Sempre Precisamos de um Amigo Brincalhao

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⁠Tempo de amar

Verdade, a vida é um sopro, não avisa o seu fim,não nos prepara nem avisa quem vamos perder. Entre um espaço e outro da batida dos nossos corações existe um breve intervalo de tempo o qual determina a nossa existência. Em um compasso absoluto de harmonia nos impulsiona a evoluir e a buscar nossos sonhos e correr atrás de sentimentos. Então viva, mas viva marcando cada milésimo de segundos com o dom do amor, da fé e do perdão. Pois Nunca saberemos quando não haverá mais espaços entre as batidas do coração.

⁠Acredite na força dos seus sonhos. Deus é justo e não colocaria em seu coração um desejo impossível de ser realizado.
Tenha fé nao dúvide do teu Deus. Ter fé e assinar uma folha em branco e deixar que Deus escreva nela o que ele quiser.

Pensamentos ao Mar


Hoje ao sair do culto fui a praia ver o mar procurar um lugar tranquilo um lugar para meditar
Ao olhar as ondas me fez lembra do brilho dos teus olhos a beleza do teu sorriso o que me fez imaginar
Tão linda tão meiga tão doce uma obra tão linda que só o criador foi capaz de desenhar
Com traços tão lindos e tão perfeitos criou ela perfeita ao seu jeito que meus olhos vieram a se encantar
Terminei minha noite orando e pedindo ao nosso bom Deus que aquele coração vinhece a guardar e sua vida abençoar.
Abençoar meus Deus está menina, tua obra mais linda que sua voz por muitas vezes veio a me acalmar e com um simples sorriso veio a me encantar.

Em uma discussão não há um vencedor!

É uma guerra por quem grita mais alto e geralmente o seu adversário é seu amor.
Qual será o resultado desse conflito se um perceber que não há vitoriosos nessa batalha por mais amor?

Baixe a voz e levante a bandeira da PAZ!

Sobreviver à própria dor é um ato silencioso de valentia.

Ele : uma casa lotada de mulheres .. meu sonho *-*
Ela : uma casa, com um unico homem, que me ame de verdade… é o meu sonho *-*

Em cada linha, uma história se desdobra e, nas entrelinhas, um encanto que nos faz sonhar.
Você é a melodia e os raios solares que dançam pelo ar.
Um compasso de composições que nos faz emocionar.
Seus passos são sílabas de um poema vivo e, a cada olhar, um verso que nos faz cativar.
Lembre-se que você é a poesia que todo poeta gostaria de recitar.

O Mito Enjaulado
William Contraponto


O chefe dos boçais atrás das grades
Deveria ser um grande alívio;
Mas eles inventam outras verdades
E seguem o mito em desvario.


A cela expõe o preço da arrogância,
Sem convencer o fiel cativo;
Ele nega a própria circunstância
E chama o cárcere de “motivo”.


A sentença pesa como ferro frio,
Mas há quem jure ser fingida;
Criam teorias em desafio,
Num culto à fraude repetida.


O país que sangra por transparência
Ainda escuta o coro nocivo;
Gritam por honra, mas com ausência
Do que sustenta o real vivo.


E enquanto a Justiça cumpre o fato,
Eles se agarram ao discurso antigo;
Transformam culpa em falso ato
E seguem marchando com o perigo.

⁠”Um coração ferido também floresce.
Demora, mas um dia a dor vira força — e o amor próprio floresce onde antes era falta”.

A Dança que Sustenta o Todo


Havia, no princípio dos dias,
um lago escondido entre colinas.
Nele, vivia um pato.
E o pato nadava sobre um tapete vivo de rogós,
aquele verde que cobre a água,
alimentando-se e abrigando-se nele.


O rogós, porém, não vivia sozinho.
Bebia da luz do Sol
e da água que o lago oferecia.
E o lago não era lago sem as chuvas
e sem as correntes que vinham de longe.
Assim, um vivia para o outro,
e nenhum era senhor de si mesmo.


Certa vez, um viajante observou e disse:
— Se o pato vive para o rogós,
e o rogós vive para o lago,
então todos dependem de todos.
Mas quem, no alto de tudo,
precisa de quem?


E o ancião que o guiava respondeu:
— Até as moléculas vivem desse pacto.
Uma só não é nada;
juntas, são substância, são forma, são vida.
Assim também é com o Criador e o criado.


O viajante franziu a testa:
— Então o Criador precisa de nós?
— Depende de como você chama “precisar” —
disse o ancião.
— O Criador não carece de nada.
Mas escolheu que o todo vivesse
por meio da dança entre o dar e o receber.
Se retirasse essa dança,
a criação seria apenas estática,
como uma pedra no escuro.


O viajante ficou em silêncio,
e o ancião prosseguiu:
— A devoção que oferecemos ao Criador
não é o alimento que O mantém vivo,
mas o fio que nos mantém ligados a Ele.
Assim como o pato não sustenta o Sol,
mas precisa do Sol para continuar vivo,
nós precisamos dessa devoção
para lembrar de onde viemos
e para onde voltaremos.


