Selar Amor
Não há interesses mais confusos e covardes quanto aos que confundem amor com carência, e acabam após saciados.
Porque o Amor Verdadeiro não se esgota quando a fome é saciada — ele nasce justamente quando o outro deixa de ser remédio para a solidão e se torna companhia na inteireza.
A carência só quer preencher um vazio; o amor, transbordar!
Quem ama pela falta, consome, desgasta e até usa o outro.
Quem ama por plenitude, compartilha o que tem de mais inteiro.
Por isso, é tão fácil ver relações que começam com tanta intensidade e terminam em silêncios tão ensurdecedores — eram tão somente gritos de necessidade disfarçados de afeto.
O amor não almeja saciedade, mas sim, permanência.
Aprendi que tudo feito com muito Amor e Carinho dá certo…
Inclusive Brigar!
É raro alguém conseguir Brigar com tanto Amor e Carinho, sem deixar o pincel cair de propósito — só para rabiscar o perdão no meio da discussão.
Porque certas brigas nascem apenas para nos lembrar que o Abraço é o ponto final mais bonito…
Os abraços grandes, os memoráveis, nascem das mãos livres… e dos corações presos — ao desejo de amar.
Com carinho — à prima, Elaine Ferreira.
Mãe é casa acesa.
É colo que acolhe, oração silenciosa e amor que permanece mesmo quando o tempo passa.
Mãe transforma cansaço em cuidado e dias comuns em lembranças eternas.
Hoje, celebramos essas mulheres que fazem da própria vida um lugar de amor.
Feliz Dia das Mães!
Edna de Andrade @coisasqueeusei.edna
Por um mundo onde os relacionamentos sejam Alicerçados pelo Amor, e Sustentados pelo modo de Relacionar, não pelo MEDO.
A Gestação do Amor: do Útero ao Coração
O feto começa aos poucos a ser formado e um afeto grandioso passa a ser construído; ambos vão crescendo lado a lado e a cada mês, mais nutridos por um amor incalculável entre a mãe e o seu filho ou filha e a depender do caso, filhas ou filhos — um belo vínculo: forte e cheio de vida; sujeito a lutas e sacrifícios.
Todavia, e não menos importante, às vezes, a bênção da maternidade é gerada no coração e, num momento genuíno e emocionante, nasce na adoção, ao criar um laço que não é de sangue, mas que certamente é feito da mesma essência — a vontade constante e sincera de praticar a conjugação incomparável do verbo amar.
O papel materno é singular, indispensável; então, devido a certas circunstâncias, também pode vir a ser desempenhado por uma avó, por um pai ou por qualquer outro parente, distante ou próximo — aquele que decidiu ficar e assumir essa missão, essa responsabilidade, não uma substituição e sim uma honrosa proximidade.
Independentemente de qual seja a personificação materna, Graças ao Senhor, todas elas reúnem um amor repleto de vitalidade, incondicional, uma força que não se explica, que oferece colo, demonstra zelo, um esforço fora do normal, o alento especial durante as adversidades — a certeza de que o amor materno é descomunal entre formas e fases.
A NOVA DIMENSÃO DO AMOR HUMANO.
Nas reflexões luminosas de José Herculano Pires, percebe-se um dos mais profundos diagnósticos da civilização contemporânea. A humanidade atravessa uma transição silenciosa e decisiva. A antiga supremacia da matéria começa a ceder espaço às exigências da consciência. O progresso técnico, embora admirável em suas conquistas instrumentais, revelou-se insuficiente para saciar as necessidades mais íntimas da alma humana. A Terra acelera seus processos evolutivos e ingressa, gradativamente, em uma era de natureza psicológica, moral e espiritual.
O homem moderno, cercado por engenhos mecânicos, sistemas automatizados e estruturas pragmáticas, começa lentamente a perceber que sua verdadeira existência não repousa apenas na biologia orgânica, mas principalmente na complexidade psíquica de seus sentimentos, memórias, aspirações e dramas interiores. As filosofias existenciais, ao investigarem a subjetividade do ser, aproximam-se dessa constatação transcendental. O ser humano não vive apenas de funções fisiológicas. Vive de esperança, de afeto, de sentido, de idealidade e de vínculos emocionais que nenhuma máquina consegue reproduzir.
A técnica contemporânea, aplicada às ciências psicológicas, frequentemente tenta reduzir o homem a esquemas comportamentais rígidos, quase matemáticos, inspirados pela frieza operacional das máquinas. Busca-se ajustar emoções como quem regula engrenagens. Pretende-se reorganizar a vida humana segundo parâmetros mecânicos, estatísticos e cibernéticos. Entretanto, a alma reage. E reage porque o Espírito não aceita permanecer encarcerado em estruturas desumanizadas. Dessa tensão surgem as angústias modernas, os colapsos emocionais, os impulsos de revolta, os vazios existenciais e as fugas destrutivas que assolam inúmeras consciências.
