Ser Feliz antes de Qualquer coisa
Uma coisa bonita
E mesmo assim
Difícil de aceitar, às vezes
É o fato de envelhecer
Ver as gerações passando
E conforme se sucedem
Incontáveis passamentos
A gente vai cedendo
Os nossos lugares
Na vida e no mundo.
Passam-se os anos,
Semanas...os meses
Segundo a segundo
Todos
Invariavelmente vivendo
De maneira meio desordenada
E cada um vai deixando
Ou não
Suas lembranças
Suas marcas
Retrados da gratidão
E pode ser que também não
As coisas acontecem
Como tem que acontecer
Histórias tristes e alegres
Consumado o tempo
Que por mais que seja
Sempre expira
A vida e o novo tempo
Entregues
A quem quer que chegue
Como quem passa um bastão
Algo assim, que simboliza
Uma vida corrida
Numa eterna disputa
Onde deveria ser
Desnecessário
Disputar nada
Ela passa depressa demais
Deveria ser somente bem vivida
Por isso eu sempre digo
A quem me escuta
Que a nossa curta viagem
Neste chão
Repleto de miragens
Não passa de mera ilusão
Portanto
Guarde consigo
Abraços de amigos
Lembranças de paisagens
E a certeza de que neste lugar
A gente somente passa
Ninguém fica
E é somente esta
A triste e alegre graça
desta vida
De tudo que se guarda
Nada resta
Além das lembranças
dos momentos
Que esta curta e grande graça
Pode ser bem dividida.
Edson Ricardo Paiva
Eu olho pro mundo e penso
No quanto me sinto propenso
A não ver
Muita coisa que me alegre
Tempos tristes
Gente sem graça, mérito e nem talento
Tento entregar às estrelas
Todo o crédito dos meus olhares
Milhares de brilhos
Crias de Deus
Emanando alegrias aos pares
Purpurinas com as quais
O Nosso Grande Criador
Põe beleza no espaço
Em nosso derredor
Nos ensinando em silêncio
Que por menos maus um dia sejamos
Jamais faremos nada igual
nem perto de parecido
Me sinto perdido
Nesse pequeno pedaço
de espaço esquecido, em meio ao nada
Satisfeito
e ao mesmo tempo triste
Por saber que existe
Um número imensurárel de quasares,
Incontáveis bilhões de Pulsares emersos
Em um imenso Oceano de Estrelas
Todas elas pra lá de belas
Porquanto inversamente
Permanecem simples e singelas
Quais divinas aquarelas
Retratadas lá no Céu
Antes de fechar minha janela
Eu penso
Que em tamanho e infinitude
Três grandezas serão comparáveis:
A Perfeição do Deus,
Em sua explicação silenciosa
A Beleza do Universo
Justificando a razão de o ser
E a estupidez Humana
Sem razão e nem porquê.
Edson Ricardo Paiva.
O amor de Deus é coisa estranha
Permite a gente caminhar
Faz a gente ter tanta visão
Que o domínio da própria vida
Parece ser total
Tamanhas são as ilusões que Ele permite
Difícil encontrar alguém que acredite
Que Deus sabe mais que nós
A exata tradução da muda voz
Que se cala triste
Triste por ver que após a caminhada
A ilusão desaparece
No alto da montanha onde subiste
Teu sorriso há de apagar-se
Pois nada daquilo que Deus te deu
Jamais foi posto assim, tão distante
São teus pés e tua fraca visão
Que permitiram
Tua cara triste no escuro do teu quarto
Fruto da ilusão que Ele permite
E prossegue a permitir
Que cada um tenha o direito
De destruir o próprio mundo
do jeito que bem entender
Que chega a ser difícil acreditar
No amor de Deus
Essa coisa esquisita
Tamanha imensidão desse carinho
Que permite a cada um
de seus tristes filhos queridos
Criar pra si mesmo uma montanha e subir
Pra depois, sozinho, chorar escondido.
Edson Ricardo Paiva.
Vivendo a vida
É assim que se vive a vida
Viver é coisa tão simples
Que a gente não vê
Em qual altura da vida
O viver se tornou complicado
A vida nada explica
Apenas fica
Viver a vida
É dar tudo que tem
Pra quem
Faz festa e nem te convida
Vivendo a vida a gente vê
Que nesta vida
A gente chega sem nada
E fica
Aos poucos
Tudo complica
E
Ao que tudo indica
Um dia a vista enfraquece
A cabeça passa a esquecer
O quanto a vida esqueceu a gente
Então
Simplesmente se vive
E se erra tudo novamente
E vai vivendo na marra esta vida
Tempo perdido
Dedicado a fazer
E vai fazendo por ser lembrado
Tendo ao lado
A vida
Esquecida e complicada
da qual
Um dia a gente sai
E quando vai
Não leva nada.