E então, o ancião mostrou ao viajante
a relatividade das medidas:
— Se saímos de trinta graus para vinte,
sentimos frio.
Se saímos de dez para vinte,
sentimos calor.
A mesma temperatura pode ser frio ou calor,
dependendo do caminho que se fez até ela.
Assim é com a verdade:
não tem um único rosto,
mas se revela conforme o coração que a busca.


O viajante entendeu,
e disse consigo mesmo:
— Então a verdade é o equilíbrio.
E o equilíbrio é a justiça.
E a justiça é o ser.
E o ser é o que é.


E naquele dia,
à beira do lago,
aprendeu que o Criador não reina sozinho,
mas reina com todos.
Porque escolheu não criar servos,
mas companheiros de dança.

⁠Acredite redes sociais, coisas matérias, o corpo, lhe dão um pouco de liberdade...
Mais ela é uma ilusão...
Não tem nada igual nesse mundo como Amar e ser Amado com o mais puro significado da palavra...
Todo o resto irá ficar nesse mundo quando você se for...
Mais o Verdadeiro Amor sempre se Eternizar com progenitores e dádivas...

⁠O amor de um casal é esplêndido e divino! O momento em que as duas almas se encontram e se encaixam nada mais ao seu redor requer atenção! Pois juntos se tornam um só na Imaculada União com Deus!

⁠Entenda que: Ninguém te trocar por algo MELHOR, mais sim por algo Mais fácil, a LEALDADE é um presente extremamente CARO, RARO e INESTIMÁVEL que não se pode esperar de pessoas sem valor...

Linda morena.
Não há como vê-la e não desejar, não há como se aproximar e não querer um abraço. Não há como olhar em seus olhos e juntamente contemplar essa boca tão linda, e não querer beijá-la.

⁠Eu tenho sede...
Sede de um mundo apto às minhas estranhezas de ser e querer viver.
Sede de alguém que eu amaria estar e compartilhar as incertezas que na vida há.

⁠Uma boa oratória e um sobrenome é o suficiente para os tolos se confundirem.
Que péssimo.

⁠Seja raro como um suave petricor num dia chuvoso com um café amargo e um livro de Charles Bukowski...
Aliás, qual o felizardo que quer ser lembrado assim?

⁠Existe de tudo um pouco...
Até pessoas que são péssimas em ser.
Logo, prefiro meu rádio a tagarelar e um café amargo a me acompanhar nas noites de luar.

⁠É de lei o fracassado arrumar um culpado para o seu fracasso.
O sábio encara isso como aprendizado.

O enigma do Bem e do Mal


Se Deus existe, o mal não é um erro, mas a consequência natural de um universo onde a liberdade é real. Pois o amor, para ser puro, não pode nascer de um decreto ou de um código fechado; ele precisa florescer na terra aberta das escolhas. Onde há liberdade, há a possibilidade do desvio, e onde há desvio, nasce a sombra. O mal não brota do Ser absoluto, mas da distância que as criaturas tomam ao se moverem fora do fluxo da Sua harmonia.


Se Deus não existe, o bem torna-se um enigma ainda mais profundo. Por que então amamos o que não nos beneficia? Por que sacrificamos o próprio bem-estar por um estranho? Por que nos inquieta o sofrimento alheio, mesmo quando poderíamos simplesmente fechar os olhos? Se tudo fosse só acaso e instinto, talvez o bem não passasse de um artifício para sobrevivência. Mas há nele algo que não se mede em utilidade: a sensação de que tocar o outro é, de algum modo, tocar a nós mesmos.


E se Deus tivesse criado um universo absolutamente perfeito, talvez não houvesse mar, nem vento, nem sequer tempo. Haveria apenas Ele mesmo, indivisível e infinito. Pois a perfeição absoluta não comporta fragmentos ou distâncias; não há “fora” do perfeito. Criar algo diferente de Si é criar o relativo — e o relativo carrega em si a imperfeição, como a noite carrega a ausência do sol.


No entanto, essa imperfeição não é um acidente. Ela é o campo onde a consciência pode despertar, onde o bem e o mal se entrelaçam para dar forma à experiência. Como nas tradições orientais, onde yin e yang não são inimigos, mas complementos que se alimentam e se equilibram, o universo se constrói no contraste: luz só é luz porque há sombra, e sombra só é sombra porque existe luz.


Talvez o mal exista para que o bem não seja apenas uma palavra. Talvez o bem exista para que a sombra não se esqueça de que é sombra. E talvez o universo exista para que o Infinito possa, por um instante, experimentar-se no finito — e o finito possa, pouco a pouco, lembrar que veio do Infinito.


No fim, perfeição e imperfeição são apenas diferentes reflexos de um mesmo espelho. Um dia, ao atravessarmos todas as distâncias, talvez descubramos que nada estava fora de lugar — e que o caminho inteiro sempre foi parte da própria perfeição.