Sempre
A inveja, a fofoca, a maledicência, enfim, toda MALDADE: "É como uma Procissão, sempre volta ao local de onde partiu".
Então fique atento, quando sua vida começar a ficar toda atrapalhada, sem sentido, faça uma retrospectiva das suas ações e suas falas, nas Redes Sociais, no Whatsapp, lá quando você fala do DIRECT!!!
Amor é uma palavra desconexa e sem função
hoje, só me resta o vazio e a certeza que sempre tive de que o amor é o sentimento abstrato que fere a alma e sangra o peito facada a facada quando retorna ao seu estado invisível.
O eco das promessas que murcham na boca de quem diz:
" eu te amo" é veneno disfarçado no amor, imperceptível.
O amor é uma farsa disfarçada de bondade, mas repleta de maldade.
O amor é uma abstração que corrói a alma ingênua e belisária que
acredita e se entrega ao que não tem existência concreta
sentimento inverso que converte "amago" em "amargo" –
na desmoralização gradual, em um gelo que incendeia por dentro.
Esse maldito sentimento não existe, mas é devastador.
e na sua partida desfaz-se como teia de aranha ao vento.
E a quem acredita em algo imaginário e vago
Resta a navalha da dor, o desespero que rói os ossos,
O abismo que engole cada palavra doce em nome do amor
que julgo ser a ferida que sangra abstração.
É a armadilha e o voto que se desfaz sem, existir
Não acredito porque nada sobra quando o desejo evapora
O inexistente amor é o que mais dilacera coração
transformando sonhos bonitos em desilusão
O perdão é uma coisa difícil, sabe por quê? Porque nem sempre a gente está disposto a matar o nosso ego!
Já amei um amor que eu jurava ser para sempre. Já chorei por um amor que achava que era o fim do mundo. Mas hoje, encontrei o mais essencial de todos: o amor-próprio. Aquele que nasce quando nos descobrimos, nos permitimos ser... e esperamos, com calma, o grande amor que virá.
Sempre vamos caber no porte que cada um suporta carregar. No dia em que provar sua patente, dirão ser plágio da sua mente.
"Nem sempre o que posso fazer, é o que acho que deve ser feito; e nem sempre o que acho que deve ser feito é o que posso fazer! "
Sempre vamos caber no porte que cada um suporta carregar. No dia em que provar sua patente, dirão ser plágio da sua mente.
Viviane Gimenes
Eu desejo que
os seus caminhos
sejam floridos.
Eu desejo que
você sempre sorria.
Meu amor é teu...
E seu olhar
é minha
estrela - guia.
Que o amor seja poesia
com versos feitos de sintonia.
Que o amor seja alegria
que no coração canta em harmonia.
É SÓ UMA REFLEXÃO I
As pessoas do passado sempre tiveram as mesmas expressões e comportamentos de hoje. O mesmo jeito de franzir a testa diante de uma notícia inesperada no rádio da padaria, a mesma curva nos lábios ao sentir o cheiro do café passado na cozinha da infância ou aquela paçoca pilada na hora pela avó. O tempo não apaga o ser estranho que somos, nem o muda na sua essência; ele apenas desbota as bordas da fotografia, mas o sorriso, aquele, continua sendo o mesmo...
Todos caminhamos pelas mesmas veredas do ontem, com aquelas flores sem cor que margeiam o asfalto dos nossos dias junto aquelas fotos sorridentes. E, de repente, sem aviso, sempre encontramos pessoas que nos fazem lembrar de quem fomos, de quem somos, como se o espelho do passado surgisse na fila do supermercado ou na pressa do ponto de ônibus. O reflexo somos nos mesmo. Somos os responsáveis pelos nossos atos...
Ventos balançando os cabelos, trazendo aquele cheiro de terra molhada que anuncia a chuva ou o aroma distante de um jasmim. Expressões com aquela mistura de sons e tristeza no olhar, como se a pessoa guardasse dentro de si o eco de uma música antiga e a poeira de um caminho há muito não percorrido. Os olhos fixos nos retângulos da vida, nas telas que brilham, nos livros abertos sobre a mesa, nas janelas dos prédios que testemunham silenciosos nossas alegrias e derrotas...
