Sempre Precisamos de um Amigo Brincalhao
A DOENÇA AMOR
Como um alexitímico maníaco,
Sem saber se o que sinto é só demência,
Que foi causada por crise de ausência,
Ao fitar esse olhar paradisíaco.
Tentei explicação no meu zodíaco,
Também com Freud e na neurociência,
Contudo, não tiveram competência
De explicar o seu cheiro afrodisíaco.
Mesmo com inteligência emocional,
A verificação desse axioma,
Deixou-me nesse meu coma mental.
Mesmo com um amplo espectro de aptidões,
E com conhecimento e meu diploma,
Não consigo entender as emoções.
Há um pensamento por trás de cada olhar, um segredo escondido em cada coração. Há palavras que nunca foram ditas e sonhos que nunca foram revelados. As pessoas são como livros, cada pessoa é um livro e nesse livro está contido uma história. Um livro que algumas pessoas puderam ler algumas folhas, mas nunca o livro completo. Somente Deus tem o acesso completo do livro da nossa vida, das histórias vividas, dos pensamentos pensados, cada dia, cada detalhe, desde o início de nossa vida, porque a cada fato ocorrido Ele estava lá. Somente Deus sabe o segredo escondido em cada coração!
Só quem tem amigos, sabe o valor de uma amizade. Um carinho sem igual, serenidade, compreensão, algo que faz bem para o coração. É tão bom ter um amigo para compartilhar grandes momentos, para deixar marcas de alegrias de grande histórias vividas. Para sorrir nos momentos de alegrias e chorar junto nos momentos de tristeza. Amigos de verdade não se encontra a cada esquina... amigos de verdades são poucos, são únicos e quando se fala sobre amizade a gente reconhece quem são. Amigos são presentes que Deus nos deu para alegrar nossas vidas.Ter um amigo é ter um grande tesouro, uma joia rara, uma preciosidade única!
Ó doce Virgem Maria, vós que tão bem compreendestes Jesus-Hóstia, dai-me a graça de compreendê-lo um pouco... e de desejá-lo, como o faminto deseja o alimento que o deve fortificar.
O pensamento só muda a realidade se mediado pela ação. Esperar mudanças de um pensamento sem ação é alienação.
Fragmentos de um tempo
Eu não sou homem (...).
Sou um anjo incompreendido,
Sombra doce do anoitecer,
Um tesouro desnudo... Avulso...
Consumido por um prazer inquietante.
Vou seguindo em frente...
Sou um pássaro simples
Às vezes triste...
Eu volto... Pouso... Canto...
Vejo o tempo cantarolar momentos...
Meus enigmáticos modos... Adoro!
O amor não acaba como dizem alguns, mas..., se transforma, pois, começa em um nível, e deste nível para outro e para outro, sem jamais chegar a um fim, pois se chegar não é amor.
Farto de beber na grosseira taça da miséria, estava ao ponto de tomar um desses partidos extremos aos quais nos decidimos aos vinte anos.
Para ser sábio, torne-se um visionário.
Para ser inteligente, interprete sua visão.
Para ser um gênio, metamorfoseie sua vista.
Eu te dei um valor que você nunca teve...
Eu fiz por você mais do que qualquer outro...
E você me retribuiu com um chifre na testa.
Vai... E não volte nunca mais!!!
NÓS DOIS
Chão humilde. Então,
riscou-o a sombra de um vôo.
"Sou céu!" disse o chão.
Inclinei os olhos a uma das vertentes, e contemplei, durante um tempo largo, ao longe, através de um nevoeiro, uma coisa única. Imagina tu, leitor, uma redução dos séculos, e um desfilar de todos eles, as raças todas, todas as paixões, o tumulto dos Impérios, a guerra dos apetites e dos ódios, a destruição recíproca dos seres e das coisas. Tal era o espetáculo, acerbo e curioso espetáculo. A história do homem e da Terra tinha assim uma intensidade que lhe não podiam dar nem a imaginação nem a ciência, porque a ciência é mais lenta e a imaginação mais vaga, enquanto que o que eu ali via era a condensação viva de todos os tempos. Para descrevê-la seria preciso fixar o relâmpago. Os séculos desfilavam num turbilhão, e, não obstante, porque os olhos do delírio são outros, eu via tudo o que passava diante de mim,— flagelos e delícias, — desde essa coisa que se chama glória até essa outra que se chama miséria, e via o amor multiplicando a miséria, e via a miséria agravando a debilidade. Aí vinham a cobiça que devora, a cólera que inflama, a inveja que baba, e a enxada e a pena, úmidas de suor, e a ambição, a fome, a vaidade, a melancolia, a riqueza, o amor, e todos agitavam o homem, como um chocalho, até destruí-lo, como um farrapo. Eram as formas várias de um mal, que ora mordia a víscera, ora mordia o pensamento, e passeava eternamente as suas vestes de arlequim, em derredor da espécie humana. A dor cedia alguma vez, mas cedia à indiferença, que era um sono sem sonhos, ou ao prazer, que era uma dor bastarda. Então o homem, flagelado e rebelde, corria diante da fatalidade das coisas, atrás de uma figura nebulosa e esquiva, feita de retalhos, um retalho de impalpável, outro de improvável, outro de invisível, cosidos todos a ponto precário, com a agulha da imaginação; e essa figura, — nada menos que a quimera da felicidade, — ou lhe fugia perpetuamente, ou deixava-se apanhar pela fralda, e o homem a cingia ao peito, e então ela ria, como um escárnio, e sumia-se, como uma ilusão.
- Relacionados
- Textos de amizade para honrar quem está sempre do seu lado
- Mensagens de amizade para valorizar e celebrar quem sempre está ao seu lado
- Poesia de amigas para sempre
- Poemas de aniversário: versos para iluminar um novo ciclo
- Frases de efeito que vão te fazer olhar para a vida de um novo jeito
- Frases para falsos amigos: palavras para se expressar e mandar um recado
- Mensagens de despedida para amigos para marcar o coração de quem parte
