Seja bem-vindo

Cerca de 136 frases e pensamentos: Seja bem-vindo

Minha vida, minha historia meu caminho... Se quiser seguir ao meu lado seja bem vindo(a).

Inserida por Cachulo

⁠Vá onde seja bem vindo nem sempre a cadeira está vazia.

Inserida por Raimundo1973

⁠Bom dia!
Para o Sábado:
Que hoje seja bem-vindo tudo que lhe traga sorrisos, bons pensamentos, leveza na alma e muita luz para a sua vida.
Deixe a energia do amor, da fé e da gratidão bendizer o seu dia. Que a esperança abrace o seu coração.
Que as mãos de Deus lhe acolham, que o seu carinho lhe cure, que a sua força lhe proteja e que amor lhe abençoe.
Que você viva o hoje e semeie o amanhã.
Que hoje todas as coisas boas se multipliquem!

Inserida por laiscarvalho

⁠Bom dia!
Hoje, seja bem-vindo tudo que traga alegria, esperança, tudo que inspire coisas boas ao seu coração e tudo que revigore sua alma com fé e boas energias.
Que Deus com suas bênçãos lhe mostre o belo e bom da vida. Com sua luz lhe dê sabedoria e com proteção livre você do que não lhe faz bem.

Inserida por laiscarvalho

⁠Bom dia!
Para a semana que chega, seja bem-vindo tudo que vier pelas mãos de Deus! Todas as bênçãos, toda luz, todo amor, força, cuidados e proteção.
Que sejam dias felizes, intensos na melhor forma, com uma infinidade de coisas boas e tudo que faz bem ao seu coração. Que seja duradouro tudo que for bom e próspero!

Inserida por laiscarvalho

⁠Bilhete do Dia!
Que seja sempre bem-vindo tudo que traz paz.
Tudo que deixa a vida alegre e cheia de esperança.
Que seja eterno o que faz você brilhar, sorrir e se encantar.
E que seja infinito o amor-próprio e a felicidade dentro de você.

Inserida por laiscarvalho

⁠Casa de Bençãos !


Seja bem vindo irmão,
Seja bem vindo irmão.
Seja bem vindo a essa casa de oração.
Casa de bençãos,Deus consagrou,
Seja bem vindo, em nome do Senhor.


Aqui estamos com uma missão,
trazer Jesus, ao teu coração.
Pois para nós é um prazer,
tê-lo conosco para Cristo engrandecer.


( Seja bem vindo irmão ).

Dizei comigo, ó amada igreja,
ó visitantes, em tua casa estejam.
Podem sorrir, podem cantar,
o ministério estar aqui pra te abraçar.

( Seja bem vindo irmão ).

Aqui está nosso pastor,
homem de Deus, que Cristo levantou !!
Para cumprir sua missão, seu ministério
é pregar libertação !


( Seja bem vindo irmão ).

Inserida por COMPOSITOR

⁠⁠Caso o seu bom humor não seja bem vindo, não insista, preserve o seu ânimo, o seu lado engraçado, mantenha o seu sorriso bobo vivo, sua fonte de entusiasmo, um dos seus pontos fortes de equilíbrio que nem sempre será agradável, muito menos para todos, algo imprevisível, mas quando notado, não faz sentido compartilhar seu estado cômico e criativo.

Inserida por jefferson_freitas_1

Feliz Natal! Hoje nasceu o Deus Menino que veio para salvar o mundo! Seja muito bem-vindo, Menino Jesus, em nossos corações! Amém.

Inserida por luizborgesdosreis

⁠Um dia você sonhou e planejou estar aonde está!
-Seja bem vindo!

Inserida por cleber_knevitz

Se você tem no bolso um poema, seja bem vindo. Ali, estão as flores.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

"Para você que está entrando nas minhas redes sociais.
SEJA BEM VINDO
``Ao CHEGAR, traga SEMENTES... Ao SAIR, leve alguns FRUTOS.``
(Plante, depositando algo de bom na minha vida e receba, levando algo que Deus plantou em mim que possa te alimentar."

