Sei que Vou me Arrepender

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Bem, agora que vimos um ao outro, se acreditar em mim, vou acreditar em você. Feito?

Não vou insistir pra você ficar. Se quiser ficar, fique. Se não quiser, como diz aquele velho ditado “a porta da rua é a serventia da casa”. Não vou me dar ao luxo de te ouvir dizer não. Sim, dessa vez vou deixar meu orgulho falar mais alto – falar por mim. Pra falar a verdade, não estou nem um pouco pronto para ver você partir... sair de mim, para não voltar nunca mais. Mas é assim que as coisas são não é? Às vezes temos que deixar algumas pessoas partirem para dar boas-vindas aos outros que estão chegando. Confesso, não quero que você suma de mim, não quero que outras pessoas te substituam, aliás, você é insubstituível. Resumindo, não quero ver você partindo por escolha própria – com as suas próprias pernas, isso iria doer demais. Não me dou muito bem com rejeições, e também quem se daria bem com isso não é? Principalmente vindo de você, do meu amor, da minha essência, da minha razão, do meu tudo. Então, eu estou aqui, te deixando livre para escolher se quer continuar aqui comigo, ou sair da minha vida. Não quero relacionamento sob pressão, quero um amor de livre espontânea vontade. Amor é isso, é dar sem esperar receber nada em troca.

- Você vai embora?
- Vou!
- Mas você me prometeu que ficaria para sempre!
- Sim...é verdade...Mas nem sempre o 'para sempre' dura uma eternidade!
- E quanto tempo ele dura?
- A eternidade do tempo que existiu!

Hoje vou entrar de lado na balada!......Percebi que de perfil fico bem melhor!Rsrs

Não vou fazer joguinho. Eu me entrego mesmo. Assim. Na lata. Eu abro meu coração. Rasgo o verbo. Me dou em prosa. E se te disser que não te quero, meu olhar vai me
desmentir na tua frente.

Feliz por um dia
Vou andando do meu jeito, visto que viver é emergente, eu quero mais é quebrar tabus, arregaçar as mangas, abrir as portas e soltar todos os meus vocábulos junto com o meu coração. Quero é dizer do que gosto, de quem gosto. Repetir a dose, exagerar no gole, não fazer corpo mole e assumir meus sentimentos.
Quero que se dane a formalidade que me exige andar de salto alto, corpo ereto, copos, talheres e pratos no mesmo alinhamento. Quero mesmo é dar adeus à frescura que me deixa entalada na roupa de festa e me faz beber vinho em pequenos goles, para não entornar. Que me exige dar risadinhas no canto da boca e fazer poses para ficar bem na foto.
Quero sai por ai. Andar descalça. Cumprimentar os passarinhos. Sorri para as flores e gargalhar com as crianças. Quero falar de amor para que todos possam ouvir. Ter liberdade de ficar em silêncio. Falar quando for necessário. Aconselhar meu coração. Sonhar com dias melhores. Cantar sem rima. Escrever sem motivos. Chorar sem razão. Amar sem restrição.
Romper o óbvio. Sair do prumo. Soltar o remo e navegar. Colher flores para dar de presentes. Tricotar verdades. Descartar as mentiras. Dizer bye bye para a tristeza. Não ser levada a sério. Não servir de exemplo. Não dar conselhos. Quero acordar na lua. Tocar o céu. Passear pelas nuvens, pelo menos nos sonhos.
Quero um dia maior para viver com vontade. Um coração mais largo para caber tanto amor. Por favor, não me fale de regras, técnicas, normas. Perdi essa aula por pura teimosia.
Quero viver, aventurando-me na ousadia de fazer um belíssimo espetáculo, sem nenhum script. Sem nenhum diretor que me exija tanta disciplina. Quero é suportar minhas loucuras e me completar com o resto de alegria possível.

Vida boa vida alegre, minha vida é um pagode,
Me criei roubando cabra, vou morrer roubando bode.

Quando a sua fúria passar, vou escancarar sua mania de querer me decifrar sem me olhar, que nos afasta milhas e milhas além das que existem.

“Ainda sou papel em branco.
Vou deixar a vida desenhar doçuras em mim”.