Às vezes um sorriso atravessa o cansaço do rosto, ou quem sabe um momento bobo, um riso solto no almoço de domingo, misturado com as lembranças dos bons momentos que teimam em ecoar. Estamos, hoje, debaixo das mesmas árvores das milhares existentes no mundo, sentindo a mesma sombra que acolheu nossos pais e amigos que se foram. Elas estão ali, silenciosas ou espantadas com o vento, fazendo parte de um dia de chuva, suas folhas sendo o único teto para os pássaros e nossas memórias mais antigas forçando uma lágrima embaixo de tanto poderio...
Às vezes, passar um tempo longe de um lugar ou de um rosto vira sinônimo daquela saudade que só sentimos poucas vezes no ano, como alguns feriados da alma. Adoro, simplesmente adoro ver essas expressões que se distraem em meio a tantas, um olhar perdido no horizonte enquanto o corpo parado espera o sinal abrir. E saber, com uma certeza calma, que sempre estivemos lá, na essência do mundo, correndo em meio às árvores dos parques, da selva, na pressa da juventude que fomos um dia, e na calmaria dos ventos que, ainda sopra em nós o cheiro de uma saudade que sempre vem...
--- Risomar Sírley da Silva ---
A verdade é que, o choro é reconfortante, sempre faço-o escondido, como se tivesse roubando algo que sempre me pertenceu...
--- Risomar Sírley da Silva ---
ANGOLA, A MÃE DESALOJADA
Ao longo da história da raça humana, o homem sempre esteve ligado à sua comunidade e procurou viver em paz e segurança dentro da sociedade, pelo fato de encontrar-se e viver em comunhão com o seu semelhante. Esse comportamento fez com que o homem criasse leis, princípios e regras impostas a todos os residentes da comunidade.
O mesmo aconteceu com o surgimento e a divisão de países dentro de um continente, a partir de reinos, tribos e clãs. O homem nunca se sentiu totalmente satisfeito e realizado, pelo fato de suas necessidades serem ilimitadas.
A interligação entre o homem e o seu semelhante fez com que tribos, povos, línguas e nações permutassem e cooperassem em prol de interesses comuns que ambos os lados compartilhavam ao formarem e firmarem suas diplomacias.
O mesmo aconteceu com Angola e com os angolanos, tanto no período pré-histórico quanto no colonial e pós-colonial. O povo angolano teve a graça de contar com homens e movimentos que sempre pautaram pelos interesses nacionais e patrióticos, em prol do bem-estar comum. O povo participou dessas incursões de forma indireta, pois, naquela época, lutar, protestar, revolucionar e defender a nação era considerado crime contra o regime colonial e as potências opressoras que se encontravam na África.
Por isso, muitos foram acusados, condenados e perseguidos pela PIDE. Fazer revolução, protesto ou incursão em prol de Angola, naquela época, tinha como prêmio a pena capital.
Ao longo dos tempos, muitos homens lúcidos — intelectuais, acadêmicos, autodidatas, revolucionários, nacionalistas e patriotas — já lutavam por uma Angola justa, pacífica e livre, onde todos os angolanos teriam direito à educação, saúde, habitação e, acima de tudo, à dignidade e ao respeito de seus direitos enquanto cidadãos, sem termos que olhar para a cor da pele ou para a cor partidária de um indivíduo.
Sonhavam com uma Angola onde todos nos veríamos como irmãos, filhos da mesma terra. Onde a bandeira do partido não seria mais importante do que ser angolano e filho desta terra. Esses homens — militantes, militares e líderes — não lutavam por interesses pessoais, mas sim pela pátria-mãe chamada Angola.
Durante as lutas e a guerra contra o regime colonial, muitos foram iludidos e cegados pelo orgulho, ódio, ambição e separatismo, agindo de forma parcial e xenófoba contra seus próprios irmãos angolanos.
O sacrifício foi árduo e a luta foi longa. Mas, em vez de paz, ganhamos guerra fria; em vez de união, ganhamos divisão; em vez de reconciliação, ganhamos tribalismo; em vez de imparcialidade, ganhamos parcialidade; em vez de família, ganhamos adversários; em vez de irmãos, ganhamos inimigos. Em vez de amor, promovemos o ódio contra o próximo, apenas por pertencer a um partido ou religião diferente da nossa.
Esses males foram plantados ontem, numa Angola desavinda, onde irmãos matavam-se entre si, guerreando violentamente contra o próximo e o seu semelhante.
