Se Voce se Sente Infeliz agora

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AMOR É CONTIGO

⁠Agora fiz esta canção
Pra dizer o que eu sinto
Estou em uma imensa solidão
Vendo se morro ou sobrevivo

É que tudo é tão calmo
Chega a doer na minha alma
Agora tudo é tão chato
Que me liga e nem fala alto

Baby, a vida é tão crua
E não tem cura
Baby, o amor é tão louco
Quando se acha pouco
Continue, e pense que esqueço você

Mas agora, a vida é de graça
Nem canta e nem disfarça
Vida, sabe, eu ligo
Amor é contigo

Inserida por WalyssonLima

⁠Entre Nós

Amizade que era tanto,
feito um farol na imensidão,
mas agora o tempo é manto
que cobre o brilho da conexão.

Perdi o riso que me dava,
o calor de tua presença,
e no vazio que restava,
caminha a dor da tua ausência.

Saudade é sombra que grita,
um eco que não quer calar,
percebi, tarde, a ferida
de te querer e não mais te achar.

Eu amei você, e talvez ainda ame,
num silêncio que ninguém vê,
porque há laços que o tempo não desfaz,
mesmo quando a vida nos separa outra vez.

Inserida por SarahLima12

⁠E agora?

O poder desabou,
O idiota volta às cenas
Do ostracismo.

O palco desarmou,
Não há mais público,
O espetáculo acabou.

A máscara caiu,
Os holofotes apagaram,
O circo se desfez.

Não há mais lugar
Para o narcisista pendurar.
Os asseclas desapareceram,
O fogo se extinguiu,
As labaredas morreram.

As estrelas ofuscaram,
As trevas retornaram,
A idiotice silenciou.

Agora, só resta o museu,
Frio e distante,
Para guardar a máscara
Das aventuras pueris.

Inserida por JBP2023

⁠Me chame...
apenas me chame,
não importa por qual nome,
me chame...

Me chame agora, hoje, de madrugada,
quando seu coração estiver angustiado ou magoado,
me chame...

Me chame para ser seu par nessa dança,
me chame para escutar seu canto,
me chame para passear, para ver as estrelas,
me chame...

Me chame se seus olhos molharem seu rosto,
se seus ombros estiverem pesados,
se sua mente se sentir cansada,
se o sol da manhã não iluminar seus sonhos....
me chame...

Me chame quando seu sorriso tomar conta de sua alma,
me chame para partilhar um abraço,
me chame para dar-me suas mãos e falar de sua felicidade,
me chame...

Me chame a qualquer hora, mas me chame,
me chame sussurrando ou gritando,
me chame de amigo ou de querido,
me chame como desejar...
eu estarei sempre do seu lado, quando precisar
eu estarei sempre do seu lado, quando me chamar...

Inserida por hfornazier

⁠BORBOLETAS

Parti leve como as borboletas.
Deixando memórias pelo ar.
Agora danço entre os jardins.
"Onde a liberdade é meu lar"

Inserida por JORCELIAPARIZ

⁠No início
Sempre sonhando em estar onde estamos agora
A condição humana
Nós seguimos linha que redefinimos
Caindo aos pedaços
E mesmo assim
Eu quero ser tudo que o mundo esqueceu
E eu sei
O mundo se torna um paraíso
Quando estamos perdidos

Inserida por MatheusSampaio1999

⁠Lua cheia.
Por volta das 15h30.
Há nuvens cinzentas no alto do céu agora, e sobre essas folhas que escrevo, a garoa pinga… Tão fina que me permite contemplar a cidade, sentir o sopro da vida enchendo e esvaziando os meus pulmões.

Os pássaros voam em direção ao Norte. Se abrigam em algum lugar que me foge das vistas. Há poucos que ficam pousados aos fios de luz, ou no topo de uma caixa d’água da cidade. Cantam initerruptamente o seu chilrear.

Anunciam o sol ou a chuva?

“Não voem, óh meus amigos passarinhos” – pressuponho a linguagem das aves. – “Vejo aqui do alto da caixa d’água o calor no horizonte“.

A chuva dificulta o alçar das asas, pesa o corpo.
Aprendo eu agora, algo com os pássaros?

Há dias que olhar para o céu é parecido como hoje. E mesmo com todo o azul mais vívido que minhas córneas possam admirar, as nuvens acumularão as cinzas do Riacho Fundo. Vagarão até se encontrarem, mais cedo ou mais tarde, para serem uma só. Imponentes quando desaguarem, às vezes incontrolavelmente furiosas.

Há dias como hoje, que sinto-me como a chuva cinza, fina, pingando na folha, pingando nos pássaros. Soprando ao alto o cantar das aves para longe. Acumuladora de tudo dessa cidade até que o que lateja, ebula, cuspa palavras num caderno qualquer, ou na fronte do que estiver pela frente.

