Sempre

Cerca de 92291 frases e pensamentos: Sempre

"No próximo ano, o vento continuará soprando para onde sempre soprou. Espere e verá. E até sentirá!"


Texto Meu No.1143
🫡

Minha (Querida) Tia Zefa vem comemorar a chegada do Ano Novo aqui no Meu 'Casebre'. Ela é sempre bem-vinda, pela Sapiencia, pela Alegria e porque será dela a missão de trazer as Rabanadas. Amamos Tia Zefa (e as Rabanadas que ela faz)!"


Texto Meu 1183
😄

"Afirmo, provo e comprovo: no dia seguinte a 31 de dezembro, sempre teremos inicio de um Novo Ano. Vivam, para verem, e deem-me Vivas, Oxente!"


Texto Meu 1175
🎇

"Nesse lance de 'Passagem de Ano', sempre trato bem tanto o Ano que está indo, quanto o que está vindo. Quero ficar bem com todos, mesmo que um deles já, já será passado. Mesmo assim, Hum!"


Texto Meu 1200
😇

"Eles relutam em reconhecer, mas nós os lembramos sempre: TUDO o que aquela gente tentou para esculhambar a Democracia, deu em nada, absolutamente nada, além do papel ridículo deles!"


TextoMeu 1302
🧅

"NÃO SOU VIDENTE, MAS OPINO E APOSTO! Na Política, o Novo Ano vai mostrar o de sempre: quem é só de Discursos vai continuar só nos Discursos. Agir e Vencer na Política (ou fora dela) não é para Fanfarrões. NÃO APOSTO DINHEIRO NEM MINHAS LAGOSTAS, MAS APOSTO OUTRAS COISAS!"


TextoMeu 1252
♠️🤐😛

"Boquiabro-me sempre que vejo, leio ou ouço alguém discorrer sobre Deus, Jesus, Outras Divindades, além de Religiões, Seitas e Assemelhados, com detalhes tão detalhados que espantam. Por que essa Gente jamais indica as Fontes do que citam? Alguém sabe?"


TextoMeu 1288 🧙

"Sempre os lembraremos: tudo o que aquela gente tentou para macular a Democracia Brasileira, deu em nada, absolutamente nada, além do papel ridículo e da perda que tiveram e continuam tendo!"


TextoMeu 1302🤫

"Reconhecer que errou, que trapaceou, que se fez de esperto tem algum mérito. Nem sempre tem o meu perdão, mas Reconhecer pode, sim, ter algum mérito!"


TextoMeu 1321 😁

"Nunca fui de 'Brincar' o Carnaval, como dizem. Tudo porque eu sempre levei muito a serio isso de Carnaval, isso, sim! Hum!"
TextoMeu 1334

"Se o Carnaval é coisa do Diabo, como insistem os de sempre, com certeza o Carnaval é mesmo coisa de Deus, pois Esse permite, abençoa e faz milhões de pessoas felizes em todo o mundo, foliões ou não!"
TextoMeu 1335

"A data se aproxima e ainda não vi os de sempre com aquela conversa (mole) de que o Carnaval 'é coisa do Diabo'. É cedo ainda? Porque eles vêm, sim!"
TextoMeu 1342

"Minha cã, quando eu tinha uma, mostrava ciúmes sempre que eu me aproximava de outros animais, cães ou não. Era uma graça, apesar de ciumenta... A minha cã!"
TextoMeu 1349

"Inacreditável... 30 ou 40 Anos depois, sempre que pergunto qual o Beatle mais Velho e Mais Novo, pouquíssimos sabem a resposta. Pouquíssimos mesmo, quase ninguém!"
TextoMeu 1360

O que você vê nem sempre é real. Distinguir entre o verdadeiro e o falso às vezes é só uma questão de tempo e paciência.

A perfeição só existe na cabeça de quem acredita que o problema está sempre nos outros.

Que nossa sintonia seja sempre a prova viva de que o destino não apenas cruzou nossos caminhos, mas desenhou, em cada detalhe do nosso encontro, o lugar exato onde nossas almas finalmente aprenderam a descansar e a transbordar.
_Enzo Ruchell_

PRESENTE DE DEUS

"Deem graças ao Senhor, porque ele é bom. O seu amor dura para sempre."
Salmos 136:1


Imaginem ser imagem e semelhança,
De quem nos alimenta de esperança,
Só Ele sopra o vento a nosso favor...

