Sempre Respondo com um Sorriso
Amor negado 🙅♂️
És um passado mal vivido
Com grandes projectos e sonhos não realizados
Amor desperdiçado
Futuro banalizado e paraiso negado
Preferiste dar voz ao seu ego
Preferiste dar voz ao teu medo
Não confiaste na minha palavra
Não confiaste na minha determinação
Dei-te espaço para pensares
Dei-te espaço para me conheceres
Meses se passaram, apenas soubeste dizer não
Partilhamos momentos lindos
De comunhão invejável
De interação total
Mas nada disto serviu para nos unir
Eu tinha um sonho contigo
Eu queria construir uma vida contigo
Sonhar ao teu lado
Construir um castelo ou uma mansão
Com o selo da nossa paixão
Não quiseste sonhar
Não quiseste arriscar
Deixaste-me sem ar
Jogando para baixo
O que eu desejei contigo viver
Agora, encontro-me debaixo desta solidão
A lamentar um amor que não nasceu
Um amor que foi abortado
Só me resta pedir-te perdão
Por tentar conquistar seu coração
Eu não me arrependo
Sei que encontrarei alguém que me queira na me proporção
Sei que minha luz há de chegar
Sei que minha luz há de brilhar
Viva em paz
Seja feliz
Que te amem como eu te queria amar
Até um dia mais
APL in facebook - 3/04/2020
Pandemia
A saudade
é como um passarinho preso
na gaiola do meu coração.
Vontade de bater asas por aí...
Vaso de avenca.
Tripé de ferro.
chorona plantada na lata de biscoito.
Um tipo de amor que só casa de vó tem...
Relembrar um passado ruim se tornará positivo, caso você o faça tentando uma nova forma de agir.
Do Livro: DECIDI VIVER O PERDÃO: Uma escola chamada Passado.
Procuro um meio-termo
Nos meus extremos.
De um lado o coração e
Do outro a razão
Um diz para permanecer
É mais facil até de esquecer
Outro diz para seguir
É mais dificil, mas preciso ir.
Procuro um meio-termo
Nos meus extremos.
Sou intensa
Na dor e no amor.
Sou livre nos pensamentos
Mas vivo dentro de uma prisão
Tudo deve ter consentimento
Da minha dura razão.
Procuro um meio-termo
Nos meus extremos.
De um lado a mais pura essência
Do outro a mais densa escuridão .
Vagando em dois mundos
Completamente diferentes.
Em ambos sou profundo
E nem um pouco indiferente.
Procuro um meio-termo
Nos meus extremos.
Apenas uma atitude moderada
Que possa ser considerada.
Algo que eu possa fazer
E não me arrepender.
Algo que eu possa sentir
E meu coração consentir.
Vivo no meio-termo.
Porque ele é tão especial para você
Ele é um comum
Ele é um normal
Ele é um medíocre
Ele é um banal
Mas tudo isso aos olhos de quem?
É tudo tóxico
Tudo vazio
Tudo vazio
Tudo sem cor
Tudo sem nada
Tudo sem sabor
Tudo um momento
Esse tudo sempre foi um nada
Nada
DESAFIOS DE UM REI
Por Nemilson Vieira (*)
Um certo rei numa província distante, lançou um desafio aos seus provincianos.
Consistia em três perguntas básicas, feitas pela própria Majestade Real aos participantes:
A) — Qual o peso do mundo?
B) — Quanto valia a sua vida? — A do rei;
C) – O que pensaria ao fazer a segunda pergunta.
Os desqualificados seguiriam para a guilhotina. Somente o que respondesse com exatidão ganharia à metade do reino e se casaria com a sua filha caçula.
Pelo risco da competição… O vultoso número dos inscritos surpreendeu.
Pedro (assim o chamo) fazia parte desse grande contingente de participantes.
Quem não arrisca não petisca então não custaria tentar.
Dia chegado bateu um certo desespero não era para menos a sua preocupação.
Nem sei se dormiu direito na noite anterior. Por medo de não dar conta de responder os desafios e perder a sua vida de graça.
Mesmo em súbita melancolia lembrou-se de pedir ajuda ao irmão gêmeo, Paulo e se pôs a procurá-lo, por todos os lugares.