Edson Ricardo Paiva
Quando a gente nasce
Um anjo faz uma prece
Em algum lugar deste Universo
Alguma coisa muda
Mas nem tudo que acontece
Na vida da gente
É do jeito que se espera
No dia que a gente nasce
Inicia-se uma contagem
Alguma imagem boa e muda
Na esfera do mundo
Existe e não é à toa
Apesar de fazer o inverso de tudo
Cada segundo vai sendo contado
Tem dias que a gente vive
E tem a incrível sensação
De ter sido esquecido
E deixado de lado pela vida
Mas um dia, finalmente a gente morre
E ocorre de nesse dia
O mesmo anjo fazer outra prece
Não sei dizer
Como e porque acontece
Mas sei que acontece assim
Portanto
Enquanto isso, eu vou vivendo
Pois a prece
Que algum anjo atrapalhado fez por mim
Deu certo
E quis Deus que fosse assim
Exatamente desse jeito
O mesmo vento que me trouxe
Deixou-me com um beijo doce
E me disse
Que eu devia encarar sorrindo
O lindo amargor dessa vida
Pois iria passar bem depressa
O vice-versa
O início ao avesso
O doce que sempre caiu no chão
As verdades de mentira
Deus, por favor, me socorre
Não me esquece!
Manda o anjo fazer logo a prece
do dia que a gente morre.
Edson Ricardo Paiva.
No som do silêncio
Eu ouço o ruído
das coisas que penso
Muita coisa faz sentido
Outras apenas se sente
E tanto se sente
Que o corpo fica dormente
O som do silêncio
Se torna um zunido
Uma coisa constante
Como as coisas que penso
E se penso tanto agora
Talvez seja porque não pensei
Quando era hora
A hora voa
Flutua no som do silêncio
Talvez a vida não seja boa
O mente atordoa e se esquece
Talvez de cansaço
Talvez seja entrega
Tarde demais pra pensar na vida
Ouvindo cada vez mais longe
O ruído das coisas distantes
Que mereciam ter sido esquecidas
Adormeço ao som do silêncio.
Edson Ricardo Paiva.
Duas
Das múltiplas utilidades
Dessa coisa chamada porta
São fechá-las e abri-las
Podendo então
Deixar entrar ou sair
Mentiras ou verdades
E assim fingirem-se
Relativamente mais tranquilas
As pessoas relativamente boas
E as efetivamente ruins
Portas ocultam
E pouco se sabe
Dos vultos que se vê
Pelas frinchas por sob elas
Fatalmente sepultadas
Quando se fecham as portinholas
Que se põe nas tampas das urnas
Onde se enfurnam eternamente
O que se quis e não se quis
Fez e não fez
Uma a uma, às vezes
Noutras, muitas de uma só vez
Esperanças que morreram
Lá, propositadamente
Não há janelas também
Belas paisagens
Viagens mentais
Outra serventia das portas
É um dia fecharem-se
E jogar as chaves fora
Deixando-nas assim
Pra nunca mais.
Edson Ricardo Paiva
Sempre
Que alguma coisa começa
Raramente a gente percebe
Tratar-se de algum começo
É como se fosse ar
Que normalmente recebe
Pra depois expirar
Sem dispensar maior atenção
Um chão sem endereço
Onde se pisa
Na hora nem atenta
Pro fato
De que vai precisar de novo
Não raro começa
Sem apreço
Coisa sem valor
Mas quando chega o amor
Não existe preço
Só vontade
Ninguém jamais poderá dizer
Onde nasceu a qualidade
Da coisa à toa
Mas que a gente não esquece
Não quer esquecer
Jamais esqueceu
de tão boa que era
Frase em frase
Quase passou despercebida
Mas o coração a recebe
No silêncio do amor que nasce
do qual se precisa pra sempre
E se quer
Sem razão ... sem porquê
Nisso consiste o querer
Não existia
Mas agora existe
E ... se for embora
Chora de triste
Um dia acontece
Normalmente acontece do nada
Provavelmente existia
Muito antes daquele dia
Mas disso, nada sabia
Mas agora sabe
Não nos cabe saber a razão
Resta apenas
Fazer que exista e exista e exista
Mais nada.
Edson Ricardo Paiva
Eu tento uma coisa nova
Invento chamar a chuva
Reclamo quando não chove
E quando chove, também
Eu faço do mesmo jeito
Não me lembro de como ele era
Saio à chuva, depois que ela pára
Reclamo enquanto não chove
Eu tento chamar a chuva
E chove
Eu tenho um jeito novo
Pra fazer as velhas mesmas coisas
Meu melhor modo
É deixar tudo de lado
Da mesma maneira
Um velho pássaro vem
Pousa em meu telhado e morre
Já passou-se a vida inteira.
Edson Ricardo Paiva.
