Sempre
Sempre fujo dos falsos especialistas e dos pensam saber de tudo arrogantes pois são muito mais perigosos do que os ignorantes.
Nem sempre o bom artista, autor e criador genial e feliz com sua própria obra, consegue alcançar em vida um patamar estável, ganho e mesmo o meritório reconhecimento financeiro para garantir a minima estabilidade material, para sua sobrevivência e subsequentemente suprir as necessidades básicas de todos os pontos, contrapontos, elementos emocionais e familiares que vivem no entorno da sua profícua atmosfera criativa.De certa forma e na maioria das vezes são os herdeiros naturais autorais, quando conscientes e amparados pelo estado cultural, que legalmente conseguirão usufruir financeiramente de forma digna das grandes obras de arte da criação dos originais criadores falecidos..
O espirito jovial sempre perdoa mas o espirito assombradado é rancoroso, por infelicidade se arrasta destilando maldades que a si próprio envenena.Sobrevive remoendo passagens que ocorreram anos pra traz que só ele lembra, ninguém mais.
O verdadeiro homem publico está sempre preparado para ser convidado a atenuar suas vaidades em favor da precisa oportunidade politico-social cidadã de promover a legalidade, a liberdade, a prosperidade e a felicidade como bem comum a todos e para todos, indiscriminadamente que co-participam em legitimidade no local-pátria que escolheu para lutar, defender e viver.
Liberdade de pensar, sempre. Liberdade de falar, nem sempre. Liberdade para amar por toda eternidade.
Quem ama de verdade e livre não se engana, sabe que por amor vai sempre um doador, de mais dar e se importar sem esperar trocar, mensurar ou receber, de volta do mesmo modo ou na mesma intensidade que ofertou um dia.
Choro e fico triste sempre pela morte das crianças inocentes e das grandes almas mas diante aos adultos e velhos que não foram grande coisa nem boa pessoa em vida não derramo uma gota de lagrima se quer. Nem pelo dito cujo e muito menos pelas famílias e pelas comunidades que viverão alegres agora pois afinal ficaram livres dos desgraçados.
O marxismo ortodoxo e suas decadentes vertentes, é e sempre foi regado de grandes privilégios, mordomias capitalistas e consumistas entre o caviar Beluga e a vodca Stolichnaya para as elites governamentais e a miséria, a fome e não liberdade de pensamento e de opção para o povo que é e sempre será a mão-de-obra muito barata para o estado que a tudo possui.
Diante do errado de tantos anos, nem sempre temos muitas eficazes oportunidades e verdadeiras chances mesmo por muito amor, de fazer mudar.
A arte é sempre mais uma forma de expressão que se encontra para dialogar com o mundo do que uma mera profissão inventiva que objetiva fáceis ganhos financeiros.
Cabe sempre a todo poder central diminuir as diferenças. Assim como relativar, suavizar e amenizar as diferentes visões e opiniões dentro de um mesmo trabalho. Nunca cabe ao poder centrar qual for impor sua posição por autoridade, supremacia e liderança a quem quer que seja sob o risco de ser dilacerado e apagado por qualquer tempestade externa de hão de vir, por ele mesmo, na triste condução de não ter tido a prudente maleabilidade nos caminhos e entre os sapatos diferentes constitutivos divergentes dos que exaltam os diferentes querer. Qualquer poder central sempre cai por ele mesmo diante do endurecimento artificial, imposição emocional e a equivocada robustez perante os divergentes por menor tamanho que sejam. Afinal ate as menores vontades tem raízes mesmo que muitas vezes não tao claras, visíveis e aparentes.
O para sempre na vida nesta dimensão de constante envolvimentos não existe da mesma forma que da unica perfeita e acertada maneira também não existe pois tudo se movimenta em ebulição e densidade sub-atômica dentro das esferas que se movimentam sem cessar dentro delas mesmas. Vivemos sob varias direções resultantes das conjunções das esferas que por ilusão e manipulação costumamos chamar de tempo presente que não existe pois a vida permanece viva só no infinito. Passado, presente e futuro não existem são meras postulações temporais que o homem inventou para que constituíssem sua efêmera vontade diante do que pra sempre se movimenta, o indomável e imprevisível infinito.
Por esperança você que me diz, pois eu sempre quis, uma flor de lis, para ser mais feliz, como brincar no chão de giz, pera,uva,maçã, salada mista e anis.
