Sentir a Natureza
Chore sempre que sentir vontade de chorar.
As lágrimas nada mais são que soluços d'Alma querendo falar.
Quando sentir-se muito triste
Comece a cantar uma linda canção
Aos poucos você se alegrará e perceberá
A felicidade existe
Mora dentro de você.
"Se sentir invejado é bem próprio daquele que não consegue arcar com a responsabilidade do seu fracasso!"
☆Haredita Angel
"É tão bom ter alguém como você,
me sentir completa.
É bom sentir sua mão me levando
além do horizonte"
Haredita Angel
24.10.12
"Ah se eu pudesse voltar aquele tempo, sentir de novo aquele abraço, aquele cheiro de café, aquele olhar festivo, aquele sorriso tão presente e ouvir novamente aquela doce palavra... FILHA!"
Haredita Angel
16.11.25
"Te explico para minha mente .
Mas não me explico para a minha alma.
-Compreender e sentir são dois mundos distintos."
Haredita Angel
02.05.26
No fundo, talvez eu só esteja exausta(o).
De sentir demais, de segurar demais,
de fingir equilíbrio quando tudo treme.
E mesmo assim eu continuo dizendo “tô bem”,
não porque seja verdade,
mas porque ainda estou aqui —
e isso, por enquanto, é o que consigo ser.
Se o Tempo Me Deixasse
Eu queria sentir teu rosto entre meus dedos,
mais uma vez, nem que fosse por um instante,
como quem procura, no silêncio dos segredos,
um vestígio de um amor que foi tão marcante.
Tocar tua pele e reconhecer teu olhar,
sentir que o tempo não levou tudo embora,
como quem tenta, no passado, se encontrar,
e abraçar o que a saudade ainda guarda.
Talvez meus dedos buscassem teu calor,
enquanto meus olhos falassem por mim,
tentando reviver os vestígios desse amor,
que deixou tantas histórias sem um fim.
E se tua imagem se desfizesse no vento,
eu ainda te tocaria em minha imaginação,
pois há rostos que permanecem no pensamento,
e vivem para sempre nas mãos do coração.
"Entre o querer e o sentir"
Queria lhe dizer que apenas lhe adoro,
mas, na verdade, eu te amo.
Gostaria de lhe esquecer,
mas penso em você a todo momento.
Queria olhar pra você com indiferença,
mas, quando te vejo, suspiro profundamente.
Gostaria de dizer que nunca vejo suas postagens nas redes,
mas, na verdade, fico ansioso só de notar que você nem sequer apareceu online.
Gostaria que, quando eu te encontrasse,
você fosse apenas mais uma pessoa comum...
Mas meus olhos paralisam quando te vejo,
e o tempo parece parar a cada passo seu.
Queria dizer que já superei,
mas, na verdade, qualquer lembrança sua ainda me desmonta por dentro.
Gostaria que o tempo apagasse o que sinto,
mas ele só parece reforçar o que tento esquecer.
Queria acreditar que o destino apenas brincou comigo,
mas, no fundo, acho que foi ele quem me apresentou a você — e depois se arrependeu.
Gostaria que o seu nome fosse apenas mais um entre tantos,
mas ele ecoa em tudo: nas músicas, nas ruas, até no silêncio.
Queria me enganar dizendo que a vida segue igual,
mas, desde que você se foi, tudo parece andar um pouco fora do compasso.
Queria entender por que alguns sentimentos insistem em permanecer,
mas talvez certas pessoas não venham pra ficar —
apenas pra despertar algo que a gente nem sabia que existia.
Gostaria de apagar seu nome das minhas lembranças,
mas hoje percebo que não preciso esquecer pra seguir.
Aprendi que há amores que não acabam,
eles apenas mudam de forma e aprendem a morar em silêncio.
Queria voltar no tempo, dizer tudo o que calei,
mas talvez o silêncio também tenha sido uma forma de amar.
Hoje, quando penso em você, já não dói tanto.
É uma saudade calma, que não pede volta —
apenas me lembra que um dia,
eu fui capaz de sentir algo bonito demais pra caber em mim.
Só os tolos acreditam sentir a presença de Deus nas orações alicerçadas pelo Discurso de Ódio.
A provocação parece dura, talvez até incômoda, mas necessária, sobretudo em tempos nos quais o nome de Deus tem sido pronunciado por lábios que, simultaneamente, disseminam a intolerância, legitimam a exclusão e transformam o próximo em inimigo.
Afinal, de que Deus estamos falando quando a oração, em vez de amolecer o nosso coração, endurece os julgamentos?
