Se Voce Fosse minha Namorada
Confissões de uma Fé Inabalável
Eu rendo minha absoluta confiança ao que é comprovadamente falho.
Eu confio nas cartas metodicamente marcadas do jogo,
nos sorrisos límpidos dos políticos recém-eleitos
e nas mãos estendidas, já bem entendidas, a pedir meu ouro em todas as esquinas.
Eu confio na sorte grande e na alquimia silenciosa dos banqueiros em fazer dinheiro
a partir de juros que jamais poderei entender ou pagar.
Eu confio, sobretudo, nas mãos entendidas que, com uma, distribuem o sopão ao necessitado,
e com a outra, rapidamente recolhem o troco a mais dado pelo caixa distraído.
Eu confio no criminoso que mantém um código de honra limitado,
e naqueles arautos da fé que nos prometem o céu enquanto filipendiam a alma
para, em seguida, arremessá-la ao inferno como um brinquedo usado.
Eu acredito e ponho a mão no fogo nas pessoas maldizentes,
naquelas que não deixam escapar um só fio de maldade sutil
na hora da conversa trivial nos cafés.
Eu acredito fervorosamente na Justiça que, com um aceno,
solta o malfeitor que ceifou a vida de um trabalhador,
deixando a miséria da viuvez e a dor da orfandade como herança.
Eu confio na cortesia eloquente do loquaz,
que busca arrebanhar meu suor sagrado
em troca de um produto etéreo que só existe em sua promessa.
Eu acredito em um mundo onde as guerras que matam inocentes irão, de fato, resolver nossos problemas.
Eu acredito no Papai Noel, coelhinhos da Páscoa, em gnomos e fadas.
Eu acredito em um mundo melhor, onde a grama do vizinho é seca e a minha é verde.
Eu sempre acredito piamente em um mundo melhor.
Eu acredito num mundo onde os pais obedecem os filhos e são espancados por eles.
Acredito piamente que quando acordo todos os dias, todas as pessoas são menos inteligentes do que eu e devem, portanto, aceitar e acreditar no que eu acredito.
Eu acredito na beleza vertiginosa de tudo que me dá prazer imediato,
depois de ver meu suor e sangue sagrado
esvaírem-se em poucos minutos,
diluídos em uma noite de luxúrias vazias.
E finalmente, com a mais sombria convicção:
Eu acredito naquilo que me tira a paz, que está tirando,
porque mereço sofrer, ser insultado e suportar todo escárnio.
Com uma convicção quase religiosa,
eu confio em tudo o que me rouba a visão e a simples,
egoísta e cansativa tarefa de focar no meu próprio bem-estar.
O tempo chamou-me para o amor,aprendi a compreender meus sentimentos. Entreguei meu Coração e minha alma a você; o amor que te ofereci, não encontrará em outra mulher. Cansei de te fazer entender! Cansei de lutar por atenções, você não sabe o verdadeiro significado de amar. Algum dia sentirás falta, e aí tarde demais será. Hoje direi adeus a tudo que vivemos, o passado não mais importa, apenas existirá amor,que o tempo não apaga, mas você não existirá nos meus pensamentos e nem nos meus sonhos. Mas permanecerá no meu coração pois foste o amor mais lindo e doce que um dia conheci.
Meus olhos não consegue ver além do brilho do seu olhar. Coração no seu pulsar perturba minha mente, não podendo encontrar palavras certas ao expressar todo sentimento que transborda em meu ser. Noites sem sono minha alma caminha entre as estrelas procurando encontrar o caminho do seu coração. O amor nasceu, cresceu, vive intensamente em nós. Nos tornamos um único ser no universo.
Minha natureza imperfeita me faz o perfeito ser, pois minha maior força é reconhecer minha imperfeição.
SALVE MINHA TERRA!!
Tudo me faz lembrar!
O samba lembra o carnaval;
A chuva repentina, a roupa no varal;
A terra arada e a labuta do capiau.
E jamais hei de olvidar...
A mata e a moto serra;
Da poluição e o planeta Terra;
Nossos mártires ambientais e suas iníquas guerras...