A chuva pode desabar montanhas com a sua força destemida.

Há dias, como ontem, como hoje que sinto-me como uma chuva cinza, fina, pingando na pedra. Insistente até banhá-la inteiramente. Às vezes furiosa até parti-la ao meio. É tanto acúmulo como parte integrante do que se é, ou melhor, do que se tenta ser que a nuvem se personifica cinza sobre a minha cabeça agora.

Aprendo… Eu… Algo com os pássaros que voam para o Norte, ou com aqueles que ficam toda as vezes que eu, chuva, ei de cair?

Quem são os pássaros que sempre voam quando sou garoa fina?
Quem são os pássaros quem ficam quando sou céu azul?
Quem são os pássaros que cantam para que os outros não temam, ou se afastem?
Posso eu realmente ser sol mais do que chuva cinza, fina, pingando na folha?

Haverá pássaros cantando confiança de que o sol haverá de surgir no horizonte mais cedo, ou mais tarde?
Quem são os pássaros que farão ninho agora que estou nuvem e
[acinzentada?

Inserida por tinlbsb

⁠"Cresci tanto que os desejos materiais que antes me moviam agora parecem pequenos demais para a imensidão da minha visão atual."

Inserida por Guilherme___Assuncao

⁠Sou feita de intensidade,
um fogo que queima no agora,
um sonho que não se adia,
pois sei que a vida é breve
e não espera pela demora.
Num piscar de olhos, tudo passa,
e por que guardar palavras no peito?
Por que esconder a importância de alguém
em silêncios e jogos sem jeito?
Não sou de esperar o amanhã,
nem de paralisar por temores.
Se sinto, eu faço.
Se amo, eu digo.
Sou feita do hoje, do agora,
um coração que pulsa sem freios,
e assim trato os meus amores.

Inserida por Kettysilva

⁠Agora perdi minhas anotações,
era somente amnésia e não pensei em sair de lá.

Inserida por ricardo_vitti

⁠Mas a vida é para ser vivida agora e não importa se ainda é segunda-feira.
Quem deixa para ser feliz somente às sextas perde o trem da alegria que muitas das vezes vem sem hora marcada e passa às 07h00 de uma segunda-feira nublada.

Inserida por rayssaruffo

⁠Faz tempo que não escrevo, e também faz tempo que não vivo o agora, apenas o que passou e o que ainda está por vir. Acabei de assistir a um filme que me fez perceber que escrever sobre nossos sentimentos não é para os outros, mas para nós mesmos. Nos últimos meses, minha estabilidade emocional tem sido um turbilhão sem fim… Mas quem precisa colocar um fim nesse furacão sou eu! São tantos sentimentos, como as ondas do mar, que surgem sem aviso, sem saber onde vão parar. O bom vem e nos derruba, o ruim nos faz pensar, mas sempre está lá o passado, que insisto em carregar e que me impede de me entregar ao presente.
Me dói tanto não receber o que queria, ou o que ainda espero, que me questiono: devo continuar ou é melhor deixar ir? Só sei que, de qualquer forma, tudo dói, machuca e nos faz duvidar de quem somos ou do que somos capazes de ser. Minha mente gira, e eu não consigo parar. Esse sentimento de incerteza me consome. A verdade, por mais dura que seja, sei que vai doer, mas talvez não tanto quanto a insegurança que todos carregam, o medo do mundo e do desconhecido. Precisamos aprender a nos colocar em primeiro lugar, mas também lembrar que as pessoas que eram nossa prioridade ainda pensam em nós e sentem a nossa falta.
que você não tem ideia onde irão parar. Do nada o bom te derruba e o ruim faz você pensar. Porém sempre tem o passado que não consigo esquecer e deixar o hoje me levar! Me dói tanto que não recebi ou recebo o mesmo, será que deveria continuar? Ou será que é melhor desapegar?! Só sei que de qualquer maneira tudo dói, machuca, faz você duvidar de quem você é ou capaz de ser. Porque minha capacidade gira e não consigo parar de girar! Esse sentimento de não saber me destrói . A verdade com certeza vai doer mas acho que não dói tanto como o sentimento de insegurança de todos e do mundo. Devemos sempre nos colocar em primeiro lugar mas lembrar que pessoas que eram sua prioridade ainda pensam e sofrem por você!

Inserida por camila_johner

⁠"Eu me reinventei! Minhas crenças mudaram, e minha visão de mundo se expandiu. Agora, priorizo minha autenticidade e bem-estar. Minha vida é rica em experiências: arte, música, literatura e conexões significativas. Não me rotulo por idade; sou uma alma eterna, livre e plena de vida."

