Se Voce Fosse minha Namorada
Título: "O Amor Que Me Transformou"
Autoria: Diane Leite
Minha transformação começou quando percebi algo essencial: eu mereço amor – não apenas dar, mas também receber. E aqui não falo apenas de amor romântico. Falo de amor em todas as suas formas: amor familiar, amor nas amizades, amor pela maternidade, amor pelas pessoas ao meu redor, e, acima de tudo, amor por mim mesma. Esse entendimento mudou tudo. Quando você reconhece que é digno de ser amado em todas essas dimensões, sua perspectiva se transforma, e o amor começa a fluir para você de todas as direções.
Deixar de ser vítima e se tornar um observador consciente da sua própria vida é o que verdadeiramente te tira do pó e te transforma em alguém precioso. Quando você abandona a postura de “isso está acontecendo comigo” e a substitui por “o que eu posso aprender com isso?”, você assume as rédeas da sua história. Cada perda, cada erro, cada desafio deixa de ser um fardo e se torna uma ferramenta que te esculpe, lapidando a pessoa incrível que você está se tornando.
No final dessa jornada, que é difícil, mas absolutamente necessária, você finalmente percebe algo grandioso: você é merecedora de amor. Não apenas de recebê-lo, mas de vivê-lo em sua forma mais pura e plena, em todas as áreas da vida. Você vê que não precisa provar nada a ninguém para ser digna desse amor. E mais do que isso, entende que, ao se alinhar com o amor – o amor pelas pessoas, pelos seus filhos, pela sua família, pelos seus amigos e por você mesma – você se torna a melhor versão de si mesma.
Nesse ponto de clareza, você percebe que está pronta para receber tudo que o universo tem para te oferecer. Não é mais sobre correr atrás ou buscar aprovação. O que é seu de direito, o que está alinhado ao propósito da sua alma e do seu coração, começa a chegar até você. O amor que é genuíno, recíproco e transformador está à sua espera, em todas as suas formas, porque agora você está aberta para acolhê-lo.
Essa jornada não é apenas sobre aprender a amar, mas sobre aprender a se amar o suficiente para se alinhar com o que é verdadeiro e saudável. Não há fim para esse processo; ele é constante, mas absolutamente recompensador. E é essa transformação, esse amor universal e incondicional, que faz com que o universo finalmente te entregue tudo que é seu de direito – tudo que é mais lindo e alinhado com o propósito da sua alma.
Que em 2025 você se permita viver essa transformação, entender que o amor está em tudo e que você é absolutamente digna de recebê-lo em todas as suas formas. Porque o amor, em sua essência, é o que te conecta com a melhor versão de si mesma e com o universo.
A Síndrome da Boazinha e a Culpa que Não Era Minha
Por Diane Leite
Por muitos anos, vivi como se carregasse uma dívida invisível, uma culpa que parecia colada à minha pele desde que me entendia por gente. Cresci acreditando que, de alguma forma, eu era culpada por não ser suficiente. Por não ter sido suficiente para que minha mãe ficasse, para que ela lutasse por mim, para que as histórias que me cercavam fossem diferentes.
Essa sensação de culpa silenciosa moldou minha forma de existir no mundo. Eu queria agradar a todos, ser perfeita, resolver problemas que nem eram meus, porque acreditava que, se eu fosse boa o suficiente, talvez, só talvez, eu merecesse ficar. Mesmo quando eu já não era mais aquela criança de dois anos, ainda agia como se precisasse provar algo: que eu era digna de amor, de aceitação, de permanência.
A Síndrome da Boazinha
A síndrome da boazinha foi meu jeito de lidar com a dor. Sempre disponível, sempre compreensiva, sempre dizendo "sim", mesmo quando meu coração gritava "não". Eu me doava inteira, mesmo quando ninguém pedia, porque, no fundo, eu tinha medo de ser descartada de novo. Medo de que, se não fosse boa o suficiente, as pessoas me abandonassem.
O Despertar
Foi preciso muita vida, muita dor e muita reflexão para perceber que a culpa nunca foi minha. Que o que aconteceu aos dois anos, as escolhas que minha mãe fez ou deixou de fazer, nunca foram responsabilidade daquela menina pequena e inocente. Que minha essência, meu valor, nunca dependeram de agradar ou de ser a "boazinha".
