Sentimento Especial
Antes Solo do que Mal Interpretado
Inação é o sentimento que move nossos atos trágicos para conosco.
Minamos a possibilidade de evolução em nós mesmos. Nossa capacidade não deve ser mensurável, mas é.
Brindamos o despotismo sem nos dar conta, ao passo que bradamos nossa individualidade parcialmente residual. Viva o altruísmo pessoal !
Indivíduos tão livres quanto uma formiga encurralada por um copo. E ficamos indignados por esta situação.
Eu quero ter liberdade, mas para isso tenho que ter um salário, mas para tê-lo, preciso de um emprego, que para conseguir necessito de estudo, e só estudo se tiver tempo, que só é cultivado se eu tiver dinheiro para me manter no ócio criativo e enfim conquistar a liberdade temporal, mental, financeira, na qual possa exercer minha autonomia vital.
Besteiras, bobagens, ressaca intelectual. Então posso me governar, mas percebo que a inquietude de meu corpo é viral, foi contraída de outros e para outros será transmitida, "transmentida" por muitos a fim de maquiá-la.
Nós somos "Bugs", insetos parasitados (paracitados) batendo a cara na luz e ainda assim sem enxergá-la com clareza, sendo atraídos instintivamente, uma luz que não ilumina, mas cega.
Desorienta todo aquele que a ela persegue.
Preferível é a escuridão, não deixa sombra para dúvidas, simplesmente é a falta da luz, tudo fica calmo, quieto, porém imprevisível. Sem saber quando colidirá sua canela com uma mesa de centro no meio da sala. Parece que esta, tão pouco, é uma boa alternativa.
Que bela época vivemos, rodeada de respostas formuladas conceitualmente. Tudo tem uma explicação, menos aquilo que realmente importa, mas nem sabemos o que é que realmente importa; o que faz a diferença é a insistência da igualdade.
O que sei é que um Teórico não pratica o que diz, e um Prático não teoriza nada. Ambos são incompletos, por isso se completam ? Não. Quanta “#&*%@!” nós falamos; conotações sem nenhuma denotação é nisso que acredito.
Não se limite a acertar, erre, os erros ampliam nossa percepção de mundo.
Peque e veja que o arrependimento amarga e o perdão purifica.
Não fuja da solidão, em algumas circunstâncias, ela é a chave para seu cadeado. E mentalize: Antes solo do que mal interpretado.
Pensar é entender que o sentimento
Tem som
E tem voz
Voz que acalma
Som que abraça
E que nutri a alma
"A empatia é o sentimento mais puro
de conectividade humana.
-Gente empática me fascina!"
Haredita Angel
14.11.24
POESANDO
Quando falamos de poesia
A alma se veste de louvor
Num profundo sentimento
Esquecemos qualquer dor.
A poesia é o verdadeiro encontro
Na beleza do encantamento
São fragmentos, são versos
Poesando o momento.
Ela extravasa a juventude
Viajamos na imaginação
Da mente e do coração.
Nas suas múltiplas faces
Na ausência da identidade
A poesia grita com liberdade.
Irá Rodrigues
O meu silêncio não é ausência de sentimento; é o cansaço de tentar explicar a dor para quem a causou.
"Sentimento de confiança"? Negativo!
Eu só confio baseado em fatos e raciocínio lógico! Sentimento é coisa do coração e o coração é enganoso!
Emoção x Sentimento:
Emoção é uma reação imediata, enquanto que o sentimento é uma construção que envolve um alto grau de componente cognitivo.
