Segundo Minuto Hora dia Semana ano Eternidade
No jogo da vida, eu sou aquele time que é eliminado com um gol do adversário nos 45 do segundo tempo.
É que as vezes o desespero nos tira a razão e a exposição é inevitável, e por um segundo, todo o alicerce que sustenta a frágil segurança é tomada pela angústia do que te falta, levando o real em ato passional que a consciência não mede consequência a pagar.
Oh, Zé! Daquela que bate fundo, desfaz o mundo, alonga segundo e dá até em vagabundo é de que tipi? _Ah, dessa, é sardade profunda matadêra.
E daquela que dá em sonhadô, tira o dispô, vira os zói do dotô e faz da gente bebedô em curriquêro chororô? Dessa daí, eu sei eu, que é das profunda tamém. E matadêra.
Zé, e daquela qui a gente sente só a farta da presença, de mão dada com ausênça, na inocença da crença que intorta doença sem carença de clemença, bate até macia, nem se anuncia e judia mas é até mêi que alegria? Alegria de lembrá de quem num tá.
Sabe, Zé? De que tipi é aquela sardade que a gente qué matá, mas sem muita precisança, prosquê deve do ôtro querê por de merma confiança, que morra tamém a que a gente tem, sabeno que morrê morrida de morte morta mermo, ah, essa num vai morrê é nunca?
Prosquê até pode quetá, mar começa de novo na hora da hora de chegá a hora de se dispegá. Essa tamém é das profunda matadêra?
Né não. É só sardade mermo. Sardade verdadêra.
Sabemos que demoramos muito tempo para consseguir confiança e, precisamos de apenas um segundo para destrui-la.
Segundo os dicionários, despedida significa (entre outros) dizer adeus. Dizer adeus e não um até logo, segundo o meu sentir, representa uma decisão consciente de partir sem passagem de retorno. Ir, sobretudo, em frente. Encarando a ausência de quem resolveu permanecer lá – seja onde for - e não aqui.
Mas esta ideia crua de partida nunca fez muito sentido para mim. Ainda hoje eu procuro entender o contexto da finitude. Do então é isso, acabou. Fim da linha. Au revoir!
Sempre que me coube o poder da decisão, optei por experimentar a doce incerteza de um “até mais!” - que muitas vezes chegava a demorar mais do que o esperado -, a ter que ouvir um seco e indigesto “até nunca mais!”. Ou nem isso.
Confesso que durante muito tempo eu acreditei que a pior parte em ter que lidar com uma despedida, fosse o acordar pela manhã seguinte e perceber que a casa estava vazia. Que aqueles tão habituais sons de vozes e passos haviam, enfim, emudecido. Que tudo aquilo que poderia vir a ser, conjugou-se no tempo passado antes mesmo de ter sido um presente, num presente.
Mas eu finalmente percebi que no final das contas, saber que alguém partiu para não mais voltar não representava em si a dor maior. O epicentro de todo o meu sofrimento.
O que de fato orquestrava - e com mestria – os efeitos da despedida como ato irretocável, era a sensação de que alguém se foi, sem ter, de fato, ido; que é quando a razão olha para os lados e só vê um espaço amplo, porém, oco, e então a emoção vem e diz: - Nâo. Olhe direito! As lembranças estão aqui. Todas elas. Em todo canto. Em cada parede. Em cada piscar de olhos que remete a sorriso. Em cada silêncio que entoa aquela voz reconhecível no meio de uma multidão de outras vozes. Em cada marcação de tempo que faz recordar uma mão que sempre encontrava a outra no meio de uma daquelas noites tempestuosas que inspirava a ficar junto. Unindo forças e sentimentos. Sendo e permanecendo.
Talvez um dia eu amadureça o suficiente para compreender essas coisas acabáveis. Ou talvez continue acreditando que em algum momento acontecerá um reencontro e então o adeus, por fim, se redimirá.
“Hoje é o meu segundo aniversário, quatro anos se passaram
Um estrondo gigante, desfaleci, acordei
Sirenes tocando, desfaleci, acordei
Luzes estranhas, desfaleci, acordei
Ouço uma voz suave, fique com agente Mônica, fique com agente
Não aguentei desfaleci novamente
Foi como sonhar, e ir para um lugar que não adianta explicar
Despertei !!! Gritei de dor, mas superei a dor
As limitações vieram, me superei e superei as limitações
As dificuldades surgiram, mas passei pelas dificuldades
As cicatrizes vieram, e permaneceram
Mas das cicatrizes que permaneceram, só tenho a agradecer à Deus
Pois significam que depois disso tudo: Eu sobrevivi!!!”
Como ganhar uma eleição?Pimeiro seja conhecido do povo;segundo,trabalhe pelo povo; terceiro,não deixe para visitar o povo somente em época de eleições;quarto, seja um discípulo fiel do Senhor e quinto,seja transparente nos atos.A honestidade é a maior herança que podemos deixar para esta grande nação brasileira.
Cada segundo passado em vão é sinal de percas futuras. Desperdício do pouco tempo que nos resta para fazermos história.
- Fica do meu lado, não me deixa nem por um segundo, voce nunca vai saber a dor que eu carrego quando estas tao longe.
"Basta seu inimigo e seu amigo pra te magoar; o primeiro a te caluniar, o segundo pra te levar a notícia."
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