Sementes
Alimento minhas sementes com fé e esperança, e vou colher frutos disso com absoluta certeza!! Acredite e tenha fé e verá maravilhas acontecendo em sua vida.
Existem pessoas que vivem no egocentrismo e estão sempre ocupadas em exterminar as sementes do amor ao próximo, simplesmente porque, já nasceram com a sua alma abortada
Peço desculpa mas vendi a minha fé e comprei uma enxada e sementes. Agora posso cultivar o meu próprio destino e colher aquilo que semeio...
Pegue todos os seus frutos, escolha os melhores para tirar as sementes. Separe os piores e os jogue o mais longe possível, para não contaminar os outros. Nesta ordem.
Palavras ou frases são sementes que seleccionamos e plantamos no solo da vida ao longo da nossa
caminhada.
Regadas com amor, salvas de ervas daninhas crescem imponentes e dão flores e frutos cujas novas
sementes serão plantadas em outros corações.
Sou feliz em saber que cuidou bem das sementes que a ti confiei.
Quanto as suas estão cheias de vida e frutificando em meu coração.
FELIZES OS QUE PLANTARAM O AMOR, POIS AS SEMENTES QUE GERMINARÃO, JAMAIS SERÃO FRUTOS DO ÓDIO...
Almany Sol - 23/06/2012
Flores, são sementes que desabrocham para alegrar
Nossas vidas, nossos dias,nossos momentos especiais.
As nossas atitude são como sementes. Se você tomar atitudes erradas, vai plantar sementes ruins e consequentemente colher maus frutos. Agora, se você tomar atitudes corretas estará plantando boas sementes e colhendo ótimos frutos.
A colheita se faz pelo que você semeou. Nas sementes do bem, o mundo conspira a seu favor. Já nas do mal... bom, aí é problema seu. A vida é feita de escolhas.
Deus entregou a cada um de nós sementes, mas ficou com a gente a escolha de fazer o que quiser com elas (o chamado livre arbítrio). Ninguém recebeu mais nem menos semente, mas cada pessoa recebeu a mesma quantidade. O criador sempre é justo.
Algumas pessoas vendem essas sementes e obtêm dinheiro que podem comprar outras coisas aos seus olhos mais úteis do que as sementes. Essas pessoas são levadas pela vaidade e acabam sempre se desgostando por terem muito, mas nunca o suficiente para saciar seu ego.
Outras pessoas simplesmente comem essas sementes. Esses são os que não gostam de planejar o futuro; só pensam no agora. Eles têm resultados imediatos e satisfatórios, mas por um breve período de tempo.
Porém existem alguns que plantam essas sementes e cuidam do plantio, regando-o e limpando-o todos os dias. Eles sabem que terão um resultado demorado, mas que produzirá novas sementes; uma parte será vendida para a obtenção de outros produtos necessários para a vida, outra parte será utilizada como alimento e a outra será plantada para que aquela semente nunca venha faltar e sim crescer cada vez mais.
Essa semente é a inteligência. Cada pessoa possui a mesma quantidade de inteligência, porém alguns não a usam e outros a utilizam de maneira errada.
Transformemos sonhos em objetivos e objetivos em realidade! Criemos um passado, de olho no futuro, sem esquecer-se de viver o agora, pois este é o momento mais especial para nós! Sem nunca se esquecer de regar a planta da inteligência e do sonho, mas também saboreando todos os dias a delicia da vida a gente sempre terá um grande estoque de sementes e Deus se orgulhará de nos ter como seu administrador.
Fui até meu jardim secreto; me armei de pá, ancinho, adubos e sementes.
Fui plantar cataventos. Por quê? O nome já diz; para que ventos os levem.
Meu jardim estava um pouco triste, a chuva da insegurança abatera-se sobre ele. Então sentei-me ali naquela pedra e esperei que a chuva passasse.
Enquanto esperava, imaginava meus cataventos, e eles giravam, giravam, e o vento divertia-se com seus rodopios que eram tantos, que dissipou a chuva. E as nuvens se abriram; um sorridente Sol se mostrou entre elas. E numa parceria inesperada, vento e sol secaram meu jardim.
Peguei minha pazinha, meu ancinho e trabalhei minha terra, esperançosa pelos cataventos. Lançara minhas sementes de verdes cataventos.
E esperei por eles, dias e dias, regados pela chuva da paciência e aquecidos pelo Sol da esperança. Finalmente nasceram, bonitos, perfeitos, rodopiantes bailarinos. Sorri de satisfação. Eram cataventos de montão.
Enfim cresceram. Para quê tanto catavento? Oras, porque só um não basta pro meu intento.
Então, escrevi uma mensagem em cada um deles. Eu pedi a sua volta. Fiz um mapa também, para o caso de você se perder, para não perderes o rumo.
Sou homem da terra, cultivo jardim secreto. Não sei nada sobre plantar garrafas no mar. Depois me explique o projeto.
Tudo pronto para o grande desfecho. Aguardo que o grande vento conciliador se aproxime e Zás! Liberto meus catadores de respostas. Um a um eles se vão em sua busca. Olhe para cima, eles estão à sua procura. Encontre-os. Encontre-nos!
Sentarei aqui, nessa pedra de meu jardim secreto e
esperarei.
Até que retorne o último catavento, trazido pela sua mão.
Volte. Dê meia-volta.
Que eu não tenha plantado em vão.