—By Coelhinha

Inserida por ByCoelhinha

Por isso, qualquer sentimento é bem-vindo, mesmo que não seja uma euforia, um gozo, um entusiasmo, mesmo que seja uma melancolia. Sentir é um verbo que se conjuga para dentro, ao contrário do fazer, que é conjugado pra fora.

Sentir alimenta, sentir ensina, sentir aquieta. Fazer é muito barulhento.

Sentir é um retiro, fazer é uma festa. O sentir não pode ser escutado, apenas auscultado. Sentir e fazer, ambos são necessários, mas só o fazer rende grana, contatos, diplomas, convites, aquisições. Até parece que sentir não serve para subir na vida.

Inserida por teresinhalinda

Igreja Exclusiva

Sejam bem-vindos!
Todos os pecadores,
desde que seu pecado
seja o mesmo que o meu
assumido em público.
Todos os gays,
desde que não sejam gays.
Os pobres sempre teremos,
então vamos orar, arrecadar
e acumular.
E a maior notícia de todas,
a grande Boa Nova:
Deus lhe ama do jeito que é...
desde que não seja o que é.
Nós amamos o pecador,
mas odiamos o pecado.
Afinal de contas a Graça
acontece na uniformidade.
Tenha fé e será curado!

Inserida por gilbertobegiato

"...Sejam todos bem Vindos ao dedilhar de palavras que é esse meu coração...
Estejam à vontade em se aproximar.
Aqui tudo é tudo florido de amor,
Aqui no meu Jardim a sua amizade é sempre Flor! "🌹"
----Lanna Borges.