Dizem
Que muita coisa na vida
Não vale a pena
Quando eu ouço isto
Penso nas coisas que conheço
No preço que custou-me a vida
Eu olho pra mim e pras roupas que visto
Penso em cada manhã
Que acordei muito cedo
No jeito que fui tratado
E em cada trabalho bem feito
E até hoje
Ainda não me pagaram direito
E nem sequer agradeceram
Pois conheço a fundo
A solidão e ingratidão
Com que este mundo nos paga
Penso no quanto
Eu aprendi com tudo que passei
Enxergando que cada ser vivente
Possui uma lista de coisas
Pelas quais somente ele há de passar
Pra aprender o valor
Desta vida e do seu viver
Mas somente uma pouca parcela
Descobre que essa história louca
Compensa
E no fim
Dizer o quanto ela foi bela
Pois, por mais que se escreva essa história
No final descobre
Que fizemos apenas parte
Uma pequena parte dela
Mas que viver
Valeu a pena.
Edson Ricardo Paiva
Existe alguma coisa em minha vida
Que eu na verdade
Nunca soube entender muito bem
Parece que em algum momento
Eu devia ter caído em algum abismo
Um lugar que era frio
e não cai
mas deixei por lá uma parte de mim
O difícil em conviver com isso
É que as coisas que ficaram
Eram de lá
Me acompanha o vazio
Não das coisas que perdi
Pois nada nunca me pertenceu
Me acompanha o vazio
Do espaço oco reservado a mim
De um lugar que jamais foi meu
Mas em contrapartida
Aprendi com a vida
Não mais pertencer a um lugar
Nem a nada e nem ninguém.
Edson Ricardo Paiva
Eu não sei que outro nome se dá
Pra'quela coisa que tem um nome
Mas que cuja pronúncia
Me causa uma coisa ruim
E que eu não sei dizer que nome tem
Eu queria saber explicar
Que espécie de dor é esta
Um desconforto que cresce
E ao mesmo tempo
Me transporta, me deixa absorto
Dói em tudo quanto é lugar
Mas não sei te dizer onde dói
É algum tipo de chama
Fria e gelada
De olhar o Céu muito azul
E só ver nuvens de tempestade
É ver a idade avançar antes do tempo
Com tudo de ruim que o tempo faz
E depois do tempo, o nada
Uma pressa que termine o dia
Mesmo sabendo que amanhã
Essa dor que me acompanha vai voltar
Uma dor de tristeza que não passa
E que não pensa em me deixar
Creio
Que se realmente existe uma alma
Essa dor tá doendo é lá.
Edson Ricardo Paiva.
A história da nossa vida
Poderia ter sido contada
A partir de simples olhares
Coisa que sabemos decifrar
Desde cedo
Colares de mau olhado
Olhos que causam medo.
Passagens bonitas
Belas, muito belas
Todas elas tiveram seu tempo
Num passado que ficou
À deriva de olhares
Passagens fraternas
Olhadelas furtivas
Olhos aos pares
Esquivas
O brilho que se apagou
Num olhar do passado
E que nos olha de outro jeito
Entre todos
Somente um olhar
Jamais se apagaria
O brilho do amor eterno
Pois amores eternos
São olhos tristes
Olhando pro par de olhos
De quem insiste em não os ver
E vão brilhar mais além
Das estrelas no firmamento
Eterno pranto
Sem retorno e sem apelo
Porquanto seria preciso
Olhar em nossos olhos
Para vê-lo.
Edson Ricardo Paiva.
Amanhece
E esse amanhecer parece
Uma espécie de esperança
Em coisa que não acontece
Pimenta sem gosto
Arde, como se sabor houvesse
Entardece
E junto à tarde
As nuvens vem formando
Um cinzento Céu de tempestade
Trovoada que não se ouve e nem vê
Mas conforme a tarde passa
Do jeito corre a vida
A gente vê, sim; seus efeitos
E mesmo que a chuva não caia
É igual se tivesse caido
Portanto
Era de se esperar que anoitecesse
Mas igual a qualquer esperança
Jamais acontece
Céu escuro e sem estrelas
A Lua pálida e tímida
Parece até que anoiteceu
Mas não anoitece.
Edson Ricardo Paiva.
Hoje
A tudo que olho
Alguma coisa tua eu vejo
Da textura do teu rosto
Ao gosto do teu beijo
O Som dos teus passos na rua
E os laços de afeto que criamos
Abraços que não mais nos demos
O amor que ...se acabou... não percebemos
A dor mais que incorreta da distância
No medo da demência que hoje sinto
Hoje, onde não vejo
Um olho te procura
No brilhar de cada estrela
No trilhar, tão solitário, que hoje vivo
De algum modo existe a tua permanência
Em teu vulto despontando no horizonte
Se alicerça a esperança de uma vida.