Faço por lembrar!
Chico Mendes pelo Amazonas de meu Brasil;
Zé da Castanha e sua esposa Maria, mulher gentil;
Irmã Dorothy Stang, cheia de fé viril.
Fica para meditar!
O que vem engarrafada vinha da bica;
Do apanhar da árvore, dentro da lata na prateleira fica;
O verde da minha terra, só a bandeira identifica...
O sucesso está próximo, eu consigo senti-lo em minha vida. A intuição não mente e as oportunidades andam comigo.
MINHA ESCURIDÃO É INFINITA
Eu medi a minha escuridão e descobri que ela é infinita. Diante disto, propus-me a me olhar com outros olhos. Procurei luz na alma, mas só havia sombras. Isso inquietou-me diante da improbabilidade de ver a luz. Então me recolhi, mantendo-me na minha pequena insignificância, porém, não me dei por vencido.
Eu já tinha visto a luz, mas o ego a sufocava. Procurei me despir dele; havia camadas, e lutei com as forças que me restavam. Eu estava cego, pobre de espírito e nu! Mas quem disse que eu estava nu? Meu próprio ego. A briga sempre foi intensa, de causar exaustão.
Procurei sair da bolha em que me meti. Tentei alçar voos, mas sempre era reprimido. Quase tudo que me cercava eram trevas, devido à bolha. Tornei-me um monstro, um ser sem vida, buscando vidas em outras dimensões.
A batalha dual se acirrou, sendo que eu mesmo era o espectador. Eu torcia pelo mais forte, só que, no momento, o mais forte era o obscuro. Os outros "eus" que existem em mim, ambos os lados, não levantavam a bandeira branca, e eu seguia inquieto na expectativa do vencedor!
Por fim, alcancei o chão e, de espectador, resolvi entrar na briga. Foi quando comecei a enxergar um filete de luz na minha vasta escuridão!
A CANÇÃO QUE NÃO É MINHA
Existe uma canção em mim,
Uma canção que não é minha.
Ela vaga imortal no meu inconsciente
E arrasta sensações de tempestade e calmaria.
Nas poucas vezes que estou lúcido,
Sou arrebatado de forma cálida.
Eu, que não sou um entusiasta do meu pessimismo provocado por ela, devo esclarecer: entenda, meu pessimismo é meu bom vivant; não é tristeza, desesperança ou solidão, é apenas solitude.
Entenda: meu pessimismo foi construído com bases fortes na canção entoada na alma.
O pessimismo é meu, e ele se agarra a mim como se eu fosse a última fronteira entre a esperança e o desânimo.
A canção continua tocando, cadenciada e ressoando no caminho da alma, um caminho tortuoso e sem fim!
DOS RUMOS DO MUNDO TRANSITÓRIO
Como hei de sustentar // minha alma corrompida?
Como hei de conseguir // avançar no meu tempo?
A alma está inquieta: // são tempos transitórios,
tempos muito mutáveis, // onde o mundo me convida
ao grande baile da vida, // em cenário que é tosco,
e que é impregnado // de falsos sofismas.
Eu desci alguns níveis // para tentar compreendê-lo,
e por fim senti // uma enorme compaixão.
Procurei um salvador, // mas o que eu vi foi
a luta de "Eu" // versus o mundo.
O mundo que eu vi // era uma terra arrasada;
não havia ternura // e o colorido era opaco.
Desviei o meu olhar // para a outra banda do mundo,
e vi o caminhar // de um velho sábio que dizia:
"Tudo é pura mudança: // o amor, a paixão,
a integridade // e tudo quanto se toca!"
Eu perguntei-lhe: // "E a essência dos homens?"
A resposta veio forte // como espada de dois gumes!
"A essência," disse ele, // "já vem de outros mundos!"
A turbulência em mim // aumentou e não pude
entender o mundo // das coisas ao meu redor.
Tudo é um cenário // de cartas já marcadas,
e também um teatro // que é simples e barato!
