Ser Feliz antes de Qualquer coisa
Se uma pessoa chora
Não a julgue antes de saber
As lágrimas estão lavando a alma
Tirando tudo de ruim guardadas no coração e na alma
Seja porque foi magoado
E também porque não quer falar, magoar o outro
Principalmente se essa pessoa for uma pisciana
Porque mesmo magoada
Não quer causar um estrago no outro
Uma pisciana machucada, faz cair tempestades até inundar tudo a sua volta
Faz um estrago que talvez não terá volta
Pois então
Quando ver o mesmo chorando
Não o chame de fraco
Ou dramático
Porque ele é tudo, menos isso
Ele está se afogando no próprio mar
Para não te magoar
Sinto falta do meu antigo eu, o eu que antes deixava cada palavra fluir como a correnteza calma de um rio, o antigo e doce eu que pintava cada linha com imagens e cenários imaginários só porque achava bonito, que mesmo recebendo olhares maldosos e julgadores continuava dançando com a música alta pois era assim que libertava o próprio coração. O antigo eu, escritor, poeta, músico, dançarino, tudo que quisesse ser e não ser.
Mas esse eu morreu. Eu o matei. Ou talvez o mundo todo o matou. O mundo todo que cresceu e moldou neste antigo eu uma torre alta e assustadora, onde lá, ele passaria o resto de sua vida sendo infeliz, sendo sugado por fantasmas cinzentos que roubaram sua cor segundo após segundo, até não sobrar mais nada. E eu o matei deixando isso acontecer. Sem impedir, sem salvá-lo.
Ao nos esforçarmos para ver as coisas na perspectiva do tempo, percebemos que o que antes era gigante hoje não passa de grãos de areia.
Deus é cruel, matou e mandou matar pessoas!
Bem, eu, Márcio, pergunto por quê?
Antes de colocar Deus no banco dos réus,
Vocês precisarão de um julgamento justo, certo?!
Cananeus
Amalequitas
Filisteus
Os Diluvianos
Sodomitas
Entre muitos outros, a ordem era exterminá-los a todos.
Sim, de fato!
Agora reforço;
Por quê?
Essas pessoas viviam de forma desumana, cruel e sem lei, sem justiça para com os outros povos e em suas próprias comunidades. Cometiam os crimes mais perversos e cruéis imagináveis. Invadiam outras aldeias e matavam sem piedade para roubar tudo. E escravizavam alguns. Em seu cotidiano, viviam sob regimes desumanos, antissociais e cruéis entre si. Matavam seus filhos em sacrifícios aos seus deuses Baal Astaroth e outros. Estupros e o famoso olho por olho eram sua lei severa. Roubos e tudo mais. Em suma, não havia humanidade em nenhum deles. Lembre-se de Sodoma, se houver três, duas ou uma, e apenas Ló e suas filhas foram libertados graças a Abraão, já que sua esposa se transformou em sal. A situação é a mesma em todos os cenários, inclusive se repete nos dias atuais. Portanto, Deus não destruiu essas comunidades ou povos. Ele varreu o pó. Afinal, eles já estavam humanamente mortos. Quando um ser humano perde sua humanidade, ele morre.
Podemos resumir que Deus nunca matou ninguém.
Sua ordem era varrer o que já havia se dissolvido, pegando carona nas palavras de Bauman.
"Na era da informação, a invisibilidade equivale à morte."
Zygmunt Bauman
Não julgue a Deus, julgue as pessoas!
"Vida com Cristo exige mudança radical. Ninguém pode andar com Cristo, se antes não negar a si mesmo. Ninguém pode confiar em Cristo, sem antes descrer de seus próprios méritos. Ninguém pode ser receber a Cristo sem antes nascer de novo. Cristo é a única esperança de salvação para as nossas vidas".
"Freud já dizia: antes de diagnosticar alguém como louco, verifique se ele não está cercado de idiotas. E não é que ele tinha razão? A maioria se protege na bolha da normalidade estatística, achando que sanidade é seguir moldes. Mas poucos se perguntam: o que realmente diferencia um são de um iludido?"
Antes de dormir, só queria te dizer que meu corpo sente tua falta, mesmo sem nunca ter te tocado.
A tua presença vive em mim como um perfume que não sai, como um calor que me percorre.
Nas minhas noites, é você quem deita comigo — nas fantasias mais intensas, no silêncio mais íntimo.
Queria te ter aqui agora, colada em mim… te olhando nos olhos, enquanto meus lábios exploram tua pele devagar, como quem descobre um segredo.
Essa é minha confissão da noite.
Agora dorme… mas me leva contigo nos teus sonhos.
