Seja Legal com seus Irmaos

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“Família não é DNA, é lealdade. Sangue pode dar parentes, mas só a fidelidade dá irmãos.”

Eu sei caminhar sozinho, já caminhei sozinho, mas prefiro andar com meus irmãos, pois sozinho é mais perigoso.

“Davi teve de cuidar de ovelhas, lidar com bodes, suportar falsos irmãos e enfrentar ursos e leões. Mesmo assim, permaneceu firme, sem se acovardar e sem se afastar de Deus por causa de ninguém.”

Há pessoas que vivem dizendo que são nossos amigos e irmãos, mas, quando nos afastamos por um tempo, percebemos que a maioria falava tudo da boca para fora."

Mas, observei meus pequenos irmãos, todos ali, acoados e acordados naquele horário.


Eu, tomei uma decisão por eles.


Eu não fugiria sozinha, eu não chegaria muito longe.


Logo, como eu era menor, eu seria mandada de volta.


Eu mesmo sabendo que ela voltaria, como trocentos outras vezes, eu falei meu plano para ela.


Na manhã seguinte fugimos.


Para outro Estado, com a grana que eu havia recebido.

Irmãos de fábrica, mas cada um com o seu próprio sabor

Desde tenra idade, vivemos em grupo — nossos pais e irmãos. Após isso, casamos ou nos unimos, e esse ciclo se repete: esposa(o) e filhos. Um plano perfeito de Deus, necessário às nossas necessidades terrenas.

Mas, um dia, tudo isso irá passar. Somos viajantes do tempo e, no frigir dos ovos, viveremos somente nós com nós mesmos.

"Nas veias dos irmãos corre o mesmo sangue, mas habitam corações diferentes. Sentem de forma distintas. Ainda assim, continua sendo irmãos. "

Natal, nada mais é, do que o conceito comum de que um dia unidos,
somos fortes, irmãos, fraternos, sinceros e eternizados em corações alheios.
A sorte da vida é ter momentos assim, porque mesmo na terra, conhecemos
a imensidão do céu, ainda que seja por alguns momentos.
E só de viver esse momento, a vida já tem outro significado.

Precisamos agradecer, por toda grandeza que Deus tem
realizado em nossa vida, e até pelos detalhes mais simples,
que por vezes nossos olhos, distraídos, não conseguem ver.

Um Feliz Natal a todos.....

Trecho Final do Capítulo Sétimo — Irmãos Forjados na Vida, no Som e no Fogo da Amizade

Quando o protagonista respira fundo e mergulha nas memórias, percebe que sua história não foi escrita sozinho.
Foi escrita a muitas mãos, cada uma com sua marca, seu talento, sua loucura e sua luz.
E é lembrando desses irmãos que ele entende a dimensão do que viveu.

Daniel Thomazi — o Daniel Punk.
Irmão de alma.
Baterista de pedais duplos que parecem motores de avião, guerreiro de palco e da vida.
É aquele que não foge da batalha — entra nela junto.
Amigo que segura o escudo com uma mão e empurra o amigo com a outra, pra ninguém cair.
Com ele, o rock virou alicerce e o tempo virou evidência.

Erick Batista.
Artista de traços profundos, mãos que criam mundos.
Tatuador em evolução, professor de artes em gestação, músico escondido que um dia ainda vai subir num palco e surpreender até a própria sombra.
É o amigo sensível, inteligente, cheio de dons que vêm à tona quando a vida pede cor.
Um daqueles espíritos raros que enxergam além da superfície — e por isso, vira irmão sem esforço.

Vitor Santos.
Piloto de motos que vive o vento como se fosse oração.
Motorista de carro e ônibus com a mesma habilidade com que escuta o coração dos amigos.
Companheiro silencioso, presente, firme — daqueles que seguram a barra com naturalidade.
Um futuro brilhante caminhando ao lado deles.

Gustavo Melo.
Guitarrista em evolução, pai a caminho, mente afiada.
Esforçado, dedicado ao instrumento e à vida.
Um amigo leal que está crescendo, aprendendo, e preparando um mundo inteiro para receber seu filho.
Toda a roda vibra de alegria por ele.

Wandeson Franklim Real.
Baixista de alma pesada e coração manso.
Ex-integrante de banda de Black Metal, estrategista da vida, homem coerente, pai presente, parceiro de caminhada sólida.
Segue firme com o filho e a mulher — afinando a vida como afinava o baixo.

Márcio Motorhead.
O maluco beleza.
O andarilho das bikes, viajante de horizontes, visitante de eventos, colecionador de histórias.
Amigo de todos, sempre pronto pra ajudar, sempre com sorriso, sempre com estrada nos olhos.
Um espírito livre que dá cor ao grupo.