Mas eu segui o meu caminho. // Quem sabe o que virá
nestes novos tempos? // Tempos sombrios de luta,
onde quase tudo // é tão transitório e temporal!
Eu insisto no amor // e na essência do perdão,
pois o que resta é // aquietar a minha alma
e aguardar os tempos // que ainda são vindouros;
sem ter muitas expectativas // para não dar vazão
à negra desesperança. // Hei de combater
de maneira intrínseca, // e afastar o bem precioso
da Vida, com sua essência, // dos rumos deste Mundo
das coisas que transitam // ao redor dos meus passos!
E se eu vier a falhar, // ao menos tentei...
Degraus da vida
Já me perdi nos degraus da vida,
mas nunca expus minha fraqueza.
Aprendi com cada ferida,
que trouxe dúvida e incerteza.
O que um dia me fez cair
me ensinou também a persistir
com esperança e firmeza.
Muitas vezes me senti cansado
ao subir os degraus da vida,
mas em cada passo conquistado
vale a pena cada etapa vivida.
Seguindo firme e confiante,
com a fé sempre adiante,
vou trilhando de cabeça erguida.
A CALIGRAFIA DO ESQUECIMENTO
Sobre nós, nem mesmo a minha sombra que rasteja no chão sabe os versos que contávamos para o silêncio; e nem mesmo os lugares que guardamos na memória carregam lembranças sobre nós.
Um dia fomos presença em nosso pequeno instante, e fomos o próprio presente do instante. E, mesmo que eterno, o tempo leva tudo ao esquecimento.
Somos dois abismos no profundo de nossas memórias, memórias perdidas entre o real e as imaginações. Se um dia fui o herói nas tuas lendas ou o vilão na sombra das tuas lembranças, tudo o que posso esperar é a ausência de nunca saber.
Sou a sobreposição da verdade que jamais compartilharemos. Em nossos pensamentos, os versos que contávamos se vão em direção ao esquecimento — a caligrafia apagando o que um dia fomos.
Então, o último conto, um eco que retorna ao silêncio; e assim, restando em nós apenas a lenda, a verdade que jamais saberemos um do outro.
O PRESENTE
Saudade dói, mas é em contraste com essa minha mais doce homenagem que a minha alma te constrói.
Hoje aquele silêncio gritou no meu peito, sem jeito percebi e o guardei com respeito.
Saudade dói, mas é em contraste com essa minha mais doce homenagem que a minha alma te constrói.
Lembranças doces, suaves, que repousam em várias imagens, seu afago tantas vezes me ofertado, hoje tenta preencher aquele vazio deixado.
E do amor que outrora despertou nesse peito apertado que hoje sofre nas minhas várias noites acordado.
Seguir em frente, te honrar em silêncio, assim valorizo nossos momentos, pois de tudo que restou, não foi só saudade, mas um amor que ainda bate, acompanhado da tua imagem.
Fostes embora, me desejastes ser forte, e assim estou seguindo em frente, lutando e com coragem, da tua partida que já nem faço mais contagem, os dias passam, mas para mim, as vezes parecem apenas miragens e um vislumbre do que seria a eternidade.
Sei que dai de cima me observa e deseja que siga bravamente, mas saiba que te amarei eternamente.
Reciprocidade é meu nome…
Posso te oferecer o meu melhor…
Talvez a minha total indiferença…
Responsabilidade afetiva é o mínimo…
Que não falte clareza nas palavras…
Empatia para com o outro…
Honestidade quanto aos sentimentos…
Consciência dos atos…
Maturidade emocional é crescimento mútuo…
Sinceridade é o meu lema…
Não importa o quão difícil seja…
Que possamos fazer as melhores escolhas…
Ame além da razão…
Seja o sorriso no coração de alguém…
Patrícia Feijó
Ainda que a minha razão não consiga entender, eu creio e eu sei que meu Deus não é apenas Soberano, Ele é bom. Ele é o bom Deus.
Mesmo que a minha razão diga que é impossível, eu vou crer; pois Deus não é apenas Soberano, Ele é Muito Bom, e mais ainda, Ele é Amor.
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