Um Relato de Sobrevivência
Alinny de Mello


Sejam muito bem-vindos ao meu espaço de reflexão. Antes de nos aprofundarmos nas memórias que moldaram a minha existência, convido todos vocês a visitarem a minha página no Pinterest. Lá, eu organizo cuidadosamente todos os meus e-books, criando um acervo visual e textual para quem busca compreender as complexidades da nossa natureza humana. Não se esqueçam de acompanhar os lançamentos semanalmente, pois há sempre uma nova perspectiva esperando por vocês.
A memória humana é um arquivo curioso, que seleciona o que guardar não pelo critério da utilidade, mas pelo peso do impacto. Se a infância costuma ser pintada com as cores lúdicas da inocência, a minha foi desenhada com os traços rígidos do absurdo. Descobri cedo que o lar, aquele lugar teoricamente destinado ao acolhimento, pode se transformar em um cenário de horror cotidiano, operado por quem deveria proteger e assistido por quem deveria defender.
A minha história com a violência começou antes mesmo que eu tivesse a capacidade cognitiva de formular a palavra dor. Minha mãe me contou, anos mais tarde, que quando eu era apenas uma bebezinha indefesa, o meu genitor me amarrou e me torturou por horas a fio. Ela assistiu a tudo. Ficou calada, amedrontada, paralisada pelo medo. Justificou a sua omissão dizendo que não havia ninguém para chamar, nenhuma autoridade ou vizinho que pudesse intervir naquele microcosmo de crueldade. O mais fascinante na psicologia da minha mãe era a sua insistência em nos pedir para não sentir ódio dele. Ao mesmo tempo em que pregava esse perdão quase divino, ela alimentava o cardápio do horror, relatando minuciosamente as barbaridades que ele cometia conosco em uma época da qual eu nem sequer lembrava, quando eu mal sabia que já existia no mundo.
A primeira tortura da qual guardo registro nítido na minha mente aconteceu quando eu tinha míseros três anos de idade. Acordei no meio da noite com os dois brigando de forma violenta. O meu genitor empunhava um facão reluzente. Em um dado momento, os dois começaram a me puxar como se eu fosse um pedaço de carne disputado em um açougue, um puxando por um braço e o outro pelo outro. Minha mãe levou uma lapada de facão nas costas, o que a fez sair correndo em disparada para salvar a própria pele. Eu fiquei. Ele me arrastou para dentro da casa com fúria, jogou-me em cima da cama e começou a me estrangular. Naquele quarto escuro, faltava o ar e sobrava o pavor. Minha mãe sempre repetia uma frase em seus momentos de desespero, Deus me ajuda. Aquilo estava gravado no meu subconsciente. Naquele instante de asfixia, com apenas três anos, eu repeti a frase no meu pensamento. Eu não sabia o que aquilo significava teologicamente, mas era o meu único recurso. O que aconteceu em seguida desafia a lógica puramente física e entra no terreno do inexplicável. Vi quando o meu genitor soltou o meu pescoço, transformado em uma criatura que lembrava aqueles lobisomens assustadores de filmes, e foi arremessado para trás. Parecia que uma força extrema o puxava violentamente, como se uma ordem invisível dissesse para me deixar em paz. Fui salva naquele dia por um mistério que a razão não explica.
O cotidiano, contudo, não dava tréguas. Aos oito anos de idade, a minha rotina já incluía responsabilidades de adulto e castigos de inquisição. Eu era responsável por levar uma garotinha ainda mais jovem do que eu para a escola. Certo dia, após cumprir a tarefa, fiquei na casa dela para almoçar. Acabei me atrasando e cheguei em casa cerca de duas horas após o horário regular da saída do colégio. Quando entrei no quintal, encontrei o meu genitor carregando telhas. Minha mãe não estava. Ela provavelmente já havia corrido dele, uma dinâmica que se repetia vinte e quatro horas por dia, com ele ameaçando e ela fugindo em um ciclo perpétuo. Sentei-me em uma cadeira, exausta. O cansaço da infância me venceu e eu apaguei. Não lembro de mais nada daquele entardecer, exceto do despertar. Acordei debaixo de chicotadas violentas. Ele me açoitava sem piedade enquanto gritava uma enxurrada de palavras que o meu cérebro, por autodefesa, preferiu deletar. Dormir cansada e acordar sendo chicoteada é uma experiência que reconfigura a noção de segurança de qualquer criança.
A incapacidade daquele homem de exercer a paternidade ou o mínimo de humanidade se manifestava nos pretextos mais banais. Em outra ocasião, ele ordenou que eu e o meu tio, que tinha a mesma idade que eu, separássemos as castanhas boas daquelas que não prestavam mais. Sendo duas crianças cercadas de tédio e necessidade de leveza, começamos a brincar no meio do processo. O jogo infantil foi interrompido abruptamente pela figura dele. O espancamento que se seguiu foi de uma brutalidade desmedida. A violência física foi tão intensa que nós dois fizemos xixi nas calças, em um misto de dor e humilhação biológica. No dia seguinte, tive que ir para a escola. Minhas costas estavam em carne viva, cortadas profundamente pelos cipós que ele utilizou como chicote. Eu parecia uma imagem bíblica, açoitada como Jesus Cristo no calvário. A blusa do uniforme colava no sangue coagulado e nas feridas abertas. Ninguém na escola sabia o que se passava por debaixo daquela roupa, mas cada movimento meu era uma tortura particular. E qual foi o tratamento médico que recebi em casa? Minha mãe pegou uma vasilha com água e sal e lavou os meus cortes profundos. A dor do sal na carne crua era quase um prolongamento do próprio castigo. Esse ritual de tortura e cura salina durou muitos dias, com ela lavando minhas feridas diariamente enquanto eu tentava sobreviver à rotina escolar com o corpo dilacerado. Eu era apenas uma criança de oito anos, punida de forma medieval por ter cometido o terrível crime de brincar.
O cardápio de horrores do meu genitor também incluía torturas psicológicas de caráter místico e teatral. Lembro-me perfeitamente de chegar da escola em uma tarde e deparar-me com uma cena bizarra. Ele estava no meio da sala, invocando demônios e entidades para que matassem todos nós. Meus irmãos estavam todos sentados ao redor dele, petrificados, assistindo àquela performance de insanidade. Ele me obrigou a sentar naquele círculo do absurdo. Não tenho lembrança de ter comido ou jantado naquela noite. A única memória física que restou daquela madrugada foi o tremor. As minhas pernas e as dos meus irmãos tremiam feito vara verde. Era um tremor involuntário, contínuo, mecânico, alimentado por um medo tão denso que escapava ao controle do próprio corpo. O amanhecer chegou como um alívio cinzento sobre os nossos corpos exaustos de tremer.
O ápice da violência física contra a minha mãe que testemunhei ocorreu em uma madrugada em que despertei com barulhos de luta. Ao abrir os olhos, vi o meu genitor tentando furar o rosto da minha mãe com um pedaço de ferro pontiagudo. Tomada pelo puro instinto de sobrevivência, consegui escapar de dentro de casa. Corri para o meio de uma mata fechada, na escuridão da noite. Os galhos rasgaram a minha pele, espinhos cravaram-se nos meus pés e pernas, mas eu continuei correndo até alcançar a casa da minha tia. O refúgio, contudo, era temporário. No dia seguinte, minha mãe foi até lá e me buscou de volta para o epicentro do caos. O roteiro era sempre o mesmo, os gritos ecoavam, as agressões aconteciam, nós fugíamos e ela sempre voltava, buscando-nos para reiniciar o ciclo.
Essa engrenagem de terror funcionou sem interrupções até o dia em que completei dezesseis anos. Eu já trabalhava e havia recebido o meu primeiro salário como estagiária do Estado. Orgulhosa da minha incipiente independência, comprei cinco cachorros-quentes para jantar com a família. Lembro de ter chegado em casa e entregue cinquenta reais para a minha mãe, um gesto que para mim significava o início da nossa libertação financeira. Não lembro se alguém chegou a comer aqueles lanches. Por volta das dezoito horas, o meu genitor surgiu atrás de mim empunhando o seu facão de estimação. Naquela noite ninguém dormiu. As agressões e ameaças estenderam-se pela madrugada adentro, amanhecendo o dia em um prolongamento insuportável de terror. Foi o meu limite. Decidi que não faria mais parte daquela estatística de submissão. Peguei apenas a minha farda da escola e três calcinhas. Deixei tudo o que tinha para trás. Avisei a minha mãe que eu estava indo embora. Eu era menor de idade, mas tinha a lucidez que faltava aos adultos daquela casa. Como eu não queria deixar os meus irmãos naquele inferno, ela decidiu vir conosco. Conseguimos um novo lugar para recomeçar, um teto longe do carrasco. A ilusão de liberdade, contudo, durou pouco para ela. Após exatos vinte e oito dias, minha mãe arrumou as malas e retornou voluntariamente para os braços do agressor. Foi ali que compreendi que ela sempre foi conivente com o próprio cativeiro e com o nosso suplício.
Essas são as marcas mais profundas que trago na memória, a crônica de uma infância sitiada onde a sobrevivência foi o meu maior ato de rebeldia. Como nós processamos a dor que nos foi imposta quando quem deveria nos amar escolhe nos destruir? Até que ponto a omissão de quem assiste nos fere mais do que o próprio chicote do agressor?