Que espiritualidade é essa que dobra os joelhos diante do altar, mas se recusa a estender as mãos àqueles que considera indignos de amor?
A oração, em sua essência mais profunda, não deveria ser um instrumento de confirmação dos nossos preconceitos, mas um exercício de confronto com aquilo que há de mais sombrio em nós.
Orar não é simplesmente falar com Deus; é também permitir que Ele questione nossas certezas, desmonte nossas arrogâncias e nos retire do conforto moral de acreditar que estamos sempre do lado certo.
Quem ora verdadeiramente não busca apenas a aprovação divina para as próprias convicções; dispõe-se, sobretudo, a ser transformado por uma verdade que ultrapassa seus interesses, suas paixões ideológicas e suas conveniências pessoais.
O problema começa quando a religião deixa de ser caminho de conversão e se torna escudo para a hostilidade.
Nesse momento, o nome de Deus passa a funcionar como uma espécie de autorização celestial para o desprezo humano.
O ódio ganha aparência de zelo doutrinário, a intolerância veste as roupas da fidelidade bíblica, e a crueldade aprende a citar versículos para justificar aquilo que o amor jamais legitimaria.
Assim, o Discurso de Ódio não apenas contradiz a mensagem cristã: ele a sequestra, instrumentalizando a fé para fins que frequentemente negam o próprio fundamento do Evangelho.
Jesus, nos relatos cristãos, não poupou críticas à religiosidade que valorizava as aparências enquanto negligenciava a Justiça, a Misericórdia e a Fidelidade.
Sua parábola do fariseu e do publicano, em Lucas 18, é particularmente reveladora: enquanto um homem transforma sua oração em celebração da própria superioridade moral, o outro reconhece humildemente sua necessidade de misericórdia.
A narrativa nos coloca diante de uma pergunta desconcertante: será que nossas orações nos aproximam de Deus ou apenas nos convencem de que somos melhores do que os outros?
Há uma diferença fundamental entre professar o nome de Cristo e assumir a responsabilidade ética de seguir seus passos.
O primeiro gesto pode ser realizado com palavras; o segundo exige uma transformação que alcança a maneira como pensamos, julgamos, falamos e tratamos as pessoas.
Em Mateus 5:44, Jesus ordena o amor aos inimigos e a oração por aqueles que nos perseguem.
Não se trata de uma exigência sentimental, tampouco de uma ingenuidade diante do mal.
Trata-se de uma ruptura radical com a lógica da desumanização, aquela que nos convence de que certas pessoas deixaram de merecer dignidade porque pensam diferente, pertencem a outro grupo ou não se encaixam em nossas convicções.
Isso não significa que a fé cristã deva silenciar diante da injustiça, abandonar a crítica ou confundir amor com permissividade.
O amor pode denunciar, confrontar, estabelecer limites e exigir responsabilização.
A diferença está em não transformar a denúncia em humilhação, a divergência em perseguição e a defesa da verdade em licença para destruir a dignidade alheia.
A verdade que se proclama em nome de Cristo não pode ser separada da responsabilidade pelo modo como é proclamada.
Também é necessário reconhecer que não nos cabe declarar, com absoluta certeza, o que Deus faz ou deixa de fazer no íntimo de cada pessoa.
A experiência religiosa pertence a uma dimensão profunda da consciência humana, e a presunção de conhecer integralmente o juízo divino pode se tornar outra forma de arrogância espiritual.
Entretanto, podemos e devemos examinar os frutos de nossas práticas religiosas.
Se uma oração alimenta sistematicamente o desprezo, se uma pregação estimula a perseguição, se uma comunidade encontra prazer na humilhação de quem considera adversário, há razões teológicas e éticas suficientes para questionar a autenticidade do testemunho que ela oferece.
A advertência de 1 João 4:20 é incontornável: não faz sentido afirmar amor a Deus enquanto se odeia o irmão.
Essa passagem não nos permite reduzir a espiritualidade a discursos piedosos, porque desloca a questão da religião para a relação concreta com o outro.
O próximo deixa de ser uma abstração conveniente e passa a ser o lugar onde nossa fé é desafiada a demonstrar sua coerência.
Talvez o maior perigo da religiosidade alicerçada pelo ódio seja justamente sua capacidade de produzir uma consciência tranquila.
Quem acredita possuir a aprovação divina pode deixar de interrogar a própria consciência.
Já não percebe a violência de suas palavras, pois as considera defesa da fé; não reconhece a injustiça de suas atitudes, pois as interpreta como combate ao mal; não enxerga a própria soberba, pois a confunde com firmeza doutrinária.
Nesse cenário, Deus deixa de ser aquele diante de quem nos arrependemos e passa a ser imaginado como um aliado incondicional de nossas hostilidades.
