Sempre Precisamos de um Amigo Brincalhao
O impulso do amor e a sensatez da razão parecem estar sempre em lados opostos, quando na verdade, seguem na mesma direção, cada um com o seu momento e o seu jeito próprio de se comportar, mantendo a união, partilhando o mesmo propósito, amando verdadeiramente a si para depois amar o outro.
Reconhecendo o tempo como passageiro e muito valioso, a impulsividade do amor é a coragem que a razão precisa ter e o senso da razão faz o amor ser muito mais do que uma forte emoção, então, ainda que haja desentendimentos, faz todo sentido que não sigam por caminhos separados, um saudável relacionamento.
Infelizmente, o que acontece bastante é que muitos escolhem apenas um deles e se prendem a um amor insensato ou a uma razão insensível, resultando em danos e friezas, corações desacreditados e mentes excessivamente receosas, um triste resultado que pode desperdiçar o agora, prejudicar o futuro e favorecer o passado.
Falhar faz parte do ser humano, mas está longe de ser agradável, sempre inoportuno, sinal de descaso ainda que não seja de propósito, capaz de deixar o coração angustiado ao ser percebido,
ironicamente, um dos grandes requisitos para o aprendizado para se diminuir o risco de se cometer o mesmo ato falho a respeito de um tipo de caso repetido, provocando mais estragos
Falho, corrijo, desgasto, consigo acertos,
fico cansado, fujo o máximo que posso de cair em desespero, graças a Deus, alguns dos meus atos são satisfatórios e coloco um pouco dos meus desabafos em versos.
Podemos escolher como observar cada situação, e independente da situação, sempre escolho entre a felicidade e o aprendizado.
Sempre que sentir vontade de opinar, lembre-se primeiro do seu passado; ao lembrar, você ficará em silêncio.
Eu já vi o mar estando bem, como já vi o mar estando mal, e o mar sempre foi o mar, e eu nunca serei a versão ruim de mim.
Me lembro de sempre anotar coisas em cadernos, e os cadernos devem estar perdidos por aí, essa frase não é sobre cadernos.
Salmos 91:10-11
A existência humana, em sua frágil tessitura, sempre se viu cercada por incertezas, assaltada por inquietações que brotam das sombras do desconhecido. No entanto, o eco transcendental do Salmo 91:10-11 ressoa como uma promessa de proteção sublime, um pacto entre o eterno e o efêmero, entre a infinitude de Deus e a vulnerabilidade do homem. Não é um discurso de imunidade física ou ausência absoluta de adversidades, mas um chamado à confiança inabalável em uma providência que transcende o visível e o tangível.
"Não te sucederá mal algum, nem praga alguma se acercará de tua tenda." Aqui, não se trata de um escudo que bloqueia os ventos da tribulação, mas de uma segurança que repousa na fidelidade divina, capaz de transformar a tempestade em aprendizado e a angústia em esperança. O mal, em sua natureza fluida, pode atingir o corpo, mas jamais penetrará a fortaleza da alma que crê. A tenda, símbolo da morada transitória, torna-se um espaço sacralizado pela presença divina, um santuário que, mesmo em meio ao deserto da vida, está protegido por mãos invisíveis.
O verso seguinte expande essa promessa em uma visão quase celestial: "Porque aos seus anjos dará ordens a teu respeito, para te guardarem em todos os teus caminhos." Aqui, a figura dos anjos não é meramente decorativa, mas um testemunho da intimidade entre o Criador e sua criação. São agentes do cuidado divino, enviados não para evitar os passos incertos, mas para assegurar que, mesmo nos caminhos mais escarpados, a queda não será definitiva. Cada trajetória humana, com seus erros, desvios e lutas, é acompanhada por essa vigilância amorosa, que não impõe, mas guia, que não anula a liberdade, mas a protege do abismo.
Este texto sagrado não promete uma existência isenta de desafios, mas sugere que há uma força maior que reordena o caos e que acompanha cada ser humano em sua jornada única. O mal pode rondar, mas não prevalecerá. A praga pode ameaçar, mas jamais encontrará morada naqueles que habitam sob as asas do Altíssimo. É uma declaração de fé que transcende o literal e se enraíza no espírito, uma lembrança de que, mesmo em meio às adversidades, há um propósito divino que transforma a vulnerabilidade em força.
Ao contemplar essas palavras, o coração é convidado a repousar na certeza de que não caminha sozinho. Pois o cuidado divino, manifestado de forma tão poética e poderosa, é um lembrete de que a existência, ainda que marcada por incertezas, encontra segurança na fidelidade daquele que guarda os caminhos de seus filhos com zelo eterno.
"O futuro sempre foi incerto, e as profecias sempre falharam.As bolas de cristal nunca foram tão opacas.Só existe uma certeza, a gente nasce,a gente vive e a gente morre. O resto? bem o resto é um entreter os dias."
"Saudades são sempre marcas dobradas num canto da página do livro da vida. Quando a gente sente necessidade, volta sempre á pagina que tem o canto dobrado "
"Uma casa é sempre uma casa e em qualquer casa se pode morar
Porem qualquer casa, para ser uma verdadeira casa, tem que ser primeiro um lar"
"As palavras são sempre mínguas para dizer tudo aquilo que nos transborda da alma. Tantas vezes o olhar diz tudo na forma mais calada "
"A mera observação das coisas faz-me andar sempre com as orelhas guiadas - ouvir é mais importante do que falar - o ouvir fica com a gente ...o falar vai com os outros"
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