Quando comecei a entender isso, o peso começou a cair. Aos poucos, percebi que ser boa não significava me anular. Que agradar o mundo inteiro nunca me traria a aceitação que eu buscava, porque ela precisava vir de dentro. E, mais importante, que eu não precisava de ninguém para me validar ou me dizer que eu era suficiente.
Foi aí que deixei de tentar ser a boazinha e comecei a ser eu. A dizer "não" quando era necessário, a colocar meus limites, a escolher a mim mesma em situações onde antes eu teria me sacrificado sem pensar. Percebi que amor-próprio não é egoísmo, mas um ato de cura.
A Nova Mulher
Hoje, sei que não sou culpada pelas escolhas de ninguém — nem da minha mãe, nem de qualquer outra pessoa. Sei que minha vontade de agradar era um reflexo de uma ferida, não de quem eu sou de verdade. Agora, escolho ser boa, mas não às custas de mim mesma.
Não é fácil abandonar a síndrome da boazinha. Há momentos em que ela tenta voltar, sussurrando que é mais seguro agradar, evitar conflitos, manter as pessoas por perto a qualquer custo. Mas agora eu sei que minha força não está em ser perfeita para os outros. Está em ser verdadeira para mim mesma.
E, se alguém escolher partir porque eu decidi me amar, então tudo bem. Porque, no fim das contas, aprendi que quem precisa ficar — quem realmente me ama — nunca me pedirá para ser menos do que eu sou.
E isso é liberdade.
Minha Verdade, Meu Valor
Sou feita de luz, de fogo e de mar,
Uma força que nunca deixa de brilhar.
No meu universo, há amor e lealdade,
Pois não aceito migalhas, nem falsidade.
Minha alma é livre, meu coração inteiro,
Sou verdade cristalina, puro celeiro.
De sonhos, de fé, de força que cresce,
Nada me toca se minha essência esquece.
Deslealdade? Não cabe no meu peito,
Meu caminho é limpo, meu amor perfeito.
Dou o que sou, mas nunca me perco,
Pois me escolher é meu pacto eterno.
Minha escolha é minha, minha paz é real,
Não há espaço para quem não é leal.
Sou o templo divino, centelha sagrada,
E meu valor não será jamais negociada.
Caminho firme, de cabeça erguida,
Na dança do universo, sou dona da vida.
Lealdade é meu norte, meu destino é meu,
Pois quem se escolhe já encontrou o que é seu.
Diane Leite.
O Poder Está em Mim Por: Diane Leite
Eu sou a criadora da minha realidade. Nada do que acontece ao meu redor define quem eu sou, porque o que realmente importa é como eu escolho reagir. A vida não me controla, eu a moldo. Não sou vítima das circunstâncias, sou a força que transforma desafios em aprendizado e crescimento.
Já vivi altos e baixos, já me reinventei mil vezes, e cada vez que caí, levantei ainda mais forte. Porque o poder está em mim. Minha mente é meu templo, meus pensamentos são minha arma, minha energia é meu imã. Tudo o que eu desejo já é meu por direito divino.
Eu não espero, eu manifesto. Eu não me conformo, eu crio. Eu não dependo, eu sou a fonte. Eu sou próspera, abundante, linda, treinada, desejada, amada. Tudo o que eu toco floresce. Tudo o que eu acredito, acontece. Porque eu entendi o jogo.
Eu sou o poder. Eu sou a mudança. Eu sou a manifestação viva da abundância.
E você? Já despertou para o poder que existe dentro de você?
Crônica – Carta de uma alma para outra.
Por Diane Leite
Eu não sei quando foi que minha alma esbarrou na tua. Talvez tenha sido antes do tempo. Talvez tenha sido depois que o tempo parou. Só sei que, desde aquele instante, nada mais coube no raso.
Você chegou como quem não queria ficar, mas ficou. Como quem não queria se apegar, mas se apegou. Veio com suas defesas tão afiadas que me cortaram só de encostar. E mesmo assim, eu fiquei. Eu, que sempre fui vento, virei âncora quando te vi.
E não é porque você me ofereceu abrigo. Mas porque, de algum modo estranho e inexplicável, eu senti que era eu quem te oferecia casa — mesmo sem ter paredes.
