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Se Voce Chora eu Choro

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Eu nunca aceitei a simplicidade do sentimento. Eu sempre quis entender de onde vinha tanta loucura, tanta emoção.

Quem é um amigo? "Um outro eu".

Eu não sou da sua rua,
eu não sou o seu vizinho,
eu moro muito longe, sozinho.

estou aqui de passagem.

Tu me fez ir lá no fundo, e dar de cara com a dor, tristeza e decepção. Eu fui forte, e mesmo sem tu ver ou saber, eu me lavantei outra vez, segurando o que sinto por ti em uma das minhas mãos, e te provando que é VERDADEIRO o que sinto, desde o primeiro beijo, desde o primeiro abraço, agora só te pesso para me dar a mão e me tirar outra vez desse buraco sujo e frio, pois agora sabe que sou forte o bastante para te proteger, respeitar, amar e te fazer feliz.

Ode ao Burguês

Eu insulto o burgês! O burguês-níquel,
o burguês-burguês!
A digestão bem feita de São Paulo!
O homem-curva! o homem-nádegas!
O homem que sendo francês, brasileiro, italiano,
é sempre um cauteloso pouco-a-pouco!

Eu insulto as aristocracias cautelosas!
os barões lampiões! os condes Joões! os duques zurros!
que vivem dentro de muros sem pulos,
e gemem sangues de alguns mil-réis fracos
para dizerem que as filhas da senhora falam o francês
e tocam os “Printemps” com as unhas!

Eu insulto o burguês-funesto!
O indigesto feijão com toucinho, dono das tradições!
Fora os que algarismam os amanhãs!
Olha a vida dos nossos setembros!
Fará Sol? Choverá? Arlequinal!
Mas à chuva dos rosais
o êxtase fará sempre Sol!

Morte à gordura!
Morte às adiposidades cerebrais
Morte ao burguês-mensal!
ao burguês-cinema! ao burguês-tílburi!
Padaria Suissa! Morte viva ao Adriano!
“_ Ai, filha, que te darei pelos teus anos?
_ Um colar… _ Conto e quinhentos!!!
Mas nós morremos de fome!”

Come! Come-te a ti mesmo, oh! gelatina pasma!
Oh! purée de batatas morais!
Oh! cabelos nas ventas! oh! carecas!
Ódio aos temperamentos regulares!
Ódio aos relógios musculares! Morte à infâmia!
Ódio à soma! Ódio aos secos e molhados!
Ódio aos sem desfalecimentos nem arrependimentos,
sempiternamente as mesmices convencionais!
De mãos nas costas! Marco eu o compasso! Eia!
Dois a dois! Primeira posição! Marcha!
Todos para a Central do meu rancor inebriante!

Ódio e insulto! Ódio e raiva! Ódio e mais ódio!
Morte ao burguês de giolhos,
cheirando religião e que não crê em Deus!
Ódio vermelho! Ódio fecundo! Ódio cíclico!
Ódio fundamento, sem perdão!

Fora! Fu! Fora o bom burguês!…

Mário de Andrade
ANDRADE, M. 50 poemas e um Prefácio interessantíssimo. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2013.

"Sou vendaval
E te convido
Dança comigo
Nessa tempestade
Que é ser eu?"

Amor de Almas

Nesta vida encontrei um amor
Um amor que eu já tinha vivido
Em outras vidas passadas
Como o mesmo sentimento trazido.

Amor este até hoje
Inexplicável
Que mais uma vez embriaga o meu peito,
Mexe com minha cabeça
Que com a sua alma pura e serena
Faz eu ficar tão louco desse jeito.

Agora vivo essa dúvida
Se em outras vidas te encontrarei novamente,
Para mais uma vez desfrutar do seu amor
E mais uma vez minha alma
Te amar incansavelmente.

Após essa passagem o nosso corpo
Jamais sofrerá nenhuma dor
Pois encontraremos além dessa vida
Na certeza de um dia
Nós nos amarmos
Com todo Amor de Almas!

Desculpe-me.
eu me acostumei a preencher os espaços vazios sozinha.

Critica eu só aceito de quem me ama. De quem me odeia eu considero despeito e inveja.

Eu não sei se vale a pena
Aceitar esse teu jeito

Todo mundo tem defeitos
Por favor não estou querendo te julgar
Somos muito diferentes
E por mais que a gente tente
A cabeça dá um nó
E vai ficar pior se a gente não parar
Vai doer
Mas não tem jeito fácil de terminar
Vou sofrer
Mas te amo e não quero te machucar
Não fique assim
Eu também estou tentando ser forte e não chorar
Olha pra mim
Vai ficar tudo bem quando a dor passar

Vai ser sempre a primeira namorada
E esse amor não vai sair de mim por nada
E nem tente se afastar de mim
Vai ser muito ruim se eu não puder te ver
É normal que a gente tenha se enganado
Nossa história aconteceu no tempo errado
Eu não sou bom em me despedir
Mas é melhor eu ir pra não me arrepender
Tente entender....

Como na lenda da águia, que arranca suas penas e bico pra renascer como uma fênix das cinzas, eu gostaria de perder a memória, me desfazer dos paradigmas, das inseguranças e medos, me perder em mim mesmo e começar do zero! Já que não é possível voltar no tempo, que Deus me dê a dádiva do esquecimento.

Isso não é nada perto do que eu poderia dizer, se quisesse.

Eu não me importo com a chuva que cai, afinal... Tenhos meus encontros com o sol

Acho que é melhor nos separarmos e eu ir tocar a minha música em outro lugar, com todos os meus preconceitos burgueses de fidelidade.

Eu sou um comerciante
Eu sou um servo, eu sou um líder
Eu sou um salvador, eu sou um pecador, eu sou um assassino
Eu vou ser o que você quer que eu seja

"E hoje eu acordei querendo ver o mar."

Eu te amarei até o fim dos tempos.

Toda vez que eu faço uma coisa com intenção não sai nada, sou portanto um distraído quase proposital. Eu finjo que não quero, termino por acreditar que não quero e só então a coisa vem.

Clarice Lispector
Um sopro de vida. Rio de Janeiro: Rocco, 2015.

A primeira lição que eu aprendi foi a nunca ficar esperando que um homem me salve.

"Quem Sou Eu?

Aos Meus Amigos

Eu Sou,

Quando Poder...
- O Riso Do Humor.
Se Precisar...
- O Ombro Da Confiança.
Se Quizer...
- O Conselho Da Consciência.
E Pra Sempre...
- O Sórrizo Da Gratidão!"