Inserida por rosalba_vargas

A morte virá, não tenha dúvidas, a vida está aqui, agora, tenha essa certeza.⁠
Viva o hoje.

Inserida por andre_rodini

⁠A ESTRANHEZA
DA MORTE

A morte sempre

Nos parece distante,

Ainda que nos ceife agora,

Ou dentro de alguns instantes.

Inserida por pacifico_pensativo

⁠E agora, Narciso?

E agora, Narciso, o que restou?
Do narcisista que tudo ofuscou?
Sob holofotes, tua autoimagem inflada,
Agora se apaga, luz já desmoronada.

Sabedoria vendida por cabotino,
Tatuada na epiderme do destino.
Teu monopólio de tirania e poder,
Ruiu no circo que insistias erguer.

Arrogância boçal, prepotência vazia,
Mordomias trocadas por trevas e agonia.
As arbitrariedades, as violações,
Os direitos humanos, tuas agressões.

Asseclas sumiram, restou a sarjeta,
O rei sem trono vaga na espreita.
Desprovido, amador, vaidoso e aloprado,
Isolado no casulo, esquecido e apagado.

Palhaço sem plateia, teu barulho cessou,
A paixão excessiva pelo eu te matou.
Falso brilho, privilégio que se desfez,
Um leão sem dente no desterro outra vez.

Desterro, ostracismo, exclusão e abandono,
Teu nome é desprezo, um verbo sem dono.
De verme a vulgar, de grande a vazio,
Na sarjeta da vida, teu último pavio.

E agora, Narciso, sem poder, sem alarde,
Quem és no silêncio? Quem és na verdade?
Um rei sem trono, apagado, insignificante,
Eterna lembrança de um eco distante.

Inserida por JBP2023

⁠Sempre pensei no universo como um útero. Agora pergunto se é um túmulo. Em vez de um lugar de criação, pode ser um lugar de morte.

Pergunte às Estrelas (série)
1ª temporada, episódio 1.
Inserida por pensador

Meus tempos de Infância

PARTE 01

Toda hora estou pensando
E agora vim me expressar
Através da rima eu escrevo
O que o coração quer falar
Memórias da minha infância
Que a mente tenta acessar.

Um tempo bom por demais
Pomares, rios e currais
Brincadeiras, festa e alegria
Naquele lugar reunia
Famílias com alegria...

Brincadeiras e diversão
Simplicidade e muita união
Podia ter só o feijão
Que ainda sim chamava atenção...

Todo mundo queria ficar
Naquele lindo lugar
Visitante se admirava
Pra um e outro falava
E assim a fama espalhava
Por toda região, daquele barracão
De paredes de pau a pique
Das prateleiras mais chiques
Era os alumínios da minha vó
Que de longe encadeava
Do brilho que ela dava
Com areia, bucha e sabão.
Com amor e dedicação
Em tudo que ela fazia.

Trabalho disfarçado de lazer
Para as crianças aprender
Como tudo se fazia
Não era como hoje em dia
Que não pode fazer nada
As Brincadeiras boas estão paradas
Pois os pais não deixam brincar
Agora só tem celular acabando com a diversão
E cada um mais molão
Diferente de outro hora
Que Meninada Jogando bola,
Lá no meio do terreiro
Podia fazer lameiro
Que os pais não se importava
Tinha mais fé que era Deus que cuidava
E tudo ficava bem!

São muitas memórias que surgem
Quando eu paro para pensar
Naquele incrível lugar
Que passei a minha infância
Tempo bom de criança que pude aproveitar.

Eu lembro dos meus avós
Na flor da juventude
Força, fé e atitude
Trabalhando com paixão
Naquele fecundo baixão
Minha vó na mão de pilão
Debulhava aquele arroz
E já preparava depois
Tudo fresco ali da hora
Essas são as memórias
Que me pego a pensar.

Meus tios com par de espora
Aprendiam a caminhar
Trabalho, sustento pra o lar
Era o que os pais ensinavam
Respeito e consideração
Passava para a geração
Como enfrentar a vida
Com sabedoria e proeza
Não tinham muita riqueza
Mais tinha muita alegria
Era seu jeito de amar
Ensinando uma profissão
Cada filho um leão
Era assim que preparava
Uma forte geração.
Com garra, fé e união.
Autor: Fernando G Saldanha
13/01/2025

Inserida por fernandosaldanha88

⁠"O sonho é a manifestação do desejo de algo que agente quer."
Agora sei porque não sonho.

Inserida por Marc7Carl6Rod9

⁠Todos nós fomos assassinados e agora estamos aqui novamente.

Inserida por pensador