J.G.N — Netinho Tatuador.
Artista da pele, desenhista talentoso.
Trabalhador que constrói o futuro na base da persistência e da tinta.
Amigo fiel, de presença firme.

Diogo Oliveira.
Profissional da saúde, cuidador de idosos, maqueiro com alma enorme.
Um amigo que descobriu o valor dos verdadeiros e retribui sem falhar.
Luta diariamente pra construir um futuro honesto, humano e brilhante.

Raimundo Matos — o Raimundynho Nu Metal.
Guerreiro de verdade.
Um amigo que carrega o peso da família nos ombros sem reclamar, e ainda encontra forças pra apoiar todos desta lista.
Inteligente, esperto, resiliente.
Batalhador que busca evolução — emocional, espiritual e financeira.

Johnny Souza.
Coração gigante.
Queria abraçar todos os amigos de uma só vez se tivesse braços pra isso.
Sempre preocupado com os de verdade, sempre puxando o grupo pras reuniões, pros eventos, pro rock.
A bondade dele é o tipo de bondade que o mundo esqueceu que existe.

Maycon Lima.
Aço e alma.
Amante de academia, trabalhador dedicado, cabeça boa, espírito aberto.
Sente felicidade verdadeira quando está com os amigos do rock — e essa sinceridade é rara.

Anderson Yang — Flu Tattoo e Rock.
Artista completo: tatuador de mão firme, desenhista impecável, pintor de quadros, criador de letras perfeitas.
Tricolor apaixonado, amigo exemplar, presença marcante nas rodas de rock e nos encontros de gente que pensa e sente.

E então vem ele, o sangue da vida:

Estevão de Carvalho.
Sem número, sem ordem — porque irmão de verdade não entra em lista.
Desenhista de mão divina, capaz de criar qualquer arte em papel ou tinta.
Não é tatuador, mas quando pegou a máquina duas vezes, fez o grupo inteiro ficar sem palavras.
Companheiro, parceiro, presença indispensável.

O protagonista olha para todos esses nomes — não como uma lista, mas como constelações.
Cada um com seu brilho, seu talento, sua loucura, seu estilo.
Cada um afinando um pedaço diferente da vida dele.

E a verdade explode no peito dele como um solo de guitarra:

“Amizade verdadeira é banda.
Cada um toca um instrumento,
cada um tem seu ritmo,
mas quando toca junto…
até Deus para pra ouvir.”

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Jesus nos ensina que somos todos iguais e todos irmãos .
Felizes são aqueles que compreendem o evangelho .
Que querem caminhar com amor , união, sendo fraternais uns com os outros.
Onde não existe paz e entendimento , harmonia , não existe amor .
Onde um não ouve e não compreende o outro , não existe elo .
Onde um não compreende a necessidade do outro e nao cuida do outro , jamais haverá união.
Porque o que faz tudo se harmonizar , formar e transformar , é o carinho , o cuidado e o amor.
É essa tão linda delicadeza , que embeleza e entrelaça os corações e alimentam a alma .
Simone vercosa .

Quanto a vocês, irmãos, nunca se cansem de fazer o bem.

2 Tessalonicenses 3:13

Oh! Quão bom e quão suave é que os irmãos vivam em união.

Salmos 133:1

Irmãos hoje há milhões e milhões de pessoas seguindo para o fogo do inferno, porque nós perdemos o fogo do Espírito.