Edson Ricardo Paiva
Sobre as Gentes Superiores.
A coisa mais impressionante
Que se pode conhecer na vida
É a inteligência humana
Basta olhar pela janela
E lá se vê caminhando
Aquela alma arguta,
desprendida e astuta
Atenta pra toda malícia
Ciente
da própria inteligência adquirida
Nos livros, nas peças teatrais,
nas viagens, na poesia
...e no seu fácil dia-a-dia
Plenamente senhora
de tanta sabedoria
Que sabe aprender
com quem sabe menos
Ou que pelo menos
Em sua pretensa vivacidade
Essa pobre alma humana
Tem certeza que sabe mais
Conhece toda verdade
E demonstra isso a cada vez que diz
Não existir certeza de nada
Mas ela sempre sabe mais que o padeiro,
que o mecânico, que o vizinho,
sabe mais que seus próprios pais,
que o trouxeram ao mundo,
sabe mais que O próprio Deus
... e por isso tornou-se ateu.
Defensora das coisas corretas
Compromissada com a boa ideologia
Coisas que aprendeu nas conversas
Que teve com outras pessoas inteligentes
Que conheceu numa festa outro dia
Protesta contra todas as guerras
Mas jamais enfrentou batalha
Sabe todas as respostas
E gosta de apontar a direção dos trilhos
Porém .... não deseja ter filhos
E se algum dia teve, não criou
Apesar de não ter medo de nada
É contra qualquer ação violenta
desde que praticada pelos mais fortes
e tem certeza
de estar em favor dos certos
Não foge jamais à morte
de sorte que também não se arrisca
pra não ser preciso vê-la de perto
Sabe falar bem sobre tudo
E fala e fala e fala, contudo
Tenta estar bem com os dois lados
Quando estiver diante de ambos
Pois a lealdade nunca foi coisa importante.
Perante os erros da humanidade
A sua participação foi mínima
A sua autoria ou influência são anônimas
Pois esteve sempre um passo à frente
E a sua mente sempre acima
das gentes comuns e mundanas
A sua presença emana paz
Apesar de jamais ter acendido o fogo,
Perdido no jogo da vida
ou contado uma mentira por maldade
Enganou de boa intenção
pra obter o melhor resultado
Pois a luz e a verdade
Estiveram sempre ao seu lado
E como todo sábio que se preza
Conhece as orações, as ladainhas e as rezas
E se alguma coisa der errado
Se ajoelha, pra que a gente se espelhe nela
E a culpa será sempre sua
E também será minha
Pois a gente não deu atenção
Ás sua sábias elucubrações
E suas verdades de mentirinha.
Edson Ricardo Paiva.
Existe tanta coisa nesta vida
Enquanto eu a tenho uma só
Escolhas são sempre as nossas
Portanto eu não posso perder meu tempo
Reclamando da imperfeição na paisagem
Quando eu sei que é uma viagem só de ida
E nada se deixa e nada se leva
A não ser saudade
Tudo mais não me pertence
Aquilo que tens hoje ao teu redor
Não o olhe como a uma conquista
Pense que são como estrelas
Assim como eu, todos podem vê-las
Sem jamais tocá-las
Pense no presente como uma lembrança
Uma fotografia de um tempo
Em que havia ou não havia esperança
A vida é algo tão breve
E não há ninguém que leve nada
Não vou desperdiçá-la sentindo medo
Não tenho direito de me queixar
Se o limão era azedo
Quando ele esteve em minhas mãos
e sei que deixei ficar passado e amargo
Hoje eu não trago mais nada comigo
Além daquilo que possa sempre carregar
Pois eu tenho o mundo todo
Sabendo que nenhum lugar me pertence
Vivo o presente agora
Sem chorar passado e nem futuro
O tempo jamais esteve ao alcance da vista
Diferente das estrelas, que eu posso ver.
Edson Ricardo Paiva.
Se fosse apenas
O lançar um olhar ao mundo
Mas tem sempre alguma coisa a mais
Uma espécie de indiferença velada
A pergunta que germina da resposta
Quantificada na imensa quantidade
das eternas reticências
Que cada um de nós a guarda
Em silêncio profundo
Que diz que não vai dizer mais nada
Pois o mal não vem daquilo que faz mal
Ele só reage de maneira diferente
de gente pra gente, quaisquer sejam elas
Eternizando a alguma coisa
Que não encaixava e não cabia
e sabia que estava lá
Igualando desiguais, tem sempre algo mais
No invisível voo da Quimera
Flutuando em seu mais baixo nível
Te aguardando, sem demonstrar jamais
Que mais e mais ela te espera
O que conta é o que tivemos desde sempre
Escondido e sem fazer ruído
Em algum lugar dentro de nós mesmos
E que a gente morre
Sem nunca saber o que era.
Edson Ricardo Paiva.
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