As horas corriam…
Até que o encontrou;
Pediu-lhe uma ajuda em desespero extremo…
Paulo prontamente procurou ajudá-lo; propondo-lhe uma possibilidade viável — segundo ele — para a resolução do problema que afligia o irmão.
Os dois eram bastante parecidos fisicamente e poderiam tirar vantagens disso. Unidos como a carne e a unha; por ele e para ele faria o possível e o impossível…
“Troquemos as nossas vestimentas e eu irei como sendo você, submeter-me e, a responder às perguntas da Vossa Alteza”. — Propôs o Paulo.
O Pedro ficou mais aliviado. O Paulo foi se preparar para o grande momento.
Dia chegado, a lâmina afiada já estava preparada para o serviço de cortar pescoços. — Não dar a resposta certa a cada pergunta morreriam
Fortes soldados da Companhia da Guarda Real, assistia. Nada atemorizava o resignado irmão de Pedro, o Paulo.
Momento chegado lá estava ele — como se fosse o seu irmão.
O rei pergunta:
— Qual o peso do mundo?
— Não me furtarei ao honroso dever de informar-lhe com exatidão, o peso do mundo; desde que me garanta remover dele, paus e pedras. — Faça-me tão-somente o que lhe sugiro e direi-lhe.
O rei nao podia fazer aquilo. Sem palavras passou para a pergunta seguinte:
— Quanto vale a minha vida?
— A sua vida, nobreza, é igual à vida dos seus pais, esposa e filhos. Não tem preço. Mesmo alguém com toda a riqueza do mundo não poderia comprar, caso estivesse à venda.
Essa dádiva que recebemos não tem preço. O Rei Carlos bateu na mesa com a pedra do anel e houve um silêncio profundo. — Pediu um intervalo à comissão julgadora e, licença ao desafiado. Levantou-se, se dirigiu à residência Real.
No interior da mesma encontrou a rainha em prantos, abraçada à filha. Temerosa de perder a formosa princesa e a metade do reino para aquele súdito; que respondia com maestria e autenticidade as perguntas que lhes eram feitas.
O rei pesaroso por ter ocasionado aquela situação conflituosa. Promovendo tal desafio. A consolou, ao dizer que lhe fizesse um pedido.
Então…
— Amor bem sabe que a amo.
Ainda falta uma pergunta; pelo jeito irá vencer. Faça o seguinte: desapareça com esse sujeito. A nossa vida, família e fortuna está em jogo…
O rei voltou do intervalo e fez-lhe o terceiro e último desafio:
— O que pensei quando fiz a segunda pergunta a você?
— A Vossa Alteza no momento em que, fez-me a segunda pergunta, pensou de ser eu Pedro. Estava, e ainda está, redondamente enganado; na verdade, eu sou o Paulo o seu Irmão.
O Paulo acertou precisamente a pergunta da majestade. Fora aquilo mesmo que o rei havia pensado. Ao saber da trapaça ordena à sua guarda que a prenda. Era tarde demais, Paulo o único vencedor daquele desafio já havia vazado no mundo. — Fugido para as montanhas além, ao desenvencilhar da guarda e da multidão. Ganhou, mas não levou.
Não casou com a filha do rei, nem tomou posse da metade dos bens da Coroa Real, mas salvou da morte a si e ao irmão que tanto amava.
*Nemilson Vieira
Acadêmico Literário
(18:09:18)
Fli e Lang
Bastou o menor e mais informe elemento da natureza, um vírus, para nos recordar que somos mortais, que o poderio militar e a tecnologia não bastam para nos salvar.
O cérebro precisa ter uma história; ele precisa ter um roteiro lógico dizendo de onde viemos e para onde vamos.
O Padre não é um sindicalista, militante de partidos políticos. O Padre é o homem do Altar e do Confessionário.
A cultura é fundamental para identidade de um povo, mas, se ela nos impede de nos colocar no lugar do outro e pensar antes de reagir, torna-se escravizante. Para o mestre da Galiléia, por detrás de uma pessoa que fere, há sempre uma pessoa ferida
Essencialmente, todas as expressões da natureza humana já produzidas, desde as pinturas de um homem das cavernas às sinfonias de Mozart e a visão de Einstein do universo, emergem da mesma fonte: o incansável trabalho dinâmico de grandes populações de neurônios interconectados.
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