Por toda parte eu vou persuadindo a todos, jovens e
velhos, a não se preocuparem exclusivamente, e nem tão
ardentemente, com o corpo e com as riquezas, como devem
preocupar-se com a alma, para que ela seja quanto possível
melhor, e vou dizendo que a virtude não nasce da riqueza, mas
da virtude vem, aos homens, as riquezas e todos os outros
bens, tanto públicos como privados. (Apologia de Sócrates)

Não vou atrás de ninguém. Não mais. Ontem eu quis desesperadamente a sua companhia lá naquele banco da praça, quis ficar ali com você a noite toda se pudesse. E quando fui embora pensei em te ligar, dizer pra voltar amanhã, vir me fazer sorrir. Mas não. Hoje eu acordei e pensei que seria melhor não, eu não quero me apegar em ninguém, não quero precisar de ninguém. Quero seguir livre, entende? Mesmo que isso me faça falta, alguém pra me prender um pouquinho. Vou me esquivar de todo sentimento bom que eu venha a sentir, não levar nada a sério mesmo. Ficar perto, abraçar de vez em quando, sentir saudade, gostar um pouquinho. Mas amar não, amar nunca, amar não serve pra mim. Prefiro assim!

"Toco a tua boca, com um dedo toco o contorno do tua boca, vou desenhando essa boca como se estivesse saindo da minha mão, como se pela primeira vez a tua boca se entreabrisse e basta-me fechar os olhos para desfazer tudo e recomeçar. Faço nascer, de cada vez, a boca que desejo, a boca que a minha não escolheu e te desenha no rosto, uma boca eleita entre todas, com soberana liberdade eleita por mim para desenhá-la com minha mão em teu rosto e que por um acaso, que não procuro compreender, coincide exatamente com a tua boca que sorri debaixo daquela que a minha mão te desenha.

Me olhas, de perto me olhas, cada vez mais de perto e, então, brincamos de cíclope, olhamo-nos cada vez mais de perto e nossos olhos se tornam maiores, se aproximam entre si, sobrepõem-se e os cíclopes se olham, respirando confundidos, as bocas encontram-se e lutam debilmente, mordendo-se com os lábios, apoiando ligeiramente a língua nos dentes, brincando nas suas cavernas onde um ar pesado vai e vem com um perfume antigo e um grande silêncio. Então, as minhas mãos procuram afogar-se nos teus cabelos, acariciar lentamente a profundidade do teu cabelo enquanto nos beijamos como se tivéssemos a boca cheia de flores ou de peixes, de movimentos vivos, de frangância obscura. E, se nos mordemos, a dor é doce, e se nos afogamos num breve e terrível absorver simultâneo de fôlego, essa instantânea morte é bela. E já existe uma só saliva e um só sabor de fruta, e eu te sinto tremular contra mim, como um lua na água."

Vou fazer uma oração à Jah e Iemanjá por dias melhores,
Porque tudo que estamos tendo no Mundo são dias piores.

É muito fácil fugir, mas eu não vou.
Não vou trair quem eu fui, e quem eu sou!
Eu gosto de onde eu tô e de onde eu vim...

⁠Vou ser direto!
Gosto muito de você
Não como amigo, tem algo mais
Algo que não me deixa em paz
E me dá gosto de viver

Quero te ver breve se possível
Quero te ter, sem sofrimento
Quero aproveitar cada momento
Num único mundo sensível
Que seja indivisível
Como um simples sentimento

Saiba!
Que a cada verso e vontade
Eu quero ter-te
Nessa ou em outra realidade

Vou a caminho do horizonte onde de longe vejo um arco-íris vou em busca de um pote de infinitas possibilidades.

Sempre me restará amar (...) Amar não acaba. É como se o mundo estivesse a minha espera. E eu vou ao encontro do que me espera.

Antes que meu ciume me consuma
eu vou criar meu próprio mundo
em que nada me magôa.
Mas as vezes eu até chego a acreditar
que acreditando na minha própria mentira
eu possa torna-la verdadeira.

Hoje é meu aniversário,
vou receber muitas felicitações,
desejos de vida longa e alegrias.
Porém o gesto mais significativo
virá do meu interior;
é ele que vai originar minhas conquistas.

⁠Caro leitor, se houve um escândalo, eu vou revelá-lo.