Sempre Respondo com um Sorriso
Um coração devastado, uma cidade abandonada. A tristeza reina na ausência do amor. A reconstrução é lenta e incerta.
Um amor que se despede, desejando a felicidade do outro. A história finda, mas a lembrança e o carinho permanecem. Seguir em frente é a prova de amor.
Intensidade e brevidade marcam um amor inesperado. A conexão é forte, mas o momento é passageiro. Resta a lembrança do que foi vivido.
Ter um filho é achar
uma pedra preciosa
mais brilhante que o ouro:
a joia mais valiosa,
achada no aluvião,
em processo de extração,
numa terra argilosa.
Ter um filho é mudar,
ir do côncavo ao convexo;
dar sentido, fé, razão
ao que não continha nexo.
É somar ao universo
uma nota de um verso
virtuoso e complexo.
Ter um filho é criar;
ir além do trivial;
sair do lugar comum,
onde tudo é igual.
É andar sem tanta pressa;
dar valor ao que interessa,
ao que é essencial.
Ter um filho é crescer
em constante aprendizado;
fazer peça de teatro
com padrão estilizado.
É criar uma história
de amor, ternura e glória,
sem final formalizado.
É pouco fácil ser bom juiz,
Além do saber, é preciso vivência.
Como um passarinho,
Eu sigo pequenino e gentil.
Efeméride de um amor onírico. Saudade da conexão ínsita, dos diálogos fagueiros e da paixão imaginária. Um universo lúdico e evanescente.
O mundo é real, mas está cheio de pessoas falsas e atores. São indivíduos como qualquer um, e por natureza, cada um revela quem realmente é, inclusive os falsos.
Ela, um sonho distante, um raio de sol,
Que dança em meus olhos, mas nunca me aquece.
Um jardim florido, onde eu não posso colher,
Um paraíso perdido, onde o meu amor não cresce.
A tristeza me veste, um manto de cinza,
As lágrimas silenciosas, que ninguém jamais viu.
No fundo do meu ser, a chama da esperança,
Que se apaga aos poucos, sob o peso do meu sofrimento.
A solidão, um abismo negro e profundo,
Onde me afogo em lágrimas amargas,
Sem esperança de salvação, sem alívio para a dor.
A cada suspiro, um pedaço de mim se desfaz.
O amor, um rio caudaloso,
Que pode inundar e destruir,
Mas o gigante de pedra, erguido sobre a dor,
Não se deixa levar pela correnteza.
A pena dança sobre o papel, tecendo um véu de ilusões,
Palavras que sussurram um amor que nunca existiu.
A tinta da saudade, manchando as páginas com emoções,
Um grito silencioso, que a solidão jamais ouviu.
O poeta, um eterno sonhador, perdido em um labirinto,
Onde a tristeza se instala, em cada canto do seu ser.
Em seus poemas, a tua imagem, um fantasma que o aflige,
Um amor impossível, que o condena a sofrer.
PARODIANDO UM HINO
Que braseiro que fornalha,
nem um pão nem atenção.
Por falta dágua pedi e rogo,
com um pouquinho de oração.
-
Nesse mundo sacro são
Quanta gente pé no chão
Mesmo em plena inundação
Se tu visse, se apaixonasse, mas pela arca, da salvação.
-
Minha sina me assassina
Lá do meio do sertão
Se tu-em mim morresse
Não tinha eu mais, porque sofrer, da solidão
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