A sociedade cria terminologias sofisticadas para explicar os conflitos da criatura humana. Multiplicam-se teorias sobre impulsos vitais, repressões, traumas, autenticidade e comportamentos compensatórios. Contudo, em meio a tantas análises técnicas, esquece-se frequentemente da força primordial que sustenta a harmonia do Universo moral. O amor.
Poucos reconhecem a potência regeneradora do amor genuíno. Muitos o tratam como sentimentalismo antiquado, incompatível com a modernidade acelerada. Entretanto, é precisamente nele que repousa a sustentação invisível da civilização. O amor materno, sobretudo, manifesta uma das mais sublimes expressões da espiritualidade encarnada. Ainda que uma mãe possa equivocar-se em seus excessos de cuidado, seu erro nasce da ternura e não da indiferença. Sua vigilância, mesmo imperfeita, preserva valores afetivos que nenhuma metodologia fria consegue substituir.
A maternidade transcende conceitos meramente biológicos. Ela constitui um fenômeno moral, psicológico e espiritual. A palavra “mãe”, aparentemente simples, contém uma dimensão metafísica que ultrapassa qualquer definição técnica. Nela repousam sacrifício, renúncia, proteção, compaixão e continuidade afetiva. O amor materno cobre as enfermidades morais da humanidade e oferece ao homem uma nova dimensão existencial. É a dimensão do humano elevando-se acima do instinto bruto e da mecanização emocional.
Nenhuma tecnologia consegue reproduzir o calor silencioso de um abraço materno. Nenhum tratado psicológico substitui a força moral de um beijo dado com amor sincero. A verdadeira renovação da humanidade não surgirá apenas das máquinas inteligentes, mas do reencontro da criatura consigo mesma, com sua consciência e com os valores espirituais que sustentam a dignidade humana desde os primórdios da civilização.
“Vale mais um gesto autêntico de amor do que toda a frieza dos sistemas que desconhecem a alma.”
Trecho inspirado na obra Astronautas do Além.
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O amor de mãe é imenso, é um amor que acolhe, protege e permanece, independentemente do tempo ou das circunstâncias.
Amor de mãe - (Clay Werley)
Leve como uma brisa...
onda que quebra indomável,
lua que reluz inalcançável...
Tempestade que não me avisa.
Presença que cuida e realiza,
voz que ecoa incontestável,
constrói confiança inabalável,
sem ônus de contrapartida...
Da história és o começo...
Meu espelho de como ser,
dona de todo o meu apreço...
Consciência a resplandecer,
a me moldar desde meu berço!
Farol que guia o meu viver.
Ser mãe é viver uma história de amor e dificuldade ao mesmo tempo. No Dia das Mães, muita gente lembra dos presentes e das homenagens, mas nem sempre percebe tudo o que uma mãe enfrenta desde a gravidez até a vida adulta do filho.
Tudo começa na gravidez, quando surgem os medos, as dores e as preocupações. Mesmo cansada, ela continua firme, porque o amor pelo filho já existe antes mesmo do nascimento.
Depois que o filho nasce, chegam as noites sem dormir, o cansaço e a responsabilidade de cuidar de alguém tão pequeno e dependente. Mesmo exausta, a mãe sempre encontra forças para cuidar, proteger e dar carinho.
Com o tempo, vêm os desafios de educar. Ensinar o certo e o errado não é fácil. Muitas vezes o filho não entende as regras, responde mal ou acha que a mãe está exagerando, mas tudo isso faz parte do cuidado dela.
Na adolescência, as preocupações aumentam ainda mais. A mãe sente medo das escolhas do filho, das amizades e dos caminhos que ele pode seguir. Mesmo quando ele se afasta, ela continua ali, se preocupando em silêncio.
E quando o filho cresce, a mãe continua sendo mãe. Mesmo na fase adulta, ela ainda se preocupa, sente saudade e quer o melhor para o filho, mesmo sem demonstrar o tempo todo.
O Dia das Mães é mais do que uma simples comemoração. É um momento para reconhecer tudo o que uma mãe enfrenta por amor. Porque, apesar das dificuldades, ela nunca deixa de cuidar, apoiar e amar.
Quando o trabalho é guiado pelo amor e pela lealdade, ele transforma não apenas empresas, mas cada colaborador em uma força viva, uma engrenagem pulsante que move o progresso com alma e propósito.
Quando o trabalho é realizado com amor e lealdade, ele não apenas transforma os resultados da empresa, mas faz de cada colaborador um elemento estratégico, conectando objetivos e conquistas e impulsionando o progresso de forma consistente.
Valores se corrompem, o ódio é legitimado, o amor ridicularizado, a fé caricaturada, a família desmantelada e no altar da tecnologia, cultuamos a desconexão humana.
Superar é ato feroz de amor-próprio, pacto diário de sangue e coragem, aliança sagrada com o próprio ser.
Nos desdobramos, renunciamos, por quem mal nota o valor do gesto. Seja amor, família, ou profissão, a recompensa costuma ser o mesmo vazio.