Uma palavra não nasce de forma simples. Às vezes nasce primeiro o sentimento e depois a palavra vem para nomeá-lo. Outras vezes a palavra surge antes, como uma forma vazia que pede um sentimento para preenchê-la. E há momentos em que ambas surgem juntas, como uma única linha de extensão, uma construção inseparável em que linguagem e emoção caminham pelo mesmo trilho. A palavra nasce na linguagem e encontra o sentimento no mesmo caminho, sem que seja possível determinar qual veio antes. Há também um tipo de silêncio que não é ausência, mas excesso. Um silêncio nascido da percepção profunda. A pessoa está calada, mas filtrando tudo o que acontece ao redor: gestos, microexpressões, contextos, tensões invisíveis. Esse silêncio é denso. Ele contém mais do que palavras não ditas; contém uma atividade mental contínua, uma leitura permanente do mundo. É um silêncio cheio, carregado, um silêncio que observa. Se a lucidez tivesse temperatura, seria morna. Não fria como a inconsciência, nem quente como a loucura. Morna porque habita o meio. A lucidez não se perde em extremos: ela existe na zona intermediária entre a fervura do delírio e o gelo da ausência de percepção. É um estado de equilíbrio térmico da consciência. Perceber algo que ninguém mais na sala percebeu é uma experiência recorrente para quem vive da percepção. A percepção, muitas vezes, não é comunitária. Um olhar diferente, uma testa que se contrai, uma microexpressão de desprezo — sinais quase invisíveis que passam despercebidos pelos outros. Percebê-los gera uma solidão ontológica: saber que se viu muito e profundamente, mas não haver com quem compartilhar a percepção na mesma intensidade com que ela foi vivida. Toda inteligência paga um preço. A moeda invisível da inteligência verbal costuma ser a solidão. Quem lê camadas mais profundas da realidade percebe nuances e associações que nem sempre são compartilhadas. Enquanto alguns apenas existem no fluxo imediato da vida, a mente verbal está interpretando, analisando, cruzando sentidos. Isso cria uma distância silenciosa. Há a vantagem de ler o mundo com complexidade, mas há também o custo de raramente encontrar quem o leia da mesma forma. A linguagem pode ser pensada como um organismo vivo que escolhe onde habitar. Ela escolhe quem pode assimilá-la. Quando encontra um corpo capaz de recebê-la, estabelece uma relação de mutualismo: existe dentro do sujeito e, ao mesmo tempo, faz o sujeito existir dentro dela. Torna-se uma morada biológica e simbólica. Há espaço interno para que a linguagem habite, e, ao habitá-lo, ela estrutura a própria existência de quem a abriga. Solidão e soberania interior não são a mesma coisa. A solidão é o sentimento de abandono, a sensação de não haver um par no mundo com quem se expressar plenamente. Soberania interior é diferente: é saber quem se é, o que se quer e o que fazer com isso. Nasce do autoconhecimento. Não elimina a necessidade do outro, mas permite existir com autonomia, administrando o próprio tempo e as próprias escolhas com consciência. Se a mente fosse uma cidade noturna, às três da manhã haveria uma pergunta ainda sem resposta. Uma pergunta ruminada ao longo do dia, que na madrugada se aproxima de uma possível solução sem alcançá-la. É a insônia ontológica: a vigília provocada por questões que insistem em permanecer abertas. A cidade mental, nesse horário, é feita de espera e elaboração. Existem pensamentos que nunca podem ser ditos em voz alta. Eles não desaparecem; permanecem na mente, recalcados, em estado latente. São perigos ambulantes, pois a mente é falha e, em algum momento, o pensamento pode escapar — talvez em um ato falho, talvez em um gesto involuntário. Pensamentos não morrem; apenas mudam de volume e continuam existindo, mesmo quando não se tornam som. Estar verdadeiramente em um lugar é mais do que ocupar um espaço físico. É observar como o ambiente se constrói, quem o habita, quais forças o organizam, qual papel ele atribui a cada pessoa. É existir com consciência do contexto e de si. É estar ali com o corpo e com a mente, atento ao mundo e ao próprio lugar dentro dele. É existir de forma plena dentro do instante que acontece.
A saudade é o sentimento que ocupa o vazio que fica depois da perda irremediável de alguém. No entanto, por maior que a saudade seja, será sempre mais pequena que o vazio.
O Amor é um sentimento, que só quem sentiu profundamente sabe a dor que é nao estar ao lado da pessoa Amada.
As vezes um vazio me ronda..
Um não sei o que, porque, onde,
quando, ou quem...
Um sentimento chamado "sei lá".
Desconhecido
Você me trouxe a tona um sentimento desconhecido e num primeiro momento deu medo de interpretá-lo e vivê-lo,
no entanto, a história conta e remonta os finais felizes vividos pelos mistérios do desconhecido, então seguro nesta crença quero continuar reescrevendo a minha própria história sobre o poder maravilhoso deste sentimento.
Mude as narrativas
Nos lugares aonde já sofri, resolve voltar e plantar um sentimento novo,
A cada amanhecer o livro está pronto para ser escrito de incontáveis formas diferentes,
Depois que eu aprendi a falar a língua dos sonhos, os pesadelos entraram no módulo avião e é nessa frequência que tenho tido todo o sucesso,
Mudar as narrativas pode transformar o choro que doeu em lágrimas de alegria.
Apagar o número não apaga o sentimento. Mas corta o acesso automático ao impulso. É a diferença entre sentir dor e se ferir de novo por reflexo.
Hoje, isso é maturidade emocional em modo sobrevivência.
Você não está desistindo de alguém.
Está parando de sangrar pela mesma ferida.
"Amanhã o sentimento pode ser outro, o que te machuca, vira uma lembrança superficial e irrelevante."
Que o sentimento flua
Que seja para a vida
Que meus olhos nunca
Se percam dos teus
Que eu possa sentir o bater
Do coração sempre
Que te ver chegar
Desde o primeiro dia
Eu senti que estava destinado
Unirmos nossas vidas
Senti que já te conhecia
Que a minha alma já te pertencia…
Que seja sim para a vida
Sem medos, sem atropelos
Aqui pensado em ti.
Eu te sinto, sinto o calor do teu abraço
O fogo do teu beijo...
Não é um sentir
De querer acreditar..
É um forte sentir uma voz que me diz
Que nosso Amor veio para ficar!
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