Toda essa imaginação é realidade,
Deus quebra a ilusão e traz a verdade,
E nos da de presente todo seu amor

Cláudio Cruz

⁠Nem Sempre é a Verdade que dói…
Às vezes o que dói é a Verdade diferir daquilo que desejamos.


Há uma espécie de conforto bastante silencioso nas narrativas que criamos para nós mesmos.


Pequenas versões da realidade sempre moldadas com muito cuidado, onde as coisas fazem mais sentido, onde somos mais compreendidos, mais justificados, mais certos.


Não necessariamente Mentiras — mas adaptações gentis do mundo para que ele caiba melhor dentro de nós, das nossas vontades.


O problema não está na Verdade em si.


A Verdade, muitas vezes, é apenas o que é — nuą e crua, neutra, indiferente aos nossos desejos.


O que realmente fere é o desencontro entre aquilo que esperamos e aquilo que se revela.


É o abismo entre o que gostaríamos que fosse e o que, de fato, é.


Dói perceber que nem sempre somos aquilo que imaginamos.


Ter que aceitar que certas pessoas não nos veem como gostaríamos é muito doloroso.


Dói entender que alguns caminhos não levam ao destino que sonhamos, por mais que tenhamos caminhado com fé.


Não é a Verdade que machuca — é o luto das ilusões que ela desfaz.


Mas há, nesse incômodo, uma oportunidade muito rara.


Porque toda vez que a Verdade nos desorganiza, ela também nos oferece a Grandiosa chance de Reconstrução — mais honesta, mais consciente, mais real.


E, embora essa reconstrução seja menos confortável, ela costuma ser mais sólida.


Talvez Amadurecer seja exatamente isso: aprender a lidar com a Verdade sem precisar Distorcê-la para que ela nos agrade.


É aceitar que nem tudo precisa fazer sentido imediato, nem tudo precisa ser justo e aceitável aos nossos olhos, nem tudo precisa corresponder ao que sonhamos.


No fim, não é sobre evitar a dor, mas sobre entender sua honesta origem.


Porque quando percebemos que o que dói não é a Verdade, mas o rompimento com aquilo que desejávamos, passamos a enxergar com mais clareza — e, quem sabe, com mais coragem — o mundo como ele realmente é.


E isso, ainda que extremamente desconfortável, nos aproxima muito mais de quem realmente somos ou deveríamos ser.


A Verdade — diferir daquilo que queríamos — realmente dói.

Quase sempre que as Provocações calçam as sandálias da sutileza, o Escândalo só engorda a conta das Reações.


A sutileza não grita, não arromba portas, nem pede licença para existir; ela apenas se insinua no pensamento de quem está disposto a enxergar além do ruído.


Mas é justamente por não berrar que ela incomoda.


Num mundo acostumado a reagir antes de compreender, o silêncio inteligente de uma provocação sutil costuma ser interpretado como afronta.


A sutileza tem o estranho poder de revelar mais sobre quem reage do que sobre quem provoca.


Ela funciona como um espelho discreto: não obriga ninguém a se olhar, mas oferece o reflexo.


E muitos, ao se reconhecerem ali, preferem quebrar o espelho em forma de escândalo do que lidar com aquilo que ele mostra.


É nesse momento que a provocação deixa de ser apenas uma ideia e passa a ser um fenômeno social.


As reações se multiplicam, os indignados se organizam, os intérpretes apressados produzem versões, e a sutileza inicial vai sendo soterrada por camadas de barulho.


No fim, pouco se discute o que foi dito — discute-se apenas o tamanho da indignação que aquilo gerou.


Talvez porque a sutileza exija algo cada vez mais raro: pausa.


Ela pede reflexão antes da reação, interpretação antes do julgamento.


Só que a lógica dominante prefere o contrário — reagir rápido, opinar alto e pensar depois, se ainda restar algum interesse.


Assim, muitas vezes, a provocação sutil não fracassa; ela apenas revela o ambiente em que caiu.


E quando o terreno é fértil em impulsos e pobre em reflexão, o escândalo floresce com mais facilidade.


Não porque a provocação foi grande demais, mas porque a capacidade de escuta ficou pequena demais para a delicadeza das ideias.⁠