O sangue ferve na mesa de jantar. Irmãos de leite viram as costas uns para os outros, casamentos de décadas desmoronam em gritos e amizades antigas são sepultadas em um clique de bloqueio. Tudo por causa de nomes estampados em santinhos políticos, por figuras distantes que vestem ternos sob medida e sorriem em palanques iluminados. Enquanto o cidadão comum perde o sono, a saúde e os seus laços mais sagrados defendendo esses supostos salvadores da pátria, os mesmos líderes brindam juntos nos bastidores. Eles jantam nos mesmos restaurantes caros, fecham acordos com risadas sonoras e compartilham uma indiferença absoluta pelo destino de quem os colocou lá. Para eles, o povo não passa de um degrau, uma massa de manobra estatística útil a cada quatro anos.
Essa cegueira coletiva alimenta o monstro do egoísmo contemporâneo. As pessoas trancaram-se em bolhas ideológicas intransigentes, onde a empatia foi completamente extinta. Julga-se o caráter de um pai de família ou a dignidade de uma mãe trabalhadora unicamente pela cor da bandeira que eles defendem. Virou rotina apontar o dedo com crueldade, destilar ódio nas redes sociais e desejar o pior para quem pensa diferente. A solidariedade virou artigo de luxo. Ninguém quer saber se o vizinho está passando fome, se falta o remédio da criança ou se a depressão está corroendo aquela alma; importa apenas saber em quem ele votou para decidir se ele merece ou não um pingo de respeito.
Essa hipocrisia social disfarçada de falso moralismo é uma doença que consome a nossa humanidade. Discursa-se sobre justiça, igualdade e amor ao próximo com a boca cheia, mas desvia-se o olhar quando um necessitado estende a mão na calçada. Criamos barreiras invisíveis para isolar quem nos incomoda. Esquecemos que o teto de vidro da vida é frágil demais e o mundo dá voltas caprichosas. Aquele que hoje se sente poderoso no topo de sua arrogância partidária, humilhando quem discorda, pode amanhã acordar desamparado na fila de um hospital sucateado, descobrindo da pior forma que nenhum político vai abandonar o conforto do gabinete para segurar sua mão na hora da dor.
A grande lição que a existência nos impõe, muitas vezes pelo sofrimento, é que a nossa única salvação real está no cuidado mútuo. Os governantes passam, as promessas evaporam e as estruturas de poder mudam, mas a dor do seu semelhante continua ali, real e pulsante. Quando o sopro da vida se esvaziar, não restará o orgulho das discussões vencidas, muito menos o aplauso de militantes virtuais. Restará apenas o vazio desesperador do afeto que economizamos e o peso dos corações que quebramos pelo caminho.
Olhe nos olhos das pessoas ao seu redor hoje mesmo, antes que o tempo apague as oportunidades. O seu familiar, o seu colega de trabalho ou o desconhecido na rua não são inimigos a serem abatidos; eles são o espelho da sua própria capacidade de amar. Enquanto houver mais prazer em defender privilégios de tiranos distantes do que em estender a mão para aliviar o fardo de quem está perto, continuaremos sendo apenas uma sociedade de estátuas de sal: rígidas, frias e estéreis. Mude o foco da sua indignação. Deixe de ser escudo para quem já tem tudo e passe a ser o cais de proteção para quem perdeu o chão.

2575 📜 "Somos todos irmãos', dizem e repetem! Só que alguns se valem disso, exageram, apelam e tentam intimidade e prestígio que não têm com você. Poizé!"

2719 📜 Não tenho Irmãos, Não conheci Nossas Mamães e Tenho aqui Uma Conta, só Uma.

0025 " 'Somos todos irmãos'... Não se esqueçam do que dizem Alguns! Não se esqueçam, também, que isso é só mais um daqueles exageros, digo eu!"

Além da Amizade


A gente era riso solto no mesmo tom,
dois nomes ditos como se fossem irmãos,
dois mundos cabendo num só som,
sem perceber o que eram nossos corações.


Falávamos de tudo, sem medir
o peso leve de existir lado a lado,
como se o destino fosse só nos unir
num laço simples, confortável, sagrado.


Mas veio a distância, fria, sem pedir,
e levou tua voz do meu cotidiano.
E o que era fácil de dividir
virou silêncio em cada intervalo humano.


Eu achei que era só falta de costume,
saudade comum de quem se quer bem…
mas havia um fogo que não tinha nome
que queimava quieto por ninguém.


E você… também sentiu o vazio,
como se o mundo perdesse o sentido.
As conversas voltavam como um frio
lembrando o que tinha sido vivido.


Não era só amizade a nos prender,
era algo que doía mais do que parecia,
era vontade de ficar, de não perder,
era amor que fingia que não existia.


Até que o silêncio não coube mais em nós,
e o tempo trouxe o que estava escondido.
Dois corações voltando a ter voz,
dois medos finalmente vencidos.


“Eu senti sua falta…” — eu disse enfim,
e o mundo parou só pra escutar.
E você sorriu como quem diz assim:
“Eu também… mas não sei mais negar.”


E ali, sem pressa, sem explicação,
como se o universo soubesse o caminho,
teu olhar encontrou meu coração
e deixou de me deixar sozinho.


O beijo não foi começo nem fim,
foi só o instante em que tudo fez sentido:
amizade virando um jardim
onde o amor sempre esteve escondido.


E rimos depois, como quem entende
que o destino só demorou pra acertar:
“Demorou pra você perceber…” — você disse,
“Demorou pra você admitir…” — eu fui completar.


E o mundo, enfim, deixou de ser só amizade,
porque a verdade cansou de se esconder:
o que era dois virou eternidade
no simples ato de se reconhecer.

Somos irmãos, independes da cor ou raça, independente da origem, todos viemos do mesmo lugar, apenas do ventre diferente, mas do mesmo ser.''

Inserida por RastaelShivaya