Mas o Deus anunciado por Jesus não pode ser reduzido a uma projeção ampliada de nossas preferências e ressentimentos.
O Evangelho nos apresenta um Cristo que se aproxima dos marginalizados, acolhe pessoas desprezadas, confronta a hipocrisia religiosa e denuncia estruturas que sacrificam a dignidade humana em nome de uma suposta pureza.
Seguir esse Cristo exige muito mais do que defender publicamente a religião: exige disposição para reconhecer quando a própria religiosidade se tornou cúmplice daquilo que deveria combater.
Por isso, antes de perguntar se sentimos a presença de Deus durante nossas orações, talvez devêssemos perguntar o que acontece conosco depois delas.
Tornamo-nos mais misericordiosos ou mais implacáveis?
Mais comprometidos com a justiça ou mais apaixonados pela punição?
Mais capazes de reconhecer a humanidade de quem discorda de nós ou mais habilidosos em encontrar justificativas para desprezá-lo?
A intensidade de uma experiência religiosa não constitui, por si só, prova de sua verdade.
Emoções profundas, lágrimas, arrebatamentos e convicções fervorosas podem acompanhar tanto experiências sinceras de fé quanto processos de autoengano.
O discernimento espiritual, portanto, não pode depender apenas daquilo que sentimos, mas também daquilo que cultivamos e produzimos.
Na tradição cristã, os frutos importam: amor, alegria, paz, paciência, benignidade, bondade, fidelidade, mansidão e domínio próprio, conforme Gálatas 5:22-23.
A provocação inicial, portanto, precisa alcançar também aqueles que a pronunciam.
Seria confortável utilizá-la apenas para denunciar a hipocrisia dos outros.
Mas a crítica ao discurso de ódio perde sua força moral quando se transforma em desprezo por quem o reproduz.
Combater a desumanização exige não reproduzir a mesma lógica que denunciamos.
Isso não nos obriga a tolerar discursos violentos ou a relativizar suas consequências; obriga-nos, antes, a enfrentá-los com lucidez, firmeza e responsabilidade.
No fim, a questão não é simplesmente saber quem tem o direito de afirmar que sente Deus.
A questão é discernir que imagem de Deus estamos revelando quando falamos em seu nome.
Se nossa oração não nos torna mais atentos à dor humana, se nossa fé não nos conduz à responsabilidade ética, se nossa devoção convive tranquilamente com a humilhação do próximo.
Talvez seja hora de interromper o discurso religioso e iniciar a mais difícil das orações: aquela em que pedimos a Deus que nos livre não apenas dos pecados que reconhecemos nos outros, mas também daqueles que aprendemos a chamar de virtude em nós mesmos.
Porque, se a oração é encontro com o sagrado, ela não pode servir de esconderijo para o ódio.
E, se o Evangelho é verdadeiramente a boa notícia do Reino de Deus, não pode ser transformado em instrumento de legitimação daquilo que destrói a dignidade humana.
Talvez o maior sinal da ausência de conversão não seja a incapacidade de sentir Deus durante uma oração, mas a tranquilidade de continuar odiando depois de pronunciá-la.
"O que vou sentir falta do Ano que se vai? TUDO! Meu PASSADO foi e tem sido Bom e Memorável. Então..."
Texto Meu 1174
😄🤙
"O que mais vou sentir falta do Ano que se vai é TUDO. Meu passado foi Bom e Memorável. Sinto pelos que não tiveram o mesmo. Sinto pelos que não apreciam o PASSADO, HeuHein!"
Meu Texto 1174
👍😄
Desejos
Confesso que gostaria de sentir a textura e a macieis da sua pele,
ter o privilégio de sentir teu cheiro,
no mesmo instante em que estivesse beijando sua boca, até aquecer o teu corpo por inteiro, de forma nunca antes tocada,
até que você me permita explorar sua intimidade sem pressa,
até que você consiga atingir o ápice da carícia entregando na minha boca, o seu néctar da vida!
"Gosto amargo na boca e vontade de sumir devem sentir aqueles que tentam, tentam, tentam e não conseguem, seja lá o que for."
Frase Minha 0367, Criada no Ano 2009
USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com
*Quero abraçar teu corpo, me aquecer, sentir o suar se misturar ao meu, entrar de surpresa pela porta dos fundos e te fazer delirar de prazer.*
(Saul Beleza)
Leva-me, agora, por favor, Deus,
Por caminhos de sonhos e aventuras,
Que eu quero viver, sentir e sonhar,
E nunca mais parar de voar.
(Saul Beleza)
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