Não me apaixonei por suas certezas. Me apaixonei pelas dúvidas que você não conseguia esconder. Pelo medo mal disfarçado de não ser suficiente. Pela forma como tentava me segurar com silêncios, planilhas e conselhos, como quem teme que o amor escorra pelos dedos se não tiver um roteiro para seguir.
Mas eu não vim com manual. Eu sou caos e templo. Sou água que escorre por onde quiser e chama que arde mesmo sem oxigênio.
E talvez por isso você tente me controlar. Como se precisasse provar que ainda tem domínio sobre algo. Mas, veja bem... eu nunca pedi que me segurasse. Só pedi que me visse.
Não como quem analisa. Mas como quem reconhece.
Porque eu reconheci você.
Na tua fala contida, na tua necessidade de dar antes de receber, no jeito torto de cuidar como quem diz: “Não sei amar bonito, mas te amo à minha maneira.”
E eu aceitei. Porque minha alma não quer moldes, quer presença.
Mas às vezes, eu também me perco. Me perco querendo te provar que não sou ameaça. Me perco tentando merecer o que já é meu por direito: o amor que pulsa quando nossos silêncios se abraçam.
E então eu volto para mim. Lembro que não preciso gritar para ser ouvida. Que não preciso pagar pelo que me foi entregue com carinho. E que amar não é uma dívida, é uma dança.
Você vem do mundo dos números. Eu, do mundo dos sonhos. E mesmo assim, encontramos um compasso. Às vezes, fora do tempo. Às vezes, desafinados. Mas ainda assim… nossos passos se reconhecem.
E se eu escrevo isso agora, é porque sei: você me entende melhor nas entrelinhas.
Talvez a gente tenha sido feito disso mesmo — de tudo que não se explica, mas se sente.
Então, se um dia o mundo duvidar de nós, que ao menos nossas almas não duvidem uma da outra.
Porque eu não me lembro de onde vim.
Mas sei que, desde que te encontrei,
eu estou voltando pra casa.
A Autora da Minha Própria História”
Todos os dias, nós temos um compromisso com a vida: levantar e correr atrás dos nossos sonhos. Mesmo nos dias em que o mundo parece mais pesado. Mesmo quando o silêncio é ensurdecedor e a estrada parece infinita.
Existe uma lei invisível, e eu sempre acreditei nela: quem persiste, colhe. Quem planta com intenção, um dia se vê rodeado de flores.
Eu sempre digo: seja grato pelo que você tem, porque o que é teu por direito já está nas suas mãos. E o que você ainda deseja? Ah… isso exige movimento. Exige coragem.
Eu nunca pedi opinião. Nunca perguntei: “O que você acha que eu devo fazer?” Eu sabia que se eu não fosse autora da minha história, alguém escreveria por mim. E eu não aceitei isso.
Eu fui a “do contra”. Aquela que ousou pensar diferente. Que ousou ser diferente. A que ouviu críticas de todos os lados – e continuou andando.
Sim, eu caí. Mas cada tombo foi meu. E cada vitória, também. Porque ser autora da própria vida é isso: assumir a autoria do caos e da glória.
Ajudei muita gente e fui ajudada também. Porque a vida é troca. A vida é jardim. Plante flores todos os dias. Uma a uma. Cuide. Ame. Persevere. Um dia, você olha ao redor e vê um campo inteiro florescendo.
Mas atenção: se você não plantar nada, colherá o quê? Um deserto. A vida é simples assim.
Por isso eu digo: tenha foco. Tenha meta. Tenha um “porquê” tão forte que ninguém consiga arrancar de você. Seja resiliente. Seja persistente. E, sobretudo, nunca, nunca desista.
Porque um dia, você vai perceber: tudo aquilo que parecia impossível era só a vida te preparando para florescer.
Autoria: Diane Leite
Habita uma paz imensa
nas trilhas benditas
da minha terra natal
e tudo à minha volta
se traduz poesia
na paisagem do meu ser.
Eu fui uma criança/adolescente estranha... quando menina gostava de brincar sozinha na minha casinha que ficava escondidinha no quintal; aos 13/14 anos lia K. Gibran e muitas vezes preferia ficar sozinha lendo ou escrevendo na minha Remington ( não sei bem o motivo... mas acredito que entre todos foi o melhor presente que o meu pai me deu), matava algumas aulas de religião e educação física para ir namorar na praia deserta durante o inverno. Detalhe importante: eu namorava o Mar.