Entre tantas opções cai na armadilha da rotina, antes fosse organizada, mais com tanto cansaço acabou se tornando uma bagunça.
As vozes na minha cabeça todo dia pensando em, quem é você, como se permitiu chegar a isso, você não consegue mais, desista.
Então pra não desistir acabo somente existindo e não vivendo a única chance que tenho para ser feliz.
É você tinha razão Newton, toda ação tem sua reação, mas não nos contou que, quando não à uma ação terá consequências.
"Brasa"
Sinto? Talvez sim.
Mas não como antes.
Havia um fogo em mim,
onde cada emoção era álcool.
Bastava um toque —
e eu explodia em chamas.
Belo, mas perigoso.
Foi assim que me afoguei em fantasias,
jogando horas do meu vasto dia
em cenários que não existiam.
Romance era refúgio
(e cárcere também).
Depois, veio o silêncio.
A dor me acordou.
E o fogo… virou brasa.
Hoje, é morno.
Quase não aquece,
mas também não queima.
Estranho.
Talvez necessário.
Talvez... uma saída, proteção.
Mas sinto falta, confesso
da melancolia que me fazia poesia,
da música suave ao apreciar a vista na janela,
do cheiro da chuva,
da beleza quieta do mundo.
Agora, meus olhos molham,
mas não choram.
A lágrima não escorrega
ela apenas sussurra.
E algo, dentro de mim,
a seca.
No começo, temi.
Temi virar pedra.
Temi nunca mais sentir.
Mas talvez...
seja uma lição.
Nem sempre a vida é sentimento.
Às vezes é fé.
Às vezes é razão.
Às vezes é só... viver.
Viciada em fugas
mundos paralelos de doçura.
Mas um dia doeu tanto,
que eu fui embora dali pra sempre.
Desde então,
sinto tudo mais leve.
Até demais.
Deveria doer.
mas só pesa.
E o medo volta:
e se eu não sentir nunca mais?
Mas talvez...
só talvez...
sentir de forma calma
também seja amar, também seja sentir.
E há esperanças
uma brasa, ainda queima de maneira escaldante
quem sabe torne-se eu novamente uma amante?
dessa vez, sem impulsos
sem extremos.
Observe o micro para compreender o macro. Faça pesquisa de campo antes para tomar grandes decisões. A experiência tem muito mais valor que a teoria.
Quanto mais velho, mais incorrigível é perigosos são os narcisistas. Se imunize o quanto antes.
Porque ele sempre tentará atribuir a você as piores coisas que ele é capaz quando não puder mais poder te manipular e sugar.
Tem gente que só percebe o valor da vida quando ela ameaça partir. Viva antes que ela canse de esperar.
— Maycon Oliveira
Essa frase foi escrita por Maycon Oliveira – O Escritor Invisível, autor do perfil ‘O_Escritor_Invisivel’ no site Pensador.
Para desfrutarmos de verdadeira paz interior, é essencial termos, antes de tudo, um propósito firme de conhecer o caráter de Deus e Suas preciosas promessas. Nossa confiança no Senhor cresce à medida que aprofundamos esse conhecimento e nos firmamos na fidelidade de Sua Palavra.
Hoje, o tempo se esgotou e você acompanhou esse fluxo passageiro. Hoje, o que antes tinha tanto valor para você já não existe mais, e a intensidade que iluminava a sua vida parece ter desaparecido. Para você, este dia se resume apenas a um momento isolado, sem significados adicionais ou esperanças para o amanhã.
Mãe, Estrada de Luz e Eternidade
Mãe, tua luz brotou da essência da terra,
antes que o mundo tivesse nome ou forma.
És raiz que resiste, mesmo quando a enxada fere,
és chão fecundo onde florescem sonhos e histórias.
Nos sulcos de tuas mãos, repousam auroras,
guerras silenciosas que o tempo não apagou.
Teu olhar é um poço sem fundo de ternura,
onde mergulho e, mesmo ferido, encontro abrigo.
Tua coragem não fez alarde, nem buscou aplausos.
Foi no feijão coado, no pão repartido,
na casa varrida de esperança nas manhãs frias,
que edificaste teu templo invisível.
Mãe, és lágrima que rega o impossível,
és palavra simples que transforma a pedra em flor.
Teu silêncio ensinou mais que mil livros,
e tua presença, mesmo ausente, ainda é farol.
Nas noites em que a vida pesa sobre os ombros,
é tua lembrança que me reconduz ao caminho.
Tua fé — não a dos altares altos,
mas a plantada no cotidiano — é o que me sustenta.
Mãe, és mais do que luz:
és a própria estrada, o próprio chão,
a lida e a poesia, a fome e o pão,
és a eternidade bordada em minhas mãos.
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