Sejam bem vindos ao mundo a olho nu,
De tudo podes encontrar,
Se usas lentes, estais no
lugar errado.

É ridículo em um mundo
como o de hoje em dia as pessoas
serem monopolizadas.
Sejaimos honrados por explorar o desconhecido.

Vamos lá não custa nada tentar,
o conhecimento só depende de nós mesmos,
se cair essa é fácil todos conhecem é só levantar.

Não perca tempo falando sobre você,
mostre do que é capaz.
Como diz o dizer: Quem muito fala, pouco faz.
Abrirmos os olhos enquanto eis cedo,
mais tarde será mais difícil.

Vamos ver além do que está em nossa frente...

Inserida por Ramona-avril

Namastê gente boa da melhor qualidade! Sejam bem vindos e que possam lhe ser úteis alguns pensamentos que compartilho no Pensador.

Inserida por Todeschi

Senhoras e senhores, amigos, jovens e idosos, sejam bem-vindos ao Circo da Família Medici, onde tudo é possível e os milagres acontecem. E agora, apresentando nosso famoso elefante voador.

Inserida por pensador

Sejam bem vindos ao novo mundo: Onde os inteligentes não são sábios Onde o presente só se lembra do passado Onde o fogo se torna cinza Onde o espirito se torna carne Onde o solitário se torna desaparecido E onde o mundo sendo luz se torna ilusão

Inserida por analaurinha11