. Neste mundo, ninguém é um super-herói; todos têm problemas.

Para ler o ser humano, preciso olhar sua face, pois procuro algum sinal, talvez um sorriso. No entanto, para reconhecer aquele que faz os milagres acontecerem, não preciso vê-Lo. Basta a fé.

Acho que a fé é o instrumento mais potente que o ser humano pode ter e usar a seu favor. Ela quem cria o movimento de condução da vida.


Fé em quê?
Ué, em tudo. Depende do que você escolheu acreditar.
A minha é tão grande, que está até no que ainda desconheço. Tem coisa demais pra desvendar enquanto caminho.


Ignorante que sou, não ouso afirmar que exista uma só coisa, figura ou entidade espiritual que você deva acreditar. Ou não acreditar.
Eu acho a fé bonita. Só!
Parece pouco mas é coisa pra caramba.
Me faz acreditar, mas não impô-la a ninguém.
E acho uma pena ela ser usada como moeda por tantos que se denominam líderes.


Imagine se eu, dentro da minha ignorância, vou dizer à dona Maria que as novenas que ela faz não levam a lugar algum. Ao João, que acredita apenas em si mesmo e na ciência, que ele está equivocado nessa busca incessante por evidências. Ou à Ana, que esses rituais cheios de axé no terreiro que ela frequenta é coisa do "mal".


Vou nada! Acordo, respiro, confiro se minha fé está comigo e vou cuidar do meu dia.


E, claro, cuido para que ela se mantenha acesa. Porque quando ela se apaga - e já esteve apagada - a vida fica ainda mais dura.


Acho brega se meter na fé alheia. Se a gente se organizar direitinho, cabe todo mundo numa mesa só.

A maior prisão do ser humano não são correntes de ferro, mas as correntes invisíveis da ignorância, do medo e do ego. A maioria vive condicionada a defender apenas os próprios interesses, acreditando que acumular, competir e controlar é o caminho para a realização. Poucos realmente se preocupam em estender a mão sem esperar algo em troca.


Vivemos cercados por pessoas que repetem padrões, alimentam conveniências e permanecem presas aos mesmos ciclos. Quando surge a oportunidade de romper com o conhecido, muitos preferem voltar à própria caverna, onde as ilusões parecem mais confortáveis do que a responsabilidade de despertar.


A luz simboliza o conhecimento que rompe a escuridão da ignorância. Essa perspectiva entende que a libertação começa quando o indivíduo questiona as estruturas que o aprisionam, abandona a submissão ao pensamento automático e assume a responsabilidade pela própria consciência. Não se trata de esperar um salvador, mas de tornar-se autor da própria transformação.


Quebrar os círculos viciosos exige coragem. Exige abandonar relações baseadas apenas em interesse, romper crenças limitantes, deixar para trás o medo da mudança e recusar a repetição inconsciente dos mesmos erros. A verdadeira liberdade nasce quando ninguém mais controla sua mente, suas escolhas ou seu propósito.


Encontrar pessoas que caminhem ao seu lado por lealdade, verdade e compromisso é raro. Por isso, antes de buscar apoio no mundo, fortaleça a própria consciência. Quem desperta deixa de ser conduzido pelas correntes da massa e passa a trilhar um caminho próprio, guiado pelo discernimento, pela responsabilidade e pela busca contínua do conhecimento.


A libertação não acontece quando o mundo muda. Ela acontece quando você rompe as amarras que o mantinham preso ao mesmo ciclo e escolhe, conscientemente, viver além das ilusões.

Tudo que o ser humano aprova é certo. Até ser reprovado.

As facilidades que me convém é o que me importa?


Então Ter empatia?
O ser humano, ele não sabe se por no seu próprio lugar.
Imagine se colocar no lugar dos outros?

Sou um micélio experienciando ser humano, mas já fui borboleta, baleia, raia jamanta e até uma ameixa. Infinitas são minhas possibilidades!

O ser humano até os 30 anos aprende a dominar a ansiedade; dos 30 aos 50, o discernimento; e, após os 50, sua consciência.

De cada ser humano sai um cordão de luz em direção ao céu. E quando duas almas que estão destinados a ficar juntos se encontram, os seus fluxos de luz unificam-se e passa a existir uma única luz brilhante.

Deus criou tudo que era bom, viu que era bom, e por fim criou o ser humano para desfrutar de tudo que é bom.

Não deixe que os problemas te impeçam de enxergar todo o propósito de Deus na sua vida.

Alguns "gênios" determinaram que o ser humano é uma folha em branco, onde escreve-se os valores das classes dominantes. No entanto, resistir e reescrever sua própria história é um ato revolucionário.

O ser humano moderno arde na ânsia de ser extraordinário, como se o comum fosse uma falha e não a própria teia do mundo. Esquece-se de que a vida não opera por hierarquias nem medalhas; ela apenas pulsa, indiferente aos delírios de grandeza. E é justamente aí que se revela o paradoxo: ser comum já é uma forma secreta de singularidade, pois nada mais raro do que existir sem precisar provar brilho algum.

O ser humano não se perde quando erra o caminho — perde-se quando cessa a interrogação sobre ele. A acomodação que se nomeia como chegada é, clinicamente, uma forma de abandono de si: o sujeito para de questionar para onde vai e converte qualquer ponto de parada em destino, economizando o desconforto da busca ao custo de uma estagnação que se disfarça de maturidade. O erro, ao menos, preserva movimento; a resignação travestida de sentido não preserva nada. E é curioso: a fantasia de ter chegado costuma emergir justamente quando o sujeito mais precisa caminhar.

O ser humano moderno proclama força, mas organiza a existência sobre alicerces frágeis: depende de dispositivos, oscila no íntimo, mendiga validação e evita a própria solidão. Teme a morte a ponto de esvaziar a vida — protege-se tanto que já não vive. Recusa o frio da realidade, tratando a lucidez como ameaça. E, assim, prefere a fantasia da invulnerabilidade — confortável, negociável — à verdade incontornável: a fragilidade não é falha, é condição. Negá-la não fortalece; apenas afasta do que se é.

O trabalho, quando realizado com propósito e dignidade, encanta, envolve e enobrece o ser humano, revelando sua capacidade de criar, servir e deixar marcas no mundo.

A Ilusão da Força.


Muitas vezes, o ser humano se deixa cegar pelo orgulho e comete a injustiça de humilhar ou magoar aqueles que cruzam o seu caminho em uma posição de aparente fragilidade. Sentir-se superior por conseguir subjugar alguém que não pode reagir é, na verdade, a maior demonstração de fraqueza que uma alma pode dar a si mesma. A espiritualidade nos ensina, em silêncio, que toda ação gera um eco na nossa própria jornada e que a verdadeira força reside na mansidão e na justiça. Tratar o outro com desdém apenas porque ele parece indefeso é plantar sementes de amargura no próprio solo, esquecendo-se de que a colheita do que fazemos é sempre certa e individual.

O ser humano condenou o mundo no instante em que surgiu
nele. Pessoas distantes de qualquer pureza; suas mentes são
uma recriação constante do pecado.

O pior dos demônios é aquele que o ser humano cria dentro de si e, incapaz de reconhecê-lo, passa a procurá-lo nos outros.

O ser humano jamais será justo, se sua maior motivação para julgar for o próprio sofrimento.