Angola foi alvo da orfandade e viuvez causadas pela política ocidental e imperialista. Foi através dessa política que começamos a nos matar, por acreditarmos na hegemonia política e partidária, sem sequer usarmos o senso crítico.
Hoje, Angola encontra-se nômade, desalojada, vagando por terras férteis e aráveis, levando apenas consigo: trouxas, roupas, panos, panelas, chinelas e lenços. Está vestida apenas com roupas das cores das bandeiras partidárias e nacional.
Apesar das riquezas que o nosso solo oferece, ela continua a vagar pelas ruas das cidades, pedindo esmolas, comida, dinheiro e socorro àqueles que passam por ela.
Enquanto Angola passa fome, sede, vergonha e humilhação diante de seus filhos, sobrinhos, netos e bisnetos, o estrangeiro explora, rouba, saqueia e aliena seus filhos, cidadãos e povos — reduzindo-os à condição de mendigos, e transformando-os em fonte de rendimentos e enriquecimento por meio de doutrinação (alienação religiosa), cegueira e reprodução de teorias políticas alheias.
Hoje, em vez de nação, vivemos no exílio; em vez de cidadãos, tornamo-nos refugiados; em vez de patriotas, somos taxados de inimigos públicos; em vez de nacionalistas, somos chamados de terroristas; em vez de filósofos, somos considerados malucos.
É por causa desses e de outros males que transformamos o partido no poder em religião, o presidente em divindade, políticos em salvadores, revolucionários em demônios, críticos em adversários, artistas em papagaios, filósofos em malucos e ativistas em frustrados.
Essa ideologia foi promovida por aqueles que sempre quiseram se perpetuar no poder a todo custo, mesmo que para isso fosse necessário lutar e guerrear contra os ventos do progresso.
Nós, angolanos, tornamo-nos inquilinos dentro da nossa própria terra e pagamos renda a quem não é filho legítimo desta nação chamada Angola.
Nossos direitos foram consagrados na Constituição, mas, infelizmente, a realidade os nega. E o governo nos reprime quando exigimos e clamamos diante dos órgãos competentes e de direitos.
Nossa mãe já não tem voz, nem poder sobre aqueles a quem ela confiou o poder e a administração dos recursos e riquezas do país.
Nós — revolucionários, ativistas, nacionalistas, patriotas e filósofos — tentamos resgatar a dignidade, o respeito, o valor e a consideração que Angola tinha diante de outras nações, mas, até hoje, sem sucesso.
Só nos resta chorar, lamentar e morrer, porque nossas forças se esgotaram, nossas garras e nossa esperança se desfizeram diante dos obstáculos, barreiras e oposições que nossos inimigos e opositores colocaram em nosso caminho...
Foi como se estivéssemos sendo degolados, executados e fuzilados em um campo de batalha.
Cansados, esgotados e partidos, vimos nossa mãe — Angola — deambulando pelas ruas, cidades e estradas, e, acima de tudo, desalojada dentro da sua própria terra.
Foi aí que eu vi, caí em mim e disse comigo mesmo:
"Em vão foi termos lutado por uma Angola livre, pacífica, justa e independente..."
Autor: Jack Indelével Wistaffyna
"Quando me olha com esses olhos, eu já sei.
E quando me beija com essa boca, eu sempre sinto.
Quando me toca com esse toque, eu esqueço o mundo.
E quando vai embora por essa porta, eu quase morro."
Eu sempre quis isso. E ainda sonho com ele, me pedindo em casamento novamente, ele nunca me pediu em namoro, nem em casamento.
Aconteceu tudo ocasionalmente...
Toda mulher quer sentir isso.
[19/3 14:12] Alinny de Mello: Eu tinha uma amiga que sempre ia lá, ele começou a tratar ela com desrespeito
[19/3 14:12] Alinny de Mello: Nunca mais ela foi
[19/3 14:13] Alinny de Mello: As meninas da rua, me dizia que ele era maníaco, que ficava dando em cima delas
[19/3 14:13] Alinny de Mello: Todas adolescentes
[19/3 14:13] Alinny de Mello: E pré adolescentes
[19/3 14:13] Alinny de Mello: Eu ficava morrendo de vergonha disso
[19/3 14:14] Alinny de Mello: Elas se afastavam de mim, por causa dele
Se você for pobre, não case com homem rico. Ele sempre terá muitas opções, então vai te tratar como um fantoche dele.