Eu continuo estranha...
Agora eu sei
que a minha maior fragilidade
construiu a minha força
e o medo que eu temia ter
se revelou uma profunda coragem.
De tanto ver a intolerância reinar,
a minha tolerância tornou-se intolerante
consigo mesma.
Miriam Da Costa
Nessa quarentena
decoro o meu olhar
na paisagem outoniça dessa minha janela
onde o luxuriante verde da Serra da Tiririca
enaltece a poesia feraz do meu ser.
Diante desse patamar
queria calar o meu olhar
mas... a minha consciência não é cega
olha, vê e enxerga esse presidente chumbrega
que a Constituição nas nádegas esfrega
e ao caos total a minha Pátria Amada entrega
que nem em plena pandemia
deixa de lado o seu voraz apetite pela blasfémia
e vive a Presidência como fosse uma boêmia.
Que tenha o seu devido impedimento essa gangrena
antes que acabe a nossa quarentena
e que muito longe fique essa criatura cafona e brigona
para sempre e mais um dia, junto com esse vírus corona.
E aqui termino o meu pensamento rimado
sobre esse momento desafortunado.
به نام خداوند مهربان مهربان"Ele é vida"
A minha fé em Ti senhor,trás a força que preciso para continuar essa labuta.
Em mim aumenta o desejo das promessas de vitória que me fizeste,e dou graças por Tua Honra.
Ensinaram-me pela ciencia,que precisamos de quatro elementos básicos para nossa sobrevivência:
A água,o ar,o fogo(luz),a terra(alimento).
Assim sendo posso afirmar que em base nesta tese,precisamos só de Ti meu Deus,pois:
Tu és a fonte de água viva,
Tu és o folego da vida,meu respirar,
Tu és a minha Fé que alimenta a terra,
Tú és o brilho que clareia minha estrada,e muito mais...
Ensinaram-me certo,Tu és tudo que preciso para viver.
Obrigado por me escolher,me aceitar,me amar...Amim!
به نام خداوند مهربان مهربان"O meu senhor"
Na minha vida nada mais me falta além do que já tenho e não percebí.
Meus limites ainda não chegaram ao final,e o seu com certeza tb não.
Sabe quando é o final?
Quando Ele disser,mais nunca ouvirás Dele tal palavra,pq Ele é o senhor da realidade e não de sonhos.
Ele é o realizador de suas promessas e Ele estará agindo sempre pra vc e pra mim.
Sim o Deus que transformou um preso em Rei do Egito...e muito mais...
É nesse Deus que eu me amparo e creio,o construtor de virtudes,o restaurador de vidas,o Criador do Universo.
"Vidas"
Minha alma tem a sensação,bem lá no fundo
Que estou caminhando numa estrada certa
Talvez eu até tenha mudado de assunto
Mais reflito numa verdade que é concreta
Certo por certo,creio eu,não sei...talvez...
Pela minha alma,estarei contigo até o fim
Numa estrada,que em outras vidas se desfez
E distanciou o amor para você e também pra mim
Agora numa aurora em que a história se refaz
Sinto prazer em poder possuir-te novamente
Fazer-te feliz sei que sou capaz,e muito capaz
Um puro e verdadeiro amor que só a nós pertence.
Minhas noites choram pelo seu caminho
De regressar ao limite do que tenha passado
Apesar de ficar eu quieto em meu cantinho
Estou muito feliz por confiar e ter ficado!
"Vontade"
Quero render-me a alma, quero ela nua
Rasgar minha pele, esfolar o frio
Queimar a vontade de esconder na lua
Escalar uma cachoeira, pular num rio
Quero entrar na escuridão gritando a todo vapor
Como se nada significasse o eco da minha voz
O prazer já é o mesmo, achar conforto na dor
Apenas lágrimas e chuvas derramam sobre nós
Passarei pelas portas de minha única mente
Tentarei entender o tempo, salvar minha alma
Escolher entre o céu e o inferno novamente
Estar gelado no estado onde nada me conforta
Escutar-me calar e até suportar minha depressão
Possa ser que eu esteja certo sobre o incerto
Uma angústia insensata que corrói meu coração
Eu só quero mesmo